sábado, 25 de julho de 2020

Nº. 6169 - Fim de Semana 30 25/7/2020


1. Na óptica anarquista, urgente era encontrar uma designação que, atribuída aos sindicatos envolvidos na luta pela emancipação da classe operária, se declarasse apolicista.

2. Prontamente os adeptos do centralismo burocrático tomaram de assalto os princípios da doutrina e movimento anarco-sindicalista, passando este a ser tutelado pela esquerda bolchevista.

3. O Estado social (assim pomposamente etiquetado) socorre-se de quadros técnicos que chegam a ser em número superior à população carenciada, que não convém satisfazer prontamente, de modo a não comprometer a burocracia estabelecida.

4. Cooperar é tão-somente actuar ao mesmo tempo, e para o mesmo fim, através da associação de várias pessoas em unidades fundamentadas na autogestão e na solidariedade. 

5. O anarco-comunalismo aqui defendido nada tem a ver com o comunalismo supostamente libertário, baseado em uma unidade administrativa dos sectários comunistas.

6. "Já: já tentaste praticar o bem fazendo o mal? já tentaste praticar o mal fazendo bem? já tentaste praticar o bem fazendo bem? já tentaste praticar o mal fazendo mal? já tentaste praticar o bem não fazendo nada? já tentaste praticar o mal fazendo tudo? já tentaste praticar tudo não fazendo nada? e o contrário, já tentaste? já? seja qual for a tua resposta, não sei o que te dizer". Alberto Pimenta dixit.

7. Todavia, o anarco-comunalismo monárquico dispensa o Estado e apoia, tanto a administração pública como a produção industrial, ambas electrónicas, sem intervenção humana.

Nau


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