1. Dar nas vistas, é gozo para gente poucochinha que gosta mais falar de si do que ouvir os outros.
2. Ora quando escutamos, aprendemos sempre qualquer coisa, e quando o orador é enfastiante, basta debruçarmos sobre as questões pessoais, pois dúvidas, problemas e momentos agradáveis, todo o mundo tem para recordar para si próprio.
3. Negativos são os momentos que outros nos estragam com esquemas tortuosos e/ou promessas celestiais de engana meninos, só para impingir algo que será vantajoso para o proponente e/ou manto diáfano para escamotear trapalhadas politiqueiras.
4. Recusar publicidade é difícil, mesmo sincronizando outro posto radiofónico ou mudando de canal televisivo, pois o aumento do consumo do artigo sugerido é o que alimenta a produção daquilo que não precisamos, visto que o essencial a todos naturalmente ocorre.
5. A liberdade (de escolha, de acção, de nortear os seus passos) apenas a si próprio pertence, pelo que instruendos e/ou imposição de regras apenas serve para manifestar o poder de terceiros que convém manter a distância para evitar contendas.
6. Todavia, quando nos pretendem pôr a canga ao pescoço e/ou deitar poeira para os olhos, a reacção imediata é natural, mas não recomendada - a precisa resposta vem do avanço tecnológico e do progresso da administração pública e produção industrial, ambas soberanamente digitalizadas.
7. Claro que, conscientemente, o anarco-comnalismo está preparado para ultrapassar o estado deplorável em que nos encontramos e pôr cobro ao centralismo autoritário da burguesia republicana dominante - tanto a liberal como a socialista.
Nau
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