quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Nº. 5658 - RAC
1. Sendo o mais novo de uma família numerosa, cedo me habituei a escutar os mais idosos que divergiam em credos, opções políticas e atitudes para a vida de um modo singular.
2. Nunca fui coagido a assumir posições do agrado de terceiros, mesmo quando estes provinham de figuras ímpar na estatura social, formação académica e sucesso na carreira profissional laboriosamente construída, descansando tais cavalheiros, por mor dos anos, no seio da família.
3. Panoramas da vida social, económica e política das terras lusas, a partir dos finais do séc.XIX até aos nossos dias, têm sido relatados pelas memórias de uns e a participação activa de outros, conotando a palavra democracia com lixo de estrumeira.
4. O asilo político de figuras como António José de Almeida, Manuel Teixeira Gomes e outros da mesma igualha foram partilhados em São Tomé, Argélia, França e Cabo Verde por familiares meus, com relatos pouco abonatórios das posições por estes assumidas.
5. Claro que o antes e o após 25A tem carradas de porcaria, tanto de nacionalistas exaltados, como de libertinos, digo, libertários de obediência fascistóide - de direita e de esquerda - empenhados em tomar de assalto as cadeiras do poder, com largo número de apaniguados e oportunistas de alto coturno.
6. Morreu Arnaldo de Matos, um dos fundadores do MRPP do qual se afastou em 1982, por alegada necessidade de tomar conta dos filhos e trabalhar para o sustento próprio, tendo regressado à actividade política em 2015 com ataques soezes a António Garcia Pereira, seu discípulo e amigo.
7. Só em Maio de 2017, com a lhaneza que lhe é peculiar, Garcia Pereira respondeu às diatribes de Arnaldo de Matos em texto a não perder no www.emnomedaverdade.com .
Nau
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