segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Nº. 5460 - Portal Comunalista


1. O pedaço de pano que se hasteia num pau ou ferro comprido e delgado, distintivo de uma associação de pessoas com fins e interesses comuns é o símbolo daquilo que aspiramos.

2. Sendo o objecto do nosso modelo intelectual, estético, afectivo ou de ordem prática, a bandeira representa a ideia, divisa ou lema que serve de guia à doutrina política aqui defendida.

3. Entre o azul do céu - espaço infinito em que giram todas as formações celestes, galáxias, quasares, raios cósmicos, etc., do pensamento humano - e o azul do profundo mar - imensidade no seu género e desafio a visitar em toda extensão e em todos os sentidos - resta o branco, límpido e puro.

4. Certo é o branco representar a síntese de todas as cores, impressão causada pelos diferentes raios luminosos, simples ou combinados, quando reflectidos pelos corpos e por nós, humanos atentos, observados.

5. Entre o céu e a terra - o inverso não altera a faculdade de sentir, de compreender, de apreciar - no imaculado branco, mantêm-se os cinco escudetes que figuram nas armas de Portugal, encimados pela coroa que nos abraça.

6. Como é óbvio, o azul predominante - tanto da esquerda, como da direita - nada discrimina e o branco medial erradica todo o facciosismo político cultivado pela burguesia republicana dominante, esta instigada pelos plutocratas malsãos.

7. Eis, por razões óbvias, a bandeira adoptada pelo cooperativismo monárquico comunalista.

Nau

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