segunda-feira, 22 de julho de 2019
Nº. 5802 - Portal Comunalista
1. Ontem, terminando o apontamento dedicado ao sensorium da transcendência, i.e., a mente, afirmei que a unidade cooperativa era a única via para satisfazer as necessidades sociais e culturais dos associados.
2. De facto, a unidade cooperativa é o protótipo da futura comunidade em que o homem, arredado da produção para a subsistência própria - esta garantida por sofisticados meios robotizados - multiplicará a capacidade de acesso a novos conhecimentos técnicos e possibilidades de bem-estar.
3. A eternidade não tem começo nem fim e, tal como a energia, é a causa e origem de todas as mudanças, logo, potencial de transformação, podendo adequar-se a alguma utilização desejável.
4. O persistir, sem dúvida que é uma característica de energia, porém o que importa é o criar capacidade satisfaz, porém sufoca, tendencialmente pela eventual repetição.
5. A eternidade seria quase tão má como uma sessão da Assembleia da República, embora esta última mantenha uma raiz familiar da partidocracia que, não sendo tudo, poderá afirmar-se como o mais de nada.
6. O grande Prometeu libertou o homem da ideia obsessiva da morte dando cega esperança à vida, mas esta jamais será mantida pela substância, mas tão-somente pela esperança livre das tormentas do Cáucaso.
7. De momento basta a cooperação.
Nau
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