segunda-feira, 11 de março de 2019
Nº. 5671 - Portal Comunalista
1. Há oito anos nestas lides, temos avançado com várias propostas que, para algumas pessoas, são pouco consensuais.
2. Várias têm sido as tentativas de grupos de inspiração centralizadora imporem espartilhos na doutrinação monárquica, baseados em credos religiosos (que se multiplicam por tudo que é sítio) e na classe burguesa dominante.
3.A classe social gerada historicamente pela criação de centros de transacções comerciais, na Idade Média, alcançou um desenvolvimento notável com a abertura de novos e distantes mercados, com rotas terrestres e marítimas mais ou menos seguras.
4. Claro que a classe burguesa - formada por artesãos (trabalhadores manuais por conta própria); comerciantes (gente activa em algum ramo de negócios); prestamistas (pessoas que emprestavam dinheiro a juros); mão-de-obra barata (dos que fazem o trabalho à custa da força dos seus braços) - foram crescendo em número e consolidando a sua dinâmica nos grandes centros populacionais.
5. Cedo a classe guerreira (nobres) e a confessional (formada por sacerdotes) foi perdendo os seus pergaminhos e utilidade, sendo substituída por empregados públicos, principalmente de secretaria ou repartições superiores do Reino.
6. Num mercado de valores os plutocratas investem em projectos que lhes proporcionam maiores lucros e menores riscos, orquestrando as disputas partidárias, ora apoiando governos instáveis, ora antagonizando o soberano a prazo com a maioria parlamentar.
7. Aqui opomos a unidade cooperativa aos esquemas divisionistas e/ou partidários; a comunidade realista à república burguesa; o soberano consensual, hereditários e vitalício, ao soberano a prazo de génese partidária.
Nau
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