segunda-feira, 6 de maio de 2019
Nº. 5725 - Portal Comunalista
1. Olhando ao nosso redor apercebemo-nos, com profunda mágoa, que o progresso se verifica em muitas áreas (sobretudo no avanço das ciências) mas no social, por vezes, regredimos ao tempo das cavernas.
2. Claro que, para os bem instalados na vida, a presunção que a autoridade emana do povo é um facto, desde que este vote na classe média serventuária, ingressando a dita ora na função pública, ora nas profissões liberais.
3. Aparentemente o liberal admite opiniões diferentes das suas, dado que é favorável à liberdade civil e política; grande crítico da propriedade privada alheia; entusiasta dos grandes investimentos e produções das quais venha obter os melhores réditos.
4. O plutocrata não tem profissão mesmo que credenciado por vários graus académicos uma vez que se limita a sustentar uma turma de especialistas que o
exime do pagamento de elevados encargos, sempre presentes, veneradores e obrigados,
5. Também os corifeus políticos existem para fazer o jogo dos plutocratas porquanto são estes que lhes garantem o acesso às cadeiras do poder, além do emprego a familiares e aos numerosos amigos.
6. No centralismo burocrático, tanto os empresários como os funcionários públicos estão sujeitos a uma apertada vigilância policial - operação levada a cabo pelos membros do partido único, sendo o carreirismo assegurada pelo bonzo de serviço.
7. Só a administração electrónica, levando a cabo uma redistribuição da riqueza de acordo com as necessidades individuais, e a natural prática cooperativa poderão assegurar o progresso comunitário.
Nau
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