1. Muitos são os que se afirmam monárquicos como se tal fosse uma opção clubista.
2. Outros radicalizam a sua convicção política fundamentada em credos religiosos e/ou ateístas também partilhados por não monárquicos.
3. Ainda há aqueles que, escamoteando o lado negro dos seus antepassados, verborreiam a importância dos mesmos, ostentando brasões e nomes sonantes.
4. Claro que a instituição monárquica fundamenta-se na figura do rei consensual, hereditário e vitalício, juiz dos conflitos entre interesses díspares do Reino de Portugal.
5. Obviamente, o regime republicano satisfaz plenamente o estratagema da burguesia dominante que na competição exponencia o sectarismo, dando largas ao grande capital.
6. Monarquia significa uma só autoridade - a vontade do colectivo - sendo a figura do rei consensual, hereditário e vitalício, como expressão de Portugal, esta havida como o espaço tradicional de residência optativa.
7. O anarco-comunalismo monárquico emparelha com a administração pública e distribuição dos bens essenciais, ambas electrónicas.
Nau