quarta-feira, 22 de abril de 2020
Nº. 6075 - RAC 22/4/2020
1. O anarco-comunalismo tem por fundamenta a liberdade e a autonomia do homem.
2. Caminhando para uma produção industrial automática, bem como para uma progressiva administração pública digital, os bens próprios resumem-se aos estritamente essências.
3. Quando da erradicação da figura do Estado, reduto da burguesia republicana dominante, tanto a autogestão própria como a colectiva, serão de índole cooperativista.
4. Sem disputas sectárias e sem autoritarismos espúrios, o anarquismo, progressivamente, valorizará a autodisciplina, bem como a responsabilidade em todos os actos humanos.
5. A natural educação libertária, cultivada nas unidades cooperativas, assentam nas práticas associativas e inter-sociais.
6. O diálogo e a solidariedade serão a plataforma onde a actividade cooperativa se baseia e naturalmente se consolida.
7. Por referência, o anarco-comunalismo tem um soberano consensual, hereditário e vitalício, nas comunidades afins, que reina, mas não governa.
Nau
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