sexta-feira, 31 de julho de 2020

Nº. 6176 - Fim de Semana 31 1/8/2020

1. O aspecto das unhas, tanto das mãos como dos pés, é doloroso, sobretudo as dos membros superiores que são difíceis de escamotear, mesmo com o eventual recurso de luvas cerimoniais.

2. A comunidade é o conjunto de pessoas que vive em determinado espaço geográfico tradicional e faz residência optativa deste. Como teoria política, o anarquista rejeita o poder estatal imposto pela burguesia republicana dominante.

3. Caminhando ara um futuro totalmente automatizado em que os manga de alpaca tudo gastavam com o atrito disponibilizado - tanto do vestuário que cobre os braços, como até da pele, da carne e dos ossos - para comboiar nas soluções formalistas e organizativas.

4. Assente na energia natural, disponível e acessível por todo o planeta Terra, o homem dura porque a vida dura, cultivando a arte ou quaisquer outras actividades do seu agrado.

5. "Uns Olhos que Olharam...: Uns olhos que me olharam com demora, não sei se por amor se por caridade, fizeram-me pensar na morte, e na saudade que eu sentiria se morresse agora...". António Gedeão dixit.

6. Claro que o anarquismo pretende destruir o Estado da burguesia republicana dominante, subvertendo a ordem social estabelecida; defendendo o bem mais precioso que é a liberdade total do indivíduo.

7. A situação difícil em que parece impossível ultrapassar as dificuldades dos nossos dias, resulta da administração pública burocrática (tanto liberal como socialista), bem como da produção industrial adequada à satisfação das necessidades essenciais do homem.

Nau

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Nº. 6175 - Luta Popular 31/7/2020


1. O homem é um animal gregário, dirá o meu Caro leitor, na expectativa de um debate acerca do povo e do esforço deste para arrostar o dia-a-dia.

2. Todavia, gregário aplica-se a todos os seres que vivem em grupos, adoptando disposições naturais ou adquiridas no espaço e ambiente, isto é, no meio social em que vive.

3. A força das circunstâncias - tanto culturais como ambientais - condicionam as nossas actividades - quer nas atitudes assumidas, quer na satisfação das necessidades fisiológicas, adequadas à formação individual e/ou condicionamentos económicos, políticos e quejandos.

4. Olhando em redor, temos os determinados em atingir metas, pré-estabelecidas, e os que caminham à força das circunstâncias, uns motivados, outros condicionados, ambos gregários até ao fim dos seus dias.

5. Claro que o anarquismo pretende destruir o Estado, reduto da burguesia republicana dominante, subvertendo a ordem social estabelecida; defendendo o bem mais precioso que é a liberdade total do indivíduo.

6. A situação difícil em que parece impossível ultrapassar as dificuldades dos nossos dias, resulta da administração pública burocrática (tanto liberal como socialista) bem como da produção industrial inadequada à satisfação das necessidades essenciais do homem.

7. Inexoravelmente avança a administração pública e a produção industrial de raiz electrónica, assegurando a subsistência individual e a almejada liberdade para o homem agir por seu livre arbítrio.

Nau

Nº. 6174 - Prelo Real 30/7/2020


                         Uns olhos que me olharam...

          Uns olhos que me olharam com demora,
          não sei se por amor se por caridade,
          fizeram-me pensar na morte,
          e na saudade que eu sentiria
          se morresse agora...

                                   António Gedeão

                             



                             


          

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Nº. 6173 - Real Anarco-Comunalismo 29/7/2020


1. Real em função ao tempo que decorre e a velocidades diferentes em lugares distanciados.

2. Anarquista por excluir o Estado, exprimindo o aumento progressivo da acção incontornável e responsabilidade acrescida.

3. Propugnador da autonomia da comuna e descentralizador em relação às iniciativas administrativas, na prática, cooperativista.

4. Certo que o espaço geográfico tradicional de residência optativa satisfaz as necessidades sociais, culturais e de subsistência individual.

5. Sendo a expressão da vontade do povo, por conseguinte o fundamento da monarquia, esta é enrobustecida a par do processo administrativo/produtivo de feição electrónica.

6. Assente na energia natural, disponível e acessível por todo o planeta Terra, o homem dura porque a vida dura, cultivando a arte ou quaisquer outras actividades do seu agrado.

7. O anarco-comunalismo tem por objecto a liberdade integral e o respeito existencialista.

Nau


terça-feira, 28 de julho de 2020

Nº. 6172 - Doutrina Cooperativista 28/7/2020


1. Deixo sempre umas pontas soltas para aqueles que, versados nestes assuntos, metam a sua colherada.

2. Embora o prato forte seja o cooperativismo - por este opor a concorrência de auxílio, de meios e de apoio mútuo à competitividade entre as pessoas - muitos são os que nos visitam, entrando mudos e saindo calados.

3. A maioria provem dos veteranos que, alegadamente, se encontram subjugados à hipótese da economia estar relacionada com a forma como as pessoas lidam com a escassez, vergando-se perante o grande capital.

4. Caminhamos para um futuro totalmente automatizado em que os manga de alpaca tudo gastavam com o atrito disponibilizado - tanto do vestuário que cobre os braços, como da pele, da carne e dos ossos - para comboiar nas soluções formalistas ou organizativas.

5. Todavia o capital - quer os valores acumulados destinados à produção de novos valores, quer as máquinas, as fábricas e infraestruturas utilizadas para a elaboração de produtos - tornar-se-à obsoleto e os seus apologistas votados ao ostracismo.

6. Computadores de diagnóstico e enfermeiras-robô, diligenciarão pelo bem-estar das comunas, sendo o conjunto do que é preciso para sustentar a vida, provido electronicamente, de acordo com as necessidades individuais.

7. Ao anarco-comunalista cabe a missão de destruir o Estado, reduto da burguesia republicana dominante, bem como assumir a liberdade de agir por seu livre arbítrio.

Nau

domingo, 26 de julho de 2020

Nº. 6171 - Portal Comunalista 27/7/2020


1. O bem comum resulta dos interesses de cada membro da comunidade onde se encontra integrado.

2. A comunidade é o conjunto de pessoas que vive em determinado espaço geográfico tradicional e faz residência optativa deste.

3. Como teoria política, o anarquista rejeita o poder estatal imposto pela burguesia republicana dominante.

4. Na comunidade anarquista não existem classes sociais pelo que o domínio de um indivíduo ou grupo de indivíduos sobre outrem é inconcebível.

5. O conjunto de indivíduos que tradicionalmente constituem a comuna procura satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais no associativismo de feição cooperativista.

6. Procurando os socialistas controlarem o Estado através de uma minoria pretensiosa, esta descamba sempre nas mãos de grupos totalitários.

7. O anarco-comunalismo monárquico tem por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício, que reina mas não governa, tal como Portugal, é substantivo e desígnio.

Nau

Nº. 6170 - Psyche 26/7/2020


1. As unhas estão sujeitas a doenças variadas e a alteração do aspecto normal, particularmente as dos dedos das mãos, tornando-as muito inestéticas.

2. O aspecto das unhas, tanto das mãos como dos pés, é doloroso, sobretudo as dos membros superiores que são difíceis de escamotear, mesmo com o eventual recurso a luvas cerimoniais.

3. A inflamação manifesta-se em várias doenças, tais como a psoríase, eczema, onicomicose, sífilis, doenças que não dispensam o recorrer a técnicos 
qualificados.

4. Tornando-se rugosas e irregulares, as unhas espessam-se, a cor modifica-se e a fragilidade aumenta, indicando o sulco que o doente padeceu de uma doença grave.

5. Aproximando-se gradualmente do bordo livre da unha e desaparecendo ao fim de cerca de seis meses, o que não dispensa o relato ao seu médico assistente.

6. Sulco em unha isolada é sinal de perturbação localizada, em regra de carácter cicatricial.

7. Unhas em formato de colher (celoniquia) associam-se frequentemente com anemia, em mulheres de meia-idade e em doentes pulmonares. 

Nau

sábado, 25 de julho de 2020

Nº. 6169 - Fim de Semana 30 25/7/2020


1. Na óptica anarquista, urgente era encontrar uma designação que, atribuída aos sindicatos envolvidos na luta pela emancipação da classe operária, se declarasse apolicista.

2. Prontamente os adeptos do centralismo burocrático tomaram de assalto os princípios da doutrina e movimento anarco-sindicalista, passando este a ser tutelado pela esquerda bolchevista.

3. O Estado social (assim pomposamente etiquetado) socorre-se de quadros técnicos que chegam a ser em número superior à população carenciada, que não convém satisfazer prontamente, de modo a não comprometer a burocracia estabelecida.

4. Cooperar é tão-somente actuar ao mesmo tempo, e para o mesmo fim, através da associação de várias pessoas em unidades fundamentadas na autogestão e na solidariedade. 

5. O anarco-comunalismo aqui defendido nada tem a ver com o comunalismo supostamente libertário, baseado em uma unidade administrativa dos sectários comunistas.

6. "Já: já tentaste praticar o bem fazendo o mal? já tentaste praticar o mal fazendo bem? já tentaste praticar o bem fazendo bem? já tentaste praticar o mal fazendo mal? já tentaste praticar o bem não fazendo nada? já tentaste praticar o mal fazendo tudo? já tentaste praticar tudo não fazendo nada? e o contrário, já tentaste? já? seja qual for a tua resposta, não sei o que te dizer". Alberto Pimenta dixit.

7. Todavia, o anarco-comunalismo monárquico dispensa o Estado e apoia, tanto a administração pública como a produção industrial, ambas electrónicas, sem intervenção humana.

Nau


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Nº. 6168 - Luta Popular 24/7/2020


1. O sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, durante o século XIX globalizou-se, dando azo a um significativo aumento da imigração.

2. Mão-de-obra barata alavancou o sector industrial e este aliciou cabedais, tanto de usurários como de particulares, conquistando mercados onde o escoamento da produção era assegurada.

3. Valores em moeda fiduciária passaram a circular por todo o planeta e, a par dos usurários, estabelecimentos (particular ou estatal) para a guarda,  empréstimo de dinheiro, transacção de títulos, etc., afirmaram-se como a praça fortificada do capital. 

4. Sendo o espírito da actividade bancária a obtenção do máximo lucro, sacerdotes com o poder de sacrificar vítimas ao grande capital acorreram desalmadamente à porfia, apenas para distribuir entre si os prémios da esmerada produtividade.

5. A competição é tida como a sublime via para a selecção dos melhores, tanto na produção industrial como no acesso às cadeiras do poder, tornando as maiorias - quer pela frustração ou insucesso, quer pela inacção - a classe desprestigiada - se come, cala.

6. Para doutos profissionais, as novas tecnologias são válidas apenas quando proporcionam impostos ao Estado, este reduto da burguesia republicana dominante.

7. Todavia, o anarco-comunalismo monárquico dispensa o Estado e apoia, tanto a administração como a produção industrial, ambas electrónicas, isto é, sem intervenção humana.

Nau  

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Nº. 6167 - Prelo Real 23/7/2020


                    Já?


     já tentaste praticar o bem
     fazendo mal?
     já tentaste praticar o mal
     fazendo o bem?
     já tentaste praticar o bem 
     fazendo o bem?
     já tentaste praticar o mal
     fazendo mal?
     já tentante praticar o bem
     não fazendo nada?
     já tentaste praticar o mal 
     fazendo tudo?
     já tentaste praticar tudo
     não fazendo nada?
     e o contrário, já tentaste?
     já?
     seja qual for a tua resposta,
     não sei o que te diga.

                      Alfredo Pimenta



       
      

        
       

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Nº. 6166 - Real Anarco-Comunalismo 22/7/2020


1. O anarco-comunalismo aqui defendido nada tem a ver com o comunalismo supostamente libertário, baseado numa unidade administrativa dos sectários comunistas.

2. Embora alegadamente defendam um sistema político, económico e social baseado na comunidade de bens e na abolição da propriedade privada, a doutrina dos marxistas resume-se à ditadura do proletariado.

3. Ora a forma de governo em que o poder público é detido por uma pessoa ou grupo, identificando o interesse particular com os de toda a comunidade, normalmente descamba na supressão da divisão dos poderes executivos, legislativos e sociais, bem como na suspensão dos direitos de expressão, reunião e associação.

4. Segundo a teoria marxista-leninista, a ditadura do proletariado daria azo à derrocada do sistema capitalista, consolidando o processo revolucionário do socialismo, na alegada fase de transição para a sociedade comunista.

5. Todavia, para os anarco-comunalistas monárquicos, tanto a centralização burocrática socialista, como o regime piramidal comunista, encontram-se ambos ultrapassados pelo avanço tecnológico, tal como a ideologia liberal que inicialmente propunha a não intervenção estatal na economia.

6. O real anarco-comunalismo, perante a administração pública e a produção industrial de progressiva feição electrónica, aposta na multiplicação das unidades cooperativas através das quais a autogestão e o apolicismo se tornam prática corrente.

7. Garantindo a subsistência da população ao nível do planeta Terra através do avanço tecnológico em curso, os espaços geográficos tradicionais manter-se-ão tendo por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício, dispensando sectarismos obsoletos.

Nau


terça-feira, 21 de julho de 2020

Nº. 6165 - Doutrina Cooperativista 21/7/2020


1. Anarquista não é o adepto da subversão da ordem pública, mas o defensor da liberdade total do homem.

2. Lutando por uma política social destruidora do Estado - este reduto da burguesia republicana dominante - o anarquista ruma para a nova forma de organização comunal.

3. A comuna é o espaço geográfico tradicional de residência optativa onde o anarquista satisfaz as suas necessidades económicas, sociais e culturais, fundamentado na cooperação.

4. Cooperar é tão-somente actuar ao mesmo tempo, e para o mesmo fim, através da associação de várias pessoas em unidades fundamentadas na autogestão e na solidariedade.

5. Sendo incontornável a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, bem como assegurada a subsistência do homem, resta a este harmonizar as relações sociais de acordo com as suas necessidades.

6. O anarquismo opõe-se tanto ao capitalismo liberal, como ao centralismo burocrático socialista, sobretudo quando este adopta a estrutura piramidal em que tanto a base, como as várias plataformas intermédias, apenas sobem de acordo com os interesses superiores.

7. Bom é não confundir o sublime fundamento cooperativo com a regras impostas pela burguesia republicana dominante.

Nau

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Nº 6164 - Portal Comunalista 20/7/2020


1. Fosse o tema deste portal o espectáculo futebolístico, doutos comentários choveriam a louvar o campeão e/ou justificando os desaires dos concorrentes.

2. Magnatas ingleses, em vez de se limitarem ao estádio financeiro da Wall Street, optam pela conquista de equipas de futebol uma vez que os doentes da bola não dispensam de um espectáculo ao vivo, enquanto na bolsa apostam políticos desvairados.

3. A banca portuguesa, à semelhança dos nossos políticos de cartilha, não existem para apoiar projectos económicos essenciais, mas para servir interesses de administradores e correligionários de conveniência.

4. Dispara a dívida pública, pois os impostos cobrados não pagam as veleidades dos políticos e a 'qualidade' dos administradores - tanto públicos como privados - servindo os tectos salariais apenas para a classe média.

5. O Estado social (assim pomposamente etiquetado) socorre-se de quadros técnicos que chegam a ser em número superior à população carenciada, que não convém satisfazer eficazmente de modo a não comprometer a burocracia estabelecida.

6. Preocupante seria a emigração para fora do país de técnicos tão qualificados, pelo perigo de contagiarem as economias mundiais. Rendimentos e aposentações deveriam ser rigorosamente esquadrinhadas dado que a administração todos contempla e não é pertença de minorias.

7. Como anarco-comunalistas fundamentados na cooperação, almejamos pela administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas.

Nau

domingo, 19 de julho de 2020

Nº. 6163 - Psyche 19/7/2020


1. O sistema político, económico e social baseado na comunidade de bens e na abolição da propriedade privada assenta numa estrutura piramidal em que, entre a base e o vértice, várias plataformas subsistem.

2. Sem tirar nem pôr, a ditadura do proletariado enferma pelo facto de uma minoria, tal como acontece nas alegadas democracias da burguesia republicana dominante, concentrarem todos os poderes políticos.

3. Por outro lado, o proletário era, na Roma Antiga, a designação da classe social mais carenciada, sem terreno para arrotear, mas generosa prole, isto é, filhos que, como alternativa à mendicidade, exerciam as actividades mais árduas e/ou engrossavam as fileiras do exército.

4. Ainda hoje, a força armada tem a seu cargo a defesa dos poderes constituídos, da lei e da ordem, com base numa hierarquia castrense que não dispensa o grosso militar recrutado sem qualquer graduação, adequado para a limpeza de botas dos quadros superiores e as formaturas de tropas.

5. Estando o nome colectivo povo generalizado a todos os indivíduos do mesmo país, forçoso era encontrar uma designação chocante que, atribuída aos sindicatos envolvidos na luta pela emancipação da classe operária, se declarasse apolicista e realizasse a ponte entre patões e operários, na óptica anarquista.

6. Prontamente os adeptos do centralismo burocrático tomaram de assalto os princípios da doutrina e movimento anarquista, isto é, do anarco-sindicalismo, que passou a ser tutelado pela esquerda bolchevista.

7. Claro que os anarco-comunalistas de inspiração monárquica optaram pela autogestão e o mutualismo, rumo a uma comunidade de fundamento cooperativista.

Nau

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Nº. 6162 - Fim de Semana 29 18/7/2020


1. A psicossindrome não é vantajosa nas eventuais depressões porquanto a verdadeira identidade reside no bem-estar possível.

2. No conceito anarquista, a substituição da soberania do Estado pelo contacto sem peias, livre de toda a regulamentação burocrática, tornará este o campeador e instrumento de destruição do reduto da burguesia republicana dominante.

3. Do ponto de vista sociológico, a democracia deveria ser a expressão das liberdades de associação, reunião e conduta baseada na auto-organização e na autogestão, todavia esse conceito mantém-se sufocado pelo Estado burguês.

4. Em boa verdade, a democracia padrão recuperada da Grécia Antiga assentava em grupos minoritários de pessoas baseada na etnia, recursos materiais e familiares.

5. Voltamos ao comunalismo dos tempos idos, mas sem distinções de classe (clero, nobreza e povo) uma vez que o ser humano sempre foi igual e sempre diferente, sobretudo quando a competição doentia sobreleva a cooperação salutar.

6. "O Quarto: Aqui dormi, aqui sonhei. Aqui me masturbei. De parede, o mesmo azul do mapa me convida. Mas não foi de "longada", de lombada em lombada, quanta estante corrida!". Alexandre O'Neil dixit.

7.  a luta popular tem como padrão a ideia peregrina de Reino, sem chefes a prazo e sem facções partidárias, tanto liberais como socialistas.

Nau

Nº. 6161 - Luta Popular 17/7/2020


1. Opondo-se a todo o estilo de hierarquia e autoridade, o anarco-comunalismo tem por fundamento a ajuda mútua e a autogestão.

2. As actividades relativas à transformação de matérias-primas em bens intermediários e finais, embora orientadas para uma crescente mecanização, não poderão dispensar a mão-e-obra barata.

3. O afluxo dos joãos-sem-terra, em alguns paraísos europeus, no início do século XVIII, ocorreu nos grandes centros industriais, onde os salários obedeciam à lei da oferta e da procura, sendo tanto menor quanto maior fosse a oferta.

4. Todavia (já várias vezes temos aqui sublinhado) a remuneração paga ao operário pelo serviço prestado, normalmente em dinheiro, não o prendia ao torrão natal em que o arrotear da terra alheia era recurso de gerações.

5. Sem dúvida que a burguesia republicana dominante, bem como o sistema capitalista vigente, prosseguirá na exploração do homem pelo homem.

6. Apenas a administração pública e a produção industrial, ambas de feição electrónicas, porão cobro à exploração sistemática, agravada pelo regime partidocrático vigente.

7. A luta popular tem como padrão a ideia peregrina de Reino, sem chefes a prazo e sem facções partidárias, tanto liberais, como socialistas.

Nau

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Nº. 6160 - Prelo Real 16/7/2020



                         O Quarto


                    Aqui dormi.
                    Aqui sonhei.
                    Aqui me masturbei.

                    De parede, 
                    o mesmo azul do mapa
                    me convida.

                    Mas não foi de "longada"
                    De lombada em lombada, 
                    Quanta estante corrida!

                                        Alexandre O'Neil

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Nº. 6159 - Real Anarco-Comunalismo 15/7/2020


1. Poucos são aqueles que ainda têm dúvidas acerca do Estado ser uma organização política ao serviço da burguesia republicana dominante.

2. Os que sonham ser contemplados com prémios de euromilhões para os quais esporadicamente se habilitaram, veem o Estado como o garante de bens patrimoniais, da ordem jurídica e direito público internacionalmente reconhecido.

3. Todavia, o que importa é o valor, isto é, a importância que se põe a render juros, no sistema económico que controla os meios de produção disponibilizados em mercados onde tudo se vende e compra como simples mercadoria.

4. A permuta de objectos, de produtos e troca de valor por outros valores de interesse comum, sempre se praticou, agilizando-se a transacção com a circulação de moeda (disco metálico ou célula legal) fiduciária.

5. Progressivamente, os valores convencionados serão reduzidos à expressão mais simples, entesourados como amostras museológicas dado que a administração pública e a produção industrial serão de crescente tendência electrónica.

6. Voltamos ao comunalismo dos tempos idos, mas sem distinções de classe (clero, nobreza e povo) uma vez que o ser humano sempre foi igual e sempre diferente, sobretudo quando a competição doentia sobreleva a cooperação salutar.

7. O anarco-comunalismo é irreversível, abrindo o caminho para o regresso do soberano consensual, hereditário e vitalício, no crepúsculo da partidocracia. 

Nau

terça-feira, 14 de julho de 2020

Nº. 6158 - Doutrina Cooperativista 14/7/2020


1. O cooperativismo tem por base a propriedade colectiva, a autogestão e a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos associados.

2. Avizinhando-se uma administração pública e uma produção industrial electrónicas, o cooperativismo é a távola redonda onde os anarco-comunalistas amesendam por seu livre arbítrio.

3. No anarco-comunalismo não existem regras de ouro - normas para prescrever ou regular a acção ou o comportamento dos participantes em quaisquer actividades - apenas e somente o diálogo.

4. O chavão democrático - palavra apoderada pela burguesia republicana dominante que se diz ou escreve ou se faz por costume sem qualquer significado real - é recurso tão-somente engana meninos.

5. Do ponto de vista sociólogo, a democracia deveria ser a expressão das liberdades de associação, reunião e conduta baseada na auto-organização e na autogestão, todavia esse conceito mantém-se sufocado pelo Estado burguês.

6. Em boa verdade, a democracia padrão recuperada da Grécia Antiga assentava em grupos minoritários de pessoas baseada na etnia, recursos materiais e familiares.

7. Hoje a democracia é pau para toda colher, dispensada pelo anarco-comunalismo monárquico, este assente na cooperação e na autogestão, bem como na ideia peregrina de Reino.

Nau



domingo, 12 de julho de 2020

Nº. 6157 - Portal Comunalista 13/7/2020


1. O portal comunalista pretende ser o espaço disponível para o debate de ideias acerca da nova organização social que se avizinha.

2. A administração pública electrónica (APE) dentro em breve erradicará a casta de funcionários do Estado que, desempenhando tarefas burocráticas, meramente formalistas e organizativas, centralizam e monopolizam a autoridade.

3. No conceito anarquista, a substituição da soberania do Estado pelo contacto sem peias, livre de toda a regulamentação burocrática, tornará este o campeador e instrumento de destruição do reduto da burguesia republicana dominante.

4. Por outro lado, o sistema económico caracterizado pela propriedade dos meios de produção e pela existência de mercados onde tudo se vende e se submete ao poder de compra do vil metal, brevemente soçobrará.

5. Simultaneamente, a produção industrial electrónica (PIE) libertará o homem do sector de produção de bens essenciais para a sua subsistência, passando esta a ser assegurada de acordo com as necessidades individuais.

6. Ao homem de amanhã cabe a função de optar pelas actividades (sociais, culturais, artísticas ou puramente científicas) do seu agrado, pela via da cooperação e do apoio mútuo, rumo a uma vida mais sã e justa.

7. O avanço tecnológico e o estudos dos processos que consolidarão a ideia peregrina de Reino já estão ao nosso alcance. Porque não olhar criticamente o futuro?

Nau

Nº. 6156 - Psyche 12/7/2020


1. A primeira infância é mera recordação, por mais agradável ou periclitante que tenha sido.

2. O inconsciente do dia-a-dia é inatingível, mesmo pelos encartados no exercício das suas actividades profissionais.

3. A psicossíndrome, eventualmente, dá mais peso às necessidades espirituais e ao desenvolvimento transpessoal.

4. No quotidiano, todo o mundo está apenas preocupado em satisfazer as necessidades fisiológicas próprias.

5. O auto desenvolvimento requer imaginação e força de vontade, genuína intenção de real mudança.

6. Ajudar a desenvolver uma personalidade saudável é desejo em ultrapassar as diferentes crises da idade.

7. Claro que a psicossindrome não é vantajosa nas eventuais depressões porquanto a verdadeira identidade reside no bem-estar possível.

Nau

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Nº. 6155 - Fim de Semana 28 11/7/2020


1. A mão-de-obra barata e as jovens famílias carenciadas socorrem-se de qualquer telhado de abrigo, habituando-se a longas caminhadas até ao posto de trabalho e/ou ao transporte colectivo.

2. Das zonas periféricas em que o imposto cordão sanitário não curou certificar as condições físicas do pessoal circulante fez disparar as infecções calamitosas. Os responsáveis pela saúde pública procuram agora bodes expiatórios.

3. A troca de informações entre vários interlocutores motivam a interpretação da ideia que se pretende divulgar. O silêncio é tido como ouro apenas no cemitério das ideias.

4. O anarco-comunalismo monárquico assenta no regionalismo cultural e na figura do rei, hereditário e vitalício, das comunidades afins, obstando os males do sectarismo alegadamente democrático.

5. A administração pública e a produção industrial electrónicas, pedetentim, ambas superarão o estrebuchante regime partidocrático.

6. "No Way Back: 'Como sair daqui?' Perguntas bem amigo. Diógenes diria 'à cacetada, vivamente', Lichtenberg 'à gargalhada', se o conheço. Thomas Bernhard proporia 'num rectângulo de tábuas' e Machado que o caminho de saída se descobre a caminhar. Beckett é provável que dissesse 'rastejando'. Diderot aventaria 'pela rua do liceu, Tcheckov 'pela viela mais escura, à tua esquerda'. Séneca diria muito sonso, 'pelo passeio das virtudes', Vaninegen 'pelo jardim das Belas-Artes'. Bashô responderia (e eu como ele) 'é muito cedo, fica mais um pouco, ainda há vinho na garrafa". José Miguel Silva dixit.

7. O compromisso anarquista assenta no auxílio mútuo, bem como na formação contínua, maneira por que se constitui uma mentalidade e carácter são.

Nau

Nº. 6154 - Luta Popular 10/7/2020


1. Sendo a monarquia (mono+archia) a autoridade de um só, sem dúvida que esta (entenda-se, a autoridade) emana do povo.

2. O povo - colectivo de todos os indivíduos da mesma comunidade, bem como das comunidades afins - fundamenta o anarco-comunalismo.

3. A comparticipação de todos é incontornável; jamais a delegação a terceiros será tida como a representação global, esta possível apenas na monarquia.

4. Claro que a liberdade resulta da aptidão de o homem agir ou não agir por seu livre arbítrio, dependendo somente da sua vontade.

5. O poder de alguém proceder sem outra causa que não seja o próprio exercício desse poder, tem por limite o estorvo a outrem.

6. Todavia, o compromisso anarquista assenta no auxílio mútuo, bem como na formação contínua, maneira por que se constitui uma mentalidade e carácter sãos.

7. Os ideais homogeneízam as características essenciais e equilibram a comuna tradicional, bem como as comunidades afins.

Nau

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Nº. 6153 - Prelo Real 9/7/2020


                        No Way Back 


     "Como sair daqui?" Perguntas bem, amigo.
     Diógenes diria "à catanada, vivamente",
     Lichtenberg "á gargalhada", se o conheço.
     Thomas Bernhard proporia "num rectângulo 
     de tábuas" e Machado que o caminho de saída 
     se descobre a caminhar. Beckett é provável 
     que dissesse "rastejando".
     Diderot aventaria 
     "pela rua do liceu", Tcheckov "pela viela
     mais escura, à tua esquerda". Séneca diria
     muito sonso "pelo jardim das Belas Artes.
     Bashô responderia (e eu com ele) "é muito cedo,
     fica mais um pouco, ainda há vinho na garrafa".

                                                     José Miguel Silva
                                                 (de Walkmen)

    

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Nº. 6152 - Real Anarco-Comunalismo 8/87/2020


1. Tem-se procurado associar o anarquismo aos conflitos laborais atribuindo aos sindicatos um papel de guarda avançada na luta pela emancipação da classe operária.

2. Ora o anarquismo é uma doutrina político-social destruidora da autoridade, pretendendo subverter a ordem pública centrada no Estado, o reduto da burguesia republicana dominante.

3. Contrapondo razões ponderadas e defendendo a liberdade total do indivíduo, será pouco razoável atribuir aos sindicatos um papel relevante quando se pretende somente um apoliticismo radical.

4. Escamoteando o objectivo de impor através de processos ínvios o totalitarismo do Estado, as facções esquerdistas, indecorosamente, foram controlando os sindicatos operários, servindo estes para catapultar os dirigentes comunistóides para as cadeiras do poder. 

5. O alegado anarco-sindicalismo tem apenas servido a estratégia centralizadora da internacional comunista, inibindo a maioria de participar de modus in rebus na vida política.

6. Claro que o anarco-comunalismo monárquico é a única via para dirimir tanto os ímpetos liberais como os socialistas, na sanha doentia em coarctarem as reais liberdades das comunas.

7. A administração pública e a produção industrial electrónicas, pedetentim, ambas superarão o estrebuchante regime partidocrático.

Nau


terça-feira, 7 de julho de 2020

Nº. 6151 - Doutrina Cooperativista 7/7/2020


1. O cooperativismo tem por fundamento o auxílio mútuo e a autogestão grata aos anarquistas.

2. Como é óbvio, o cooperativismo colectivista imposto pelo Estado não passa de esquema fraudulento da burguesia republicana dominante.

3. Baseada numa estrutura piramidal, os sectários comunistas oferecem eventual promoção selectiva nas múltiplas plataformas de acordo com os interesses do vértice.

4. Muitas outras hipóteses têm sido ensaiadas na Rússia, China e Israel como propriedades colectivas, todas elas coarctando seriamente a liberdade individual.

5. Porém, o imparável avanço tecnológico controlará, dentro em breve, o processo produtivo industrial de acordo com as necessidades locais, regionais e continentais, satisfazendo tudo que é imprescindível à população.

6. A par e passo a administração pública electrónica assegurará a subsistência da totalidade dos indivíduos que habitam o Planeta Azul, permitindo a esta uma harmoniosa vivência.

7. Claro que o anarco-comunalismo monárquico assenta no regionalismo cultural e na figura do rei, hereditário e vitalício, das comunidades afins, obstando os males do sectarismo alegadamente democrático.

Nau

domingo, 5 de julho de 2020

Nº. 6150 - Portal Comunalista 6/7/2020


1. A troca de informações entre vários interlocutores motivam a interpretação da ideia que se pretende divulgar. 

2. Tratando-se de um fenómeno puramente intelectual respeitante a algo já verificado - noção que ocorre no espírito dos interlocutores - mantido como conhecimento partilhado.

3. Consciência da própria mensagem e/ou problemática, a comunicação é a acidental materialização do pensamento, eventual sentimento público manifestado.

4. A comunicação diligencia a busca de respostas e análise crítica da informação suscitada que poderá ser aceite ou laboriosamente rejeitada através de ponderados comentários.

5. no sentido geral, a mensagem é a razão do tema que importa analisar e divulgar, fautora de eventuais consensos e incentivo à eventual multiplicação de partilhas

6. As múltiplas variáveis ocorridas robustecem o pensamento comum uma vez que implica interacção social e cognitiva susceptível da formação de plataformas ou grupos de amigos ligados por afinidades.

7. O silêncio é tido como ouro apenas no cemitério das ideias.

Nau

sábado, 4 de julho de 2020

Nº. 6149 - Psyche 5/7/2020


1. Nos arredores das grandes urbes agrupa-se a maior parte daqueles que, pelos baixos salários auferidos, não têm meios para arrendar casa própria.

2. Tomar por alugueres quartos é possível a estudantes com mensalidades regulares e proximidade adequada às instituições de ensino onde se encontram integrados.

3. A mão-de-obra barata e as jovens famílias carenciadas socorrem-se de qualquer telhado de abrigo, habituando-se a longas caminhadas até ao posto e/ou ao transporte colectivo.

4. Claro que, quanto mais longe se encontram do lugar a que se dirigem, mais caros se tornam os títulos de transporte, pelo que a viciação destes ou entradas à socapa são as soluções temerárias ocasionais.

5. Os bairros onde tempos idos viviam pessoas da mesma classe social, isto é, da mesma esfera social, viraram a zonas de turismo, onde o pitoresco resulta em rios de dinheiro para investidores de sucesso.

6. Ao anunciar que a recente pandemia se encontra mais ao menos controlada, e os impeditivos à livre circulação atenuada, das zonas periféricas em que o imposto cordão sanitário não curou certificar as condições físicas do pessoal circulante, fez disparar infecções calamitosas.

7. Entre a espada e a parede os responsáveis pela saúde pública procuram agora bodes expiatórios.

Nau

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Nº. 6148 - Fim de Semana 27 4/7/2020


1. A sinusite é a inflamação da mucosa nasal, membrana que prolongam o tegumento cutâneo para dentro dos orifícios naturais.

2. O fim do grande capital e do reduto da burguesia republicana dominante, isto é, a organização política designada por estado, tem os dias contados, uma vez que, o camartelo anarquista é sofisticado e imparável.

3. Preconizando a associação de pessoas de modo a satisfazerem as suas necessidades económicas, sociais e culturais, o cooperativismo é o fundamento da doutrina anarco-comunalista.

4. Como é óbvio, a eliminação do Estado, reduto da burguesia republicana dominante, põe cobro à ordem hierárquica estabelecida por liberais e socialistas.

5. Organizações libertárias de cariz cooperativista continuarão a satisfazer as necessidades políticas, sociais e culturais do anarco-comunalismo monárquico.

6. "Portugueses: Pés assentes em grãos de areia, sangue subjugado ao ritmo das marés. Aventureiros a procurar instantes de mar e solidão ou simples emigrantes em busca do pão. Nação erguida em chão submerso, em cada alma um cais de partida sem regresso". José Travaços santos dixit.

7. Estimular a cooperação e o diálogo é o fundamento do anarquismo, uma vez que, a competição e a rivalidade apenas alimentam instintos soezes.

Nau

Nº. 6147 - Luta Popular 3/7/2020


1. A emancipação humana definitiva manifesta-se através da progressiva administração pública e produção industrial automática, ambas electrónicas.

2. O conjunto de métodos e técnicas dos procedimentos burocráticos e o industrialismo baseado na centralização estatal, aproxima-se do fim.

3. Claro que, sendo o essencial da vida e da natureza humana assegurada pela robótica, esta não restringirá a liberdade do homo sapiens, apenas eliminando o reduto da burguesia republicana dominante.

4. Faculdades mentais perturbadas eventualmente irão carecer de assistência e cuidados particulares, sem exclusão forçada ou voluntária das actividades públicas.

5. Estimular a cooperação e o diálogo é o fundamento do anarquismo, uma vez que a competição e a rivalidade apenas alimentarem instintos soezes.

6. Como é óbvio, as comunidades robustecem-se pela vivência que não pela partidocracia, isto é, sectarismos doentios, espíritos clubistas opondo esses os interesses particulares aos gerais.

7. O anarco-comunalismo monárquico é o vade mecum preconizado.

Nau


quinta-feira, 2 de julho de 2020

Nº. 6146 - Prelo Real 2/7/2020


                         Portugueses

          Pés assentes em grãos de areia
          sangue subjugado
          ao ritmo das marés.

          Aventureiros
          A procurar instantes
          de mar e de solidão
          ou simples emigrantes
          em  busca doutro pão.

          Nação erguida em chão submerso,
          em cada alma um cais de partida
          sem regresso.

                                         José Travaços Santos

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Nº. 6145 - Real Anarco - Comunalismo 1/7/2020

1. O anarco-comunalismo monárquico (ACM) é tema recorrente neste espaço.
 
2. Poder dispor de si - o livre arbítrio - é responsabilidade assumida, sustentada pela cooperação.
 
3. A propriedade colectiva expressa na doutrina cooperativista é o fundamento do anarquismo.
 
4. Como é óbvio, a eliminação do Estado, reduto da burguesia republicana dominante, põe cobro à ordem hierárquica estabelecida por liberais e socialistas.
 
5. a administração pública e a produção industrial electónicas (APE+PIE), a par de uma subsistência individual assegurada, são o fundamento anarquista.
 
6. Organizações libertárias de cariz cooperativista continuarão a satisfazer as necessidades políticas, sociais e culturais do anarco-comunalismo monárquico.
 
7. Harmonia e solidariedade são o leitmotiv das comunidades afins.
 
Nau