sábado, 4 de abril de 2020

Nº. 6057 - Fim de Semana 14


1. O homem, como qualquer outro ser do Planeta Azul, vive enquanto a vida dura. Desde a noite dos tempos, subsistência assegurada pelo meio ambiente, distinguia-se o primata pelo gregorismo e elaborada expressão oral.

2. Perante a epidemia avassaladora, outros lamentam o aperto capitalista que irá prejudicar a burguesia republicana dominante, pois quem morre, morre, mas  o esbajamento do capital lamentável.

3. Tempo de mudança: crepúsculo do sistema económico da burguesia republicana dominante; liberdade total do indivíduo anarco.comunalista.

4. A concorrência de auxílio, de forças e de meios - fundamento das unidades cooperativas - são "leitmotiv" humana.

5. Como é sabido, a bandeira da República Portuguesa é rectangular e bicolar, sendo o verde na tralha mais curto do que o vermelho na batente. Uma esfera armilar e o escudo, centrados nas duas cores do partido republino, é interpretada pelos estrangeiros como a bandeira de um clube de futebol.

6. "Sorpresa: ... Era madrugada. Nadie pudo asomarse a sus ojos abiertos al duro aire. Que muerto se quedó en la calle que con un puñal en el pecho y que no lo conocía nadie". Frederico Garcia Lorca dixit.

7. Claro que a liberdade e a responsabilidade são o apanágio do anarco-comunalista uma vez que o homem, sendo um animal gregário, procura fixar-se no espaço geográfico em que, desde que viu a luz do dia, se acomodou.

Nau

Nenhum comentário:

Postar um comentário