quarta-feira, 20 de março de 2019

Nº. 5680 - RAC


1. Há sempre alguém que, pressurosamente, nos vem chamar a atenção para unidades cooperativas geridas como empresas familiares.

2. Sócios invisíveis pagam quotas, segundo os registos contabilísticos, mas apenas funcionários se enxergam nas diversas actividades sob a batuta de um director que se eterniza nas suas funções ao cabo de vários actos eleitorais, estes de feição maçónicos.

3. Encarregados ou chefes na gíria do pessoal, em nome do patrão, digo, director, vão orientando as actividades da unidade em questão como se estas do sector público se tratasse.

4. Iniciativas empresariais dos associados que pagam quotas são desconhecidas, muito embora alguns possam fazer parte do quadro do pessoal da unidade cooperativa, porém como meros funcionários.

5. Claro que o espírito cooperativo que reúna actividades de várias pessoas interessadas na satisfação das suas necessidades económicas, sociais e culturais não existe, limitada que foi à remuneração paga pelo empregador ao funcionário pelo serviço prestado.

6. Sem dúvida que as actividades de muitas instituições académicas e unidades empresariais apenas do cooperativismo guardam as disposições legais do respectivo código, sem vinculação doutrinária.

7. Também muita gente se afirma liberal ou socialista embora medularmente pertença à burguesia republicana dominante.

Nau

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