quinta-feira, 10 de março de 2016
Nº. 1575 - Luta Popular
1.Até as mais jovens gerações, denodadamente na puberdade, assumem ares românticos, mesmo quando reflectem acerca de problemas sociais.
2. Também aquele que, em política, pretende reformas profundas na comunidade a que pertence, pega em tudo que seja contundente e, à semelhança dos "sans-culotte", corre a fim de participar no assalto à Bastilha.
3. Porém a realidade é outra loiça e o acto heróico da "Tomada da Bastilha" redundou na libertação de 4 falsários, 1 tarado sexual e 2 loucos, bem como no massacre dos guardas prisionais que procuravam salvar os seus coiros.
4. Sintomática é a libertação de notórios falsários, do tarado sexual, este denunciado pela família, e dos loucos ser tida como o grito pela liberdade política, civil, económica e religiosa quando este, de facto, teve lugar quando da independência estadunidense, em 4 de Julho de 1777, dando início à saga capitalista.
5. A luta popular, por vezes, toma o cariz da "Tomada da Bastilha", pela insensatez e crueldade do acto em si, pelo que, neste espaço, procuramos explorar a faceta romântica, próxima da linha assumida pelo PCTP/MRPP.
6. Contudo, bom é não perder de vista que as atitudes românticas serão pouco eficazes na luta contra os sectários do capitalismo, tanto o liberal mascarado de socialismo, como o socialismo de cariz liberal.
7. Embora possa ser tido como acto romântico, convictamente apelamos: COOPERATIVISTAS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS1
Nau
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