1, Segundo parece, lá para o próximo mês de Janeiro, nova paródia eleitoral terá lugar neste empobrecido rectângulo do extremo ocidental da península Ibérica.
2. Obviamente que os condicionamentos impostos pela Troika para equilibrar as contas públicas, arrasadas pelo impoluto governo socialista de José Sócrates, foram cumpridos por Passos Coelho, posto que muito penosas para a maioria da população.
3. Com sangue, suor e lágrimas os jovens portugueses foram aliciados para emigrarem de modo a assegurar as suas futuras aposentações, algo que fora negado àqueles que trabalharam e descontaram para desfrutar uma velhice tranquila e durante quatro anos tiveram a regularização das suas pensões congeladas.
4. A decepção do eleitorado foi compreensível, não permitindo aos executores do programa da Troika atingirem uma maioria estável, dando azo a que, oportunisticamente, a facção minoritária socialista fizesse pactos nus com a extrema-esquerda, alegando haver soluções diferentes daquelas impostas pelos credores e que o PS validara.
5. Fácil de perceber que o intuito dos títeres socialistas que, apostando numa recuperação economica milagrosa, se aproximavam das cadeiras do poder, encobrindo os desaires do seu camarada Sócrates, passando a mão pelo lombo da deleitada extrema-esquerda.
6. Claro que a pandemia em curso é aproveitada pelos malabaristas socialistas para justificar o aumento da dívida pública; uma vez mais descartar-se dos compromissos com a extrema-esquerda; aumentar em número os funcionários públicos, bem como de outras tropelias da mesma jaez.
7. Apressadamente os governantes socialistas viram justiceiros; lembram que a bazuca não desiludirá os amigalhaços; que a disfarçada reclusão aproxima-se do fim; que o centralismo burocrático é a única matéria válida para discussão pública.
Nau
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