quarta-feira, 10 de maio de 2017

Nº. 2000 - RAC


1. A real actividade cooperativa tem por fundamento a solidariedade no sentido de uma Economia Social.

2. Bom é ter presente que o capitalismo assenta na perspectiva do lucro, dando largas à produção e ao consumo em mercado global.

3. Logo, tanto liberais como socialistas satisfazem-se no esquema produtivo/consumista que lhes permite obras de fachada e, sobretudo, banquetearem-se com os seus apaniguados.

4. Claro que a parte de leão cabe aos plutocratas que apostam nos sectores mais lucrativos: desequilíbrios sociais; actos terroristas; aventuras bélicas.

5. Os cooperativistas procuram, racionalmente, satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais  nas unidades que gerem e controlam financeiramente.

6. Voltamos a sublinhar que, a robotização que se avizinha, terá na prática cooperativa o robustecimento da autonomia comunitária, alheia ao vegetar das massas ignaras, estas na perspectiva de pão e circo.

7. Embora a globalização seja orquestrada por programas computorizados, os actos cooperativos serão o reduto da verdadeira democracia.

Nau

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