1. As festas populares sempre foram articuladas com forças desconhecidas, êxitos circunstanciais ou aniversários de conveniência.
2. Claro que as estações agrestes, bem como as primaveras ofereciam oportunidades para maior recolhimento, tanto na mera recolecta, como no amanhar/arrotear das terras.
3. Mesmo quando dependentes de recursos à beira-mar ou majestosos rios, as turbulências graves de uns e a diligência para o alto-mar condicionavam as actividades do homem.
4. Sempre a esperança na renovação e, quiçá, de melhores dias, estimularam o homem para sair da sua caverna e arriscar novos passos no amanhã de incertezas.
5. Todavia, os idosos mais tempos arranjam para relembrar o passado e se resignarem com as mazelas adquiridas, admirando a vitalidade daqueles que, confiantes das suas forças, naturalmente enfrentam o amanhã.
6. Portugal a empobrecer poucas razões tem para celebrar o amanhã que pouca diferença fará do ramerrame, i.e., da incerteza do presente em que a burguesia republicana dominante pretende eternizar-se no poleiro.
7. Supremacias regionais, continentais e até mundiais poderão ser ensaiadas, garantindo o bem-estar de minorias controversas, esquecendo que o planeta Terra a todos os seus habitantes (seres, animais, plantas) pertence.
Nau
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