sábado, 2 de dezembro de 2017
Nº 2206 - Fim de Semana 48
1. O capitalismo motiva empresários, políticos, sacerdotes, ditadorzecos e anormais da mesma sorte, indiferentes ao sofrimento daqueles que apenas pretendem satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais.
2. Num tempo em que todo o mundo fala da imparável globalização, demagogos profissionais procuram transformar laboriosas comunidades, há muito conscientes das suas genuínas raízes, em práticas convencionais onde se possam vanglorizar como seus "libertadores".
3. Cooperação não será uma profissão mas simples opção esclarecida, na linha APC - amizade, proximidade, capacidade - certo que ao político, num futuro próximo, apenas lhe ficará reservada a actividade futebolística.
4. Sem dúvida que a ideia sublime de Reino (união de comunidades afins) e a figura do Rei (hereditário e vitalício) correspondem à robotização que se advinha, superando o facciosismo e a apropriação doentia.
5. Claro que são as novas tecnologias que aligeiram o esforço físico da espécie humana, permitindo-lhe uma subsistência equilibrada e uma carreira menos competitiva.
6. "Dos olhos corre a água do Mondego, os cabelos parecem os choupais - Inês! Inês! Rainha sem sossego dum rei que por amor não pode mais. Amor imenso que também é cego; amor que torna os homens imortais. Inês! Inês! Distancia a que não chego morta tão cedo por viver demais". J. C. Ary dos Santos dixit.
7. Só a multiplicação das unidades cooperativas baseadas numa autogestão e auto regulação financeira genuinamente democráticas poderão aplanar o caminho para o regresso do soberano hereditário e vitalício."
Nau
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