1. O conceito anarquista de autogestão das unidades cooperativas elimina a hierarquia e os regulamentos impostos pela burguesia republicana dominante.
2. A comunidade aonde a cooperativa se encontra integrada usufrui os frutos do seu trabalho, na base de autogestão, decidindo os rumos a implementar.
3. Como é óbvio, a autogestão anarquista não permite a ingerência estatal, baseando as suas actividades na participação dos seus associados.
4. Em suma, a liberdade de decisão nas unidades cooperativas de cariz anarquista emana do colectivo dos participantes na autogestão.
5. Os conjuntos sociais de grupos autónomos associados consolidam-se nas federações comunitárias, bem como nas confederações globais.
6. A autogestão, fundamento das unidades cooperativas, além de abolir o capital, o estado, o mercado e as organizações burocráticas, fortalece as relações na comunidade.
7. O desabrolhar do Reino, i.e., o progresso nas comunidades afins, bem como dos indivíduos que nele se encontram integrados, é o fundamento do anarco-comunalismo.
Nau
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