1. Particularmente, estão sempre a chamar a atenção para a verdade e a não-verdade, esta última nada tendo a ver com a inverdade.
2. Todavia, justifica-se plenamente a inverdade pelo facto de não se pretender desbrutalizar a palavra mentira, a qual é evidenciada no cacarejar da geringonça.
3. O vento também não se vê, mas sentimos a passagem deste mesmo pela brisa que muitos entendem como viração pelo atabalhoar das decisões.
4. Certo é o Costinha ter a bazuca à mão que, sendo uma arma anti-tanque usada pelas forças norte-americanas na 2ª Grande Guerra, convertida em caracanhóis, dá jeito.
5. Quanto ao novo hospital de Coimbra, certo é a promessa ser renovada daqui a três anos, pois tal é muito agradável para os ouvidos dos interessados.
6. O que importa é o avanço tecnológico que providenciará pela produção de bens essenciais e a adequada administração pública, ambas digitalizadas.
7. Verdade, verdadíssima será o anarco comunalismo monárquico pôr cobro, dentro em breve, ao domínio da burguesia republicana dominante.
Nau
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