sexta-feira, 2 de março de 2018

Nº. 2296 - Luta Popular


1. Confesso não nutrir grande simpatia pelo clubismo político.

2. Porém, durante algum tempo, presumi que certos políticos de carisma pudessem realizar a reforma social que este rectângulo da Península Ibérica à beira Atlântico plantado carece.

3. Assim dei os primeiros passos na Internet pela mão de Paulo Especial, administrador do "Monárquico.com Índice", tendo presente que o soberano hereditário e vitalício logicamente obviará disputas partidárias no topo da comunidade.

4. Entretanto, numa óptica mais ao menos cooperativa, sonhava com uma "Casa dos 24" onde - para além dos representantes das correntes políticas (liberal, socialista, cooperativista) - a presença do porta-voz das comunidades teria lugar.

5. Vencer o clubismo imposto pelos plutocratas que na cultivada disputa partidária vão financiando a produção e o consumo, tanto de bens essenciais como de artigos envenenados - drogas, armas destruidoras, paraísos além-túmulo - não é fácil.

6. Claro que a doutrina cooperativista não permite discriminações raciais, políticas ou religiosas no seu meio uma vez que os associados, por norma, limitam-se a satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais.

7. Mesmo na hipótese de eventuais tendências facciosas, o conjunto de técnicas de automatização dos procedimentos (robótica) dentro em breve estabelecerá programas de administração eficientes, dispensando a circulação fiduciária e a corrupção visceral do regime vigente.

Nau

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