domingo, 6 de janeiro de 2013
Nº. 425 - Portal da Cidadonia
1. Ainda ontem escrevi acerca do funcionamento anómalo da EDP e eis que nova história chega ao nosso conhecimento, esta relativa à GALP.
2. Durante a substituição do contador do gás numa residência, operação efectuada a título gratuito pelos técnicos da GALP, estes sugeriram ao consumidor a verificação graciosa de eventuais fugas de gás no distribuidor de água e no fogão de cozinha.
3. Como é natural, tais equipamentos - incluindo os distribuidores de água automáticos, ditos inteligentes - há sempre ligeiras fugas de gás que o equipamento sofisticado dos referidos técnicos normalmente registam.
4. Perante o consumidor que não está habituado a estas encenações, a detecção de fuga ensaiada pelos técnicos da GALP é um perigo para a sua segurança, pelo que se justifica o corte de gás na residência.
5. Afirmando que nada mais poderão fazer naquele momento, o solícito pessoal da GALP recomenda ao consumidor que entre em contacto com a empresa a fim desta enviar pessoal qualificado para resolver o grave problema que a boa-fé do consumidor presenciara.
6. Claro que a solicitude do pessoal que se deslocara à residência do consumidor para substituir o aparelho da contagem do gás em jornada de rotina foi apenas um estratagema para arranjar trabalho a colegas seus, porquanto o custo da deslocação de uma nova equipa será de conta do consumidor.
7. Ao tomar conhecimento do estratagema, o consumidor desloca-se à loja da GALP, na Rua José Duro 27 C, em Lisboa, onde aguarda cerca de duas horas, de pé, para ser atendido, por três funcionários não identificados que, aleatoriamente, vão atendendo o público - não há senhas, não há precedências, não há organização e, sobretudo, não há vergonha pelo mau serviço prestado.
Nau
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