segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Nº. 437 - Doutrina Cooperativa
1. O conjunto de conhecimentos acerca da produção e da distribuição de bens de serviços para satisfazer as urgências da comunidade é, correntemente, designada por ciência económica.
2. Até os recursos naturais, isto é, os bens susceptíveis de aproveitamento no espírito da dita ciência - quer sejam abundantes, quer sejam disponíveis apenas em determinadas áreas - exigem o esforço humano para a mera recolecta ou acção reprodutiva.
3. Logo, a abundância e a escassez dão origem aos ciclos económicos de crescimento sustentável - que permite elevar os níveis de vida da população em geral - ou de contracção/recessão - que acentuam o empobrecimento das classes mais desfavorecidas.
4. Numa economia de mercado a intervenção do governo será, teoricamente, mínima porquanto toda a produção estará condicionada ao poder de compra do consumidor, sendo a equidade e a justiça social para a população de fracos recursos meramente caritativa.
5. Sempre que o governo procura orientar toda actividade económica - em suma, numa economia planificada - a burocratização é incontornável, sujeita a estatísticas e critérios de o que, como, e para quem produzir.
6. Porém, a economia social, visando as actividades económicas que não se encontram subjugadas à persecussão doentia do lucro, procura satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais comuns, através do agrupamento de pessoas determinadas em fazer frente a especuladores capitalistas, quer a endeusados burocratas.
7. Nesta conformidade, o CECIM pugna por uma economia solidária, isto é, comunalista, destinada à formação de cidadãos criteriosos, logicamente monárquicos.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário