1. O Real Anarco-Comunalismo Monárquico reverencia o passado e avança, confiante, para o futuro, i.e., o tempo macroelectrónico — a Internet das Coisas.
2. D. João II (1455-1495), defensor da política de exploração atlântica, deu continuidade ao projecto do infante D. Henrique, consistindo este na exploração da costa africana ocidental, à busca do caminho marítimo para a Índia.
3. Limitado a uma pequena faixa rectangular na parte mais ocidental da península Ibérica do Velho Continente, Portugal esmerou-se a dar novos mundos ao mundo do século XV, nos continentes, africano, asiático, australiano e americano.
4. Embora o Brasil tenha ganho a sua independência em outubro de 1822, este continuava a ser o destino preferencial de largo número de emigrantes portugueses que, bafejados em empreendimentos de sucesso, voltavam à casa paterna com fartos cabedais.
5. Obviamente que a maior parte da burguesia portuguesa apoiava a Carta Constitucional instituída pelo ex-imperador do Brasil na pessoa da sua filha D. Maria II, mantendo-se o regime parlamentar até ao fim da primeira década do século XX.
6. Claro que a partilha do continente africano coincidiu com a irrupção da burguesia e do capitalismo industrial que, mais tarde, deu lugar a um capitalismo monopolista, cada vez mais interpenetrado pelo "estado", reduto da dita burguesia.
7. Determinado o anarquismo em defender a liberdade total do indivíduo, esta tem sido combatida tanto por liberais como por socialistas, avizinhando-se o fim de ambos através de uma distribuição de bens essenciais e uma administração pública, ambas digitalizadas.
Nau
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