1. O anarco comunalismo monárquico fundamenta-se no cooperativismo autogestionário, sendo a comuna a unidade administrativa através da qual prepondera a influência do colectivo.
2. Reconhecido pelo Tratado de Zamora, de 5 de Outubro de 1143, como Reino de Portugal, este em franca expansão através da reconquista dos territórios apossados pelas urbes muçulmanas 430 anos antes.
3. Sendo a monarquia dos visigodos electiva, duas facções entraram em disputas tendo uma destas solicitado o apoio muçulmano que, invadindo a península ibérica, prometeram a isenção do pagamento de impostos aos convertidos à religião islâmica.
4. Como é óbvio, tanto a política como a religião, são de uma originalidade extrema, logo, na falta de um Bloco de Esquerda, as bruxas lá iam fazendo pela vida, através da invocação dos falecidos, bem como de mezinhas, dado que o Serviço Nacional de Saúde não dava sinais de vida.
5. Em suma: Portugal, até à revolução de 1821, tinha um soberano vitalício e súbditos deste, i.e., o colectivo, numa relação de fidelidade, obediência e respeito pelas decisões dos representantes do soberano, tendo a maioria como defesa dos seus interesses, o clero, a "Casa dos 24" e as Cortes.
6. A Carta Constitucional, sujeita a várias actualizações, consagrava um sistema bicamarário, Câmara dos Senadores e Câmara dos Deputados, ambas electivas.
7. Obviamente que o sistema "democrático" que enche a boca de todo o mundo, já fora instaurado antes de o regime republicano ser imposto em 1910.
Nau
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