quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Nº. 2113 - Prelo Real
REVOLUTION
You say you want a revolution
well you know
We want to change the world
you tell me that it's evolution
well you Knou
we all want to change the world
but when you talk about destruction
don't you know that you can count me out?
Don't know it's gonna be
alright?
alright?
alright?
you say you've got a real solution
well, you Know
we'd all love to see the plan
you ask me for a contribution
well you know
we are doing what we can
but if you wnt money for people with minds that hate
all I can tell is, brother, you'll have to wait
Don't know it's gonna be
alright?
alright?
alright?
you say you'll change the constitution
well, you know
we all want to change your head
you tell me it's the institution
well, you know
you'd better free your mind instead
but if you go carrying pictures of chairman Mao
you ain't gonna make it with anyone anyhow
Don't you know it's gonna be
alright?
alright?
alright?
alright?
alrighr?
alright?
John Lennon
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Nº. 2112 - RAC
1. Foi-me facultada uma resenha da doutrina monárquica disponível na Internet e, sinceramente, não encontro ponta com que lhe pegar.
2. Dado que nos encontramos num período final de férias, talvez seja oportuno deixar correr a pena seguindo a ordem dos textos em questão.
3. Comecemos pelo apontamento de Cristina Ribeiro (4/07/13) em que esta, com base num texto de Henrique Barrilaro Ruas (A Liberdade e o Rei) afirma: "Quando comecei a ver a superioridade da monarquia...", logo se percebe que não se trata de qualquer lógica, apenas de uma questão de fé.
4. Os "Arautos d'El-Rei" - presumo que em fresca data e às 22h e 24 minutos - avança com "Carta de Alfredo Pimenta a Caetano Beirão" da qual catrapisquei a frase: "é a Monarquia Tradicional aquela que nasceu com Portugal em 1128, e expirou de facto, que nunca de direito, em 1834, às mãos do estrangeiro...", portanto, há muito fora de prazo.
5. Do mesmo bog "Arautos d'El-Rei" o bombo da festa é o Artigo 288 da actual Constituição da República que proíbe a alteração da forma republicana, apresentando como plano de fundo a praça da cidade de Chaves onde tudo evoca os tempos da Monarquia...", resumindo o tema a vistas passadistas.
6. "O Monárquico Inconformado" blog, em Janeiro último, dá relevo à edição evocativa do livro "Razões Reais", de Mário Saraiva, edição da Real Associação de Lisboa, considerando tal livro indispensável na biblioteca de qualquer monárquico, tendo sido prometido um comentário aos 17 capítulos de tal obra que, sem dúvida, "contribuirá para tornar mais luminosa a luz ao fim do túnel".
7. Omantodorei blog, em Março do corrente ano, lança a petição para repor a verdade histórica da Casa de Bragança, depois de 106 anos do golpe de Estado do partido republicano. Não há pachorra!
Nau
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Nº. 2111 - Doutrina Cooperativista
1. A denominação adoptada para cada unidade cooperativa deverá sempre ser seguida das expressões "cooperativa", "uniões cooperativas", etc., e ainda de "responsabilidade limitada".
2. Os estatutos deverão obrigatoriamente conter a denominação e localização da sede; ramo do sector cooperativo; órgãos da cooperativa; montante do capital inicial.
3. Além de condições de admissão, duração dos mandatos, etc.; na falta de disposições estatutárias serão aplicadas as normas do Código Cooperativo em vigor.
4. Claro que antes do registo do acto de constituição da cooperativa, os associados fundadores respondem, solidaria e ilimitadamente, pelos actos praticados.
5. As entradas mínimas de capital a subscrever por cada cooperador são determinadas pela legislação aplicável aos diversos ramos do sector cooperativo.
6. Os títulos representativos do capital social da cooperativa têm um valor normal mínimo de 5 (cinco) euros ou um seu múltiplo.
7. A realização do capital poderá ser em dinheiro, bens ou direitos, além de trabalho ou serviços.
Nau
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Nº 2110 - Portal Comunalista.
1. Aparentemente há muitos blogs monárquicos na Internet mas fraco entendimento entre os mesmos.
2. Excluídos, por razão de bom-senso, os blogs cripto-republicanos, resta-nos os que se alvoram de tradicionalistas enchendo os espaços por si geridos com imagens de santos e textos de um nacionalismo bacoco.
3. Na falta de um reverendo soberano, hereditário e vitalício, sublima-se a pátria mítica, nem sempre correspondendo esta ao lugar em que cada qual nasce.
4. Claro que o termo pátria - torrão natal de uma sentimentalidade sui generis, tanto para o minhoto como para o algarvio - tornou-se sinónimo de nação.
5. Logo, o conjunto dos habitantes de um território ligados por interesses comuns e regidos pelas mesmas leis passou a designar-se por nação em vez de reino, tendo a bandeira e o hino como distintivo.
6. Embora as fronteiras geográficas se esbatem e a tendência cosmoplolita se acentue, muitos são aqueles que se agarram a proselitismos espúrios.
7. O que importa é dialogar, denunciando a impudência da burguesia republicana dominante.
Nau
domingo, 27 de agosto de 2017
Nº. 2109 - Psyche
1. Há muito tempo já que a História substituiu o Mito, excepto para os tradicionalistas que se mantêm presos algures no passado.
2. Sem dúvida que o futuro se projecta no presente e este no que foi, mas que já não existe, numa óptica de progresso.
3. Claro que a informação disponibilizada pelos historiadores de diferentes confissões de fé ou alinhamentos políticos apresenta naturais discrepâncias, irrelevantes em termos de futuro.
4. Esperançosamente, o dia de amanhã será mais harmonioso ao depender, cada vez menos, do espírito de competição inculcada na espécie humana.
5. Alguém que tenha herdado certa tradição lendária do seu grupo étnico reagirá cépticamente a perspectivas diferentes das suas, embora de vínculo similar.
6. O cientismo não será a panaceia mas uma boa via para melhorar a qualidade das respostas que almejamos obter para as dúvidas do presente.
7. O mito dá ao homem a ilusão de entender o universo e será que o universo entende o homem.
Nau
sábado, 26 de agosto de 2017
Nº. 2108 - Fim de Semana 34
1. A faculdade humana não se limita à edificação de padrões mentais, mas à correspondência destes com o conhecimento adequado ao instante.
2. Porém, ninguém pretende assumir responsabilidades colectivas delegando o seu poder de decisão a desconhecidos que apenas servem de trampolim aos Antónios Costas e quejandos do nosso espectro político.
3. O sector cooperativo compreende os seguintes ramos: consumo; comercialização; agrícola; crédito; habitação e construção; produção operária; artesanato; pescas; cultura; serviços; ensino; solidariedade social.
4. Como é óbvio, a diferença entre monárquicos e republicanos reside no facto dos primeiros defenderem um soberano hereditário e vitalício; os segundos, um soberano a prazo de génese partidária.
5. Por incrível que pareça, no campo daqueles dois contendedores existem mais convergências do que dissensões uma vez que ambos procuram associar a prática democrática à partidocracia.
6. "Não importa se a estação do ano muda... Se o século vira; se o milénio é outro; se a idade aumenta... Conserva a vontade de viver - não se chega a parte alguma sem ela". Fernando Pessoa dixit.
7. Na lógica de reino - grupo de comunidades autónomas reverentes a um soberano hereditário e vitalício - o que importa é a satisfação económica, social e cultural dos seus membros.
Nau
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Nº. 2107 - Luta Popular
1. Pessoa cuja memória será para sempre celebrada, não passar de mera assunção desmedida.
2. Certo é, tanto os santos de ao pé da porta, bem como os milagreiros acidentais, pouco valerem à posteridade.
3. Logo, padrões são artifícios para manter a chama viva, embora susceptível de esta ser desvirtuada por interesses particulares.
4. A transmissão oral ou testemunho escrito de factos, lendas, escolas - cultos religiosos ou doutrinas políticas - apenas reflectem interesses peculiares, próprios de classes dominantes.
5. Liberais e socialistas tripudiam entre si mais Estado/menos Estado, tendo por fundamento a óptica capitalista da grande produção e largos investimentos.
6. Porém, na lógica de Reino - grupo de comunidades autónomas reverentes a um soberano hereditário e vitalício - o que importa é a satisfação económica, social e cultural dos seus membros.
7. Urge a multiplicação das unidades cooperativas, aplanando o caminho para o regresso do Rei.
Nau
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Nº. 2106 - Prelo Real
Não importa...
Se o século vira, se o milénio é outro
Se a idade aumenta...
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Nº. 2105 - RAC
1. Como é óbvio, a diferença entre monárquicos e republicanos reside no facto dos primeiros defenderem um soberano hereditário e vitalício; os segundos, um soberano a prazo de génese partidária.
2. Por incrível que pareça, no campo daqueles dois contendedores existem mais convergências do que dissensões uma vez que ambos procuram associar a prática democrática à partidocracia.
3. De facto, desde o início do Século XIX que a paixão partidária foi insuflada no Reino de Portugal arruinando o sistema político-económico então baseado no agrupamento em corporações e funcionando como elemento da governação.
4. Claro que a paixão sectária é alimentada pelos plutocratas que assim condicionam aqueles que defendem menos Estado (liberais) como os que pugnam pelo centralismo burocrático (socialistas).
5. Sempre que um monárquico manifesta grande apego aos usos antigos isso apenas significa um compromisso com fideísmos bafientos; os republicanos dão uma no cravo e outra na ferradura, eventualmente aceitando um soberano vitalício desde que este lhes assegure a intocabilidade dos interesses adquiridos.
6. Noventa anos de Monarquia liberal; dezasseis anos de República maçónica desbragada; quarenta e tal anos de República salazárquica; outro tanto de República socialista regida pela burguesia dominante...
7. Já é tempo de pôr cobro à apropriação doentia dos plutocratas e fomentar a multiplicação das unidades cooperativas rumo a uma Economia Social, tendo presente que Monarquia significa governo de um só, i.e., governo do Povo.
Nau
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Nº, 2104 - Doutrina Cooperativista
1. O sector cooperativo compreende os seguintes ramos: consumo; comercialização; agrícola; crédito; habitação e construção; produção operária; artesanato; pescas; cultura; serviços; ensino; solidariedade social.
2. As cooperativas podem ser do primeiro grau ou de grau superior, sendo as primeiras aquelas cujos membros sejam pessoas singulares ou colectivas; as de grau superior, as uniões, federações e confederações.
3. As régies cooperativas ou cooperativas de interesse público são caracterizadas pela participação do Estado ou de outras pessoas colectivas de direito público.
4, As cooperativas podem exercer qualquer actividade económica, desde que respeitem a lei e os princípios cooperativos,
5. É permitido às cooperativas associarem-se com outras pessoas colectivas ou não cooperativas desde que não percam a sua original autonomia.
6. A constituição das cooperativas do 1.º grau deve ser reduzido a escrito salvo se forma mais solene for exigida para a transmissão dos bens que representem o capital inicial da cooperativa.
7. Porém, a legislação complementar aplicável aos diversos ramos do sector cooperativo acima indicados poderá exigir a forma de escritura pública para a constituição de cooperativas.
Nau
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Nº. 2103 - Portal Comunalista
1. Segundo Gil Vicente, no "Auto da Lusitânia", Todo o Mundo é lisonjeiro e Ninguém desenganado.
2. De facto, toda a gente se compraz com algo que satisfaça o amor-próprio, procurando cair nas boas graças de outrem, para atrair e seduzir, tal como o camarada António Costa.
3. Todo aquele que procura ludibriar ou tornar-se benquisto por meio de falsos louvores ou baixas complacências age por interesses pessoais, embora possa afirmar o contrário.
4. São homens que têm fome de poder e, para atingir tal objectivo, esperam ser servidos pelos bajuladores que, devido à sua menoridade intelectual, se
contentam com a sombra de qualquer chaparro.
5. Ninguém se afirma desenganado uma vez que alimenta esperanças ilusórias de vir a ter ganhos materiais (e substanciais!) num futuro próximo ou apostar na sobrevivência por fideísmos bacocos.
6. Em boa verdade, ninguém pretende assumir responsabilidades colectivas delegando o seu poder de decisão a desconhecidos que apenas servem de trampolim aos Antónios Costas e quejandos do nosso espectro político.
7. Sobrevivem (por pouco tempo) os jornais impressos; os livros amontoam-se nas prateleiras e as pessoas deixam de dialogar - papagueiam involuntariamente.
Nau
domingo, 20 de agosto de 2017
Nº. 2102 - Psyche
1. A percepção que qualquer pessoa tem de si própria depende dos padrões cultivados.
2. Logo, o ouvido, a vista, o paladar, o olfacto, etc., condicionam a dita percepção interna, isto é, a compreensão ou apreensão mental das imagens que nos ocorrem a cada momento.
3. O objecto - texto, som, imagem que o transporta - pode existir como pequena fracção do universo de imagens registadas, mas promovem as pertinentes reacções.
4. A faculdade humana não se limita à edificação de padrões mentais, mas à correspondência destes com o conhecimento adequado ao instante.
5. Consciência e comportamento são acções correlativas, embora os mecanismos que as disparam sejam pura memória, mera visão e/ou artifícios da linguagem.
6. O cérebro - parte ântero-posterior do encéfalo situada no interior do cérebro - centraliza a actividade nervosa, sendo a fonte das sensações conscientes, tanto da aprendizagem como da memória.
7. A noção tradicional do si próprio caracteriza a pessoa.
Nau
sábado, 19 de agosto de 2017
Nº. 2101 - Fim de Semana 33
1. Deus como socorrista há muito que foi dispensado dos seus serviços, embora a recorrência a este possa ter lugar nos períodos eleitorais.
2. Segundo afirmavam os antigos, o mundo é um relógio que trabalha sem qualquer necessidade do relojoeiro, intuitivamente desconfiando da existência deste.
3. O número de silenciosos visitantes é confortador. Porém, as reacções manifestadas em privado evidenciam pontuais reticências que, não completando raciocínio, dão sinais de indeterminação.
4. Certo é a vigência da burguesia republicana dominante e/ou dos caudilhos iluminados (Castros, Chavez e quejandos) estar a aproximar-se do fim, sendo o recurso à tecnologia de ponta incontornável.
5. As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável das suas necessidades, através de políticas aprovadas pelos membros.
6. Logo, a cooperação diligente opor-se à apropriação doentia - quer de meios quer de títulos académicos - uma vez que na relação saudável entre as pessoas e as coisas que lhe são moral ou materialmente úteis é que consolida a Democracia.
7. Praticando uma autogestão e um autofinanciamento racionais, as unidades cooperativas (sem qualquer característica sectária) é a real escola da democracia porquanto os interesses próprios nada têm que ver com classes dirigentes.
Nau
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Nº. 2100 - Luta Popular
1. Cansado do apelo a uma luta que poucos assumem como sua, penosamente volto à carga, sem ilusões.
2. Liberais e socialistas terçam armas (há mais de um século!) convenientemente secundados pelos exímios peões de brega ministeriáveis.
3. Tanto na primeira como na segunda família política, existem tonalidades para todos os gostos, uns por menos e outros por mais Estado, ambos sob tutela dos capitalistas.
4. A pátria mítica sobrestima o lugar onde se nasceu, espartilhado num conjunto de leis que descobre o estado a que isto chegou - universalismo com fronteiras convencionais.
5. Claro que a ideia peregrina de reino abarca várias comunidades de muitas e desvairadas gentes, súbditas do rei, hereditário e vitalício, bem como par dos mais.
6. Praticando uma autogestão e um autofinanciamento racionais, as unidades cooperativas (sem qualquer característica sectária) é a real escola da democracia porquanto os interesses próprios nada têm que ver com classes dirigentes.
7. Logo, a comunidade enriquecida pela prática cooperativista consolida a ideia de reino - conjunto de comunidades diversas assumidas como tal.
Nau
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Nº. 2099 - Prelo Real
Heroísmos
Eu temo muito o mar, o mar enorme,
Solene, enraivecido, turbulento,
Erguido em vagalhões, rugindo ao vento;
O mar sublime, o mar que nunca dorme.
Eu temo o largo mar rebelde, informe,
De vítimas famélico, sedento,
E creio ouvir em cada seu lamento
Os ruídos dum túmulo disforme.
Contudo, num barquinho transparente,
No seu dorso feroz vou blasonar,
Tufada a vela e n'água quase assente,
E ouvindo muito ao perto o seu bramar,
Eu rindo, sem cuidados, simplesmente,
Escarro, com desdém, no grande mar!
Cesário Verde
1858 - 86
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Nº. 2098 - RAC
1. Cada vez mais tenho real dificuldade em emparelhar com aqueles que se dizem monárquicos.
2. Largo número de nefelibatas passam o tempo a olhar para o espelho e a blasonar fidalguias atrás das quais procuram esconder a sua menoridade intelectual.
3. Os crentes na sobrevivência apostam em um determinado deus criador considerando todos os outros mera fraude, embora tolerantes e compassivos para com os restantes.
4. Claro que a existência da alma depois da morte do corpo é promovida por sacerdotes profissionais que, através de ladainhas e cerimónias fúnebres, granjeiam fieis para satisfazer a sua fome de poder.
5. Outros, através da posse de bens materiais e/ou domínio político, procuram ser servidos, isto é, apaxados e, embora tirados do nada, pavoneiam-se como grandes senhores.
6. A cooperação diligente opõe-se à apropriação doentia - quer de meios, quer de títulos académicos - uma vez que na relação saudável entre as pessoas e as coisas que lhe são moral ou materialmente úteis é que se consolida a Democracia.
7. Por outro lado, a figura do rei obvia disputas sectárias no topo da comunidade, sendo os súbditos deste aqueles que procuram satisfazer as suas necessidades - económicas, sociais e culturais - nas unidades cooperativas.
Nau
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Nº. 2097 - Doutrina Cooperativista
1. Adesão voluntária e livre.
2. Gestão democrática pelos membros.
3. Participação económica dos membros.
4. Autonomia e independência.
5. Educação, formação e informação.
6. Intercooperação.
7. Interesse pela Comunidade:
As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades, através de políticas aprovadas pelos membros.
Nau
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Nº. 2096 - Portal Comunalista
1. Lesta é a malta facebookiana que prontamente comenta a fotografia da Chiquinha ao actualizar a sua página com um novo visual.
2. Há sempre uma palavra amiga ou um disfarçado remoque - de aprazimento ou de malquista censura - que vale tanto como a página em questão.
3. Aqui, só a prata da casa se manifesta, mas em privado, visto que todos os caminhos vão dar a Roma, pois as opções são várias.
4. O número de silenciosos visitantes é confortador. Porém, as reacções manifestadas em privado evidenciam pontuais reticências que, não completando o raciocínio, dão sinais de indeterminação.
5. Certo é a vigência da burguesia republicana dominante e/ou dos caudilhos iluminados (Castros, Chavez e quejandos) aproximar-se do fim, sendo o recurso à tecnologia de ponta incontornável.
6. Apenas interesses próprios motivam o homem e os dados coligidos ao longo dos tempos serão os condicionadores da futura prática.
7. Sem dúvida que a cooperação sobrepor-se-à diligentemente à apropriação - mera questão de tempo.
Nau
domingo, 13 de agosto de 2017
Nº. 2095 - Psyche
1. O mundo é infinito, tal como a estupidez humana.
2. Claro que o máximo e o mínimo absoluto pertencem à série do grande e do pequeno.
3. Um corpo em movimento nunca está no mesmo lugar, excepto quando se move numa via circular e a uma velocidade infinita.
4. O centro do mundo (não é o camarada Trump, por mero acaso) apenas sugere a hipótese que não é o fundamento de qualquer doutrina esotérica.
5. Deus como socorrista do universo há muito que foi dispensado dos seus serviços, embora a recorrência a este possa ter lugar nos períodos eleitorais.
6. Segundo afirmavam os antigos, o mundo é um relógio que trabalha sem qualquer necessidade de relojoeiro, intuitivamente desconfiando da existência deste.
7. A propósito. O planeta Terra não é esférico, embora tenda para isso.
Nau
sábado, 12 de agosto de 2017
Nº. 2094 - Fim de Semana 32
1. Ao despertar do estado fisiológico normal, tudo em redor parece firme, seguro, tal como o deixámos ao entrar no sono reparador.
2. Porém, a incerteza motiva o pensamento complexo, isto é, o lógico e o contraditório, como matéria de recurso e observação constante.
3. Claro que os doutrinadores republicanos, para levar a água ao seu moinho, candidamente definem o tradicionalista como partidário dos sistemas políticos opostos às ideias de progresso.
4. As cooperativas servem os seus membros eficazmente e dão mais força ao respectivo movimento.
5. Bom é ter presente que o sistema de tratamento de dados por máquinas electrónicas capazes de classificar, calcular e memorizar - além de executar programas governamentais - será a chave do futuro.
6. "Não choreis nunca os mortos esquecidos... Deixai crescer, à solta, as ervas duras sobre os seus corpos vãos adormecidos." Pedro Homem de Mello dixit.
7. Contudo, só os próprios, através de eficientes unidades cooperativas, poderão levar a cabo uma surda mas autêntica luta popular.
Nau
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Nº. 2093 - Luta Popular
1. Todo o mundo está de acordo que o exercício físico é uma actividade salutar, embora a mandriice desmotive tal prática.
2. O desporto, com o objectivo de se conseguir vigor e agilidade, é praticado por uma minoria; como recreação, divertimento, não passa de espectáculo cadeirado.
3. Porém, o desporto como diversão, frequentemente, descamba numa exaltação clubista em que o espírito de dedicação que anima as pessoas pertencentes à mesma cor se torna irracional.
4. Também aquele que professa as opiniões de uma seita religiosa ou doutrina política, cegamente obedecendo aos dirigentes, pouca ou nenhuma diferença faz da febre ou exaltação clubista.
5. Logo, a motivação clubista ou partidária é da mesma espécie, embora a primeira seja mera necessidade de pertença, a segunda é estimulada pelos capitalistas através da burguesia republicana dominante.
6. Hitler, Mussolini, Stalin, etc., no século passado, tentaram levar a cabo uma reforma social. No nossos dias, outros corifeus procuram, na mesma linha, satisfazer a sua fome de poder.
7. Contudo, só nós próprios, através de eficientes unidades cooperativas, poderemos levar a cabo uma surda mas autênctica luta popular.
Nau
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Nº. 2092 - Prelo Real
Não Choreis os Mortos
Não choreis nunca os mortos esquecidos
Na funda escuridão das sepulturas.
Deixai crescer, à solta, as ervas duras
Sobre os seus corpos vãos adormecidos.
E quando, à tarde, o Sol, entre brasidos,
Agonizar... guardai, longe, as doçuras
Dos vossos corações, calmas e puras,
Para os que vivem, mudos e vencidos.
Lembrai-vos dos aflitos, dos cativos,
Da multidão sem fim dos que são vivos,
Dos tristes que não podem esquecer.
E ao meditar, então, na paz da Morte,
Vereis, talvez, como é suave a sorte
Daqueles que deixam de sofrer.
Pedro Homem de Mello
in "Caravela ao Mar"
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Nº. 2091 - RAC
1. Urgente é a definição dos objectivos assentes numa prática cooperativa sem obcecações partidárias.
2. O CMC fundamenta-se na trilogia cooperativista, monarquista e comunalista, abjurando sectarismos doentios, bem como os fideísmos irracionais.
3. Logo, o cooperativismo é um sistema associativo destinado a satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus membros.
4. O monarquismo é um sistema político que tem por soberano a figura do rei -hereditário e vitalício - a fim de obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
5. Por outro lado, o comunalismo é um sistema político e doutrina social que estabelece a autonomia da comuna, isto é, a real descentralização administrativa.
6. Bom é ter presente que o sistema de tratamento de dados por máquinas electrónicas capazes de classificar, calcular e memorizar, além de executar programas governamentais com grande precisão, será a chave do futuro.
7. Claro que o soberanos a prazo são o estratagema da burguesia republicana a fim de perpetuar a dependência dos capitalistas monopolizadores.
Nau
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Nº. 2090 - Doutrina Cooperativista
1. Adesão voluntária e livre.
2. Gestão democrática pelos membros.
3. Participação económica dos membros.
4. Autonomia e independência.
5. Educação, formação e informação.
6. Intercooperação:
As cooperativas servem os seus membros mais eficazmente e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
7. Interesse pela comunidade.
Nau
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Nº. 2089 - Portal Comunalista
1. Aqui o diálogo - conversa entre duas ou mais pessoas e quantas mais melhor - é uma hipótese; porém os visitantes fogem a comprometimentos.
2. Não creio que o grosso dos visitantes seja proveniente das causas sem efeito e/ou dos movimentos tradicionalistas em que, por norma, a fé suplanta a razão.
3. De facto, nos finais do Séc.XIX, a doutrina filosófica tradicionalista sustentava que o conhecimento da verdade e a prática do bem seriam inacessíveis ao homem sem intervenção divina.
4. Por outro lado, os ultramontanos, isto é, os partidários do ultramontanismo, pela mesma altura dos tradicionalistas caracterizados no parágrafo anterior, defendiam o absolutismo do papa, tanto no domínio espiritual como no temporal.
5. Claro que os doutrinadores republicanos, para levar a água ao seu moinho, candidamente definem o tradicionalismo como alguém partidário dos sistemas políticos opostos às ideias do progresso.
6. Neste espaço abjuramos tanto as práticas liberais como as socialistas, pugnando por uma Economia Social e uma sólida Democracia fundamentada na autogestão e no autofinanciamento das unidades cooperativas.
7. O descrédito do partidarismo ao serviço dos plutocratas pela via da burguesia republicana dominante só no CMC encontra a adequada alternativa.
Nau
Nº. 2088 - Psyche
1. Ao despertar do estado fisiológico normal - caracterizado pela supressão da actividade perceptiva e da motricidade voluntária - tudo em redor parece firme, seguro, tal como o deixámos ao entrar no sono reparador.
2. Damos início à distensão da musculatura e às práticas habituais de asseio numa inconsciência paradoxal consciente, sem questionar se a ordem do dia que passou é mantida, baseada na probabilidade repetitiva.
3. O nascer do astro-rei ocorre em tempo previsível, apenas com os cambiantes de cada uma das quatro divisões do ano determinadas pelos equinócios e solstícios, numa ordem aparente e, sobretudo, harmoniosa.
4. Porém, o espaço infinito onde giram os astros aparenta uma desordem com coordenadas determinantes da posição de um ponto em relação a um sistema de eixos previsível, numa complexidade alucinante.
5. O conhecimento que temos do mundo natural, histórico e respeitante à sociedade fundamenta-se numa percepção de ordem/desordem imprevisíveis, que procuramos colmatar com teorias segundo as quais existem relações necessárias condicionadas por antecedentes.
6. Logo, a disposição de alguma coisa para determinado fim parece incontornável, obrigando a um diálogo e, sobretudo, a uma cooperação, plena de incertezas, oposta a coações supostamente indispensáveis, cultivadas por minorias egoístas e/ou alegadamente intelectuais.
7. A incerteza motiva o pensamento complexo, isto é, o lógico e o contraditório como matéria de recurso e observação constante.
Nau
domingo, 6 de agosto de 2017
Nº. 2087 - Fim de Semana 31
1. Ciência e convicção íntima, traduzida em reflexões disciplinadoras e navegando na complexidade do fundamento, buscam a função do real.
2. Nem sempre o desenvolvimento e a consolidação de um padrão científico motiva vantagens sociais devido a conceitos e/ou ambições de pessoas ingénuas ou tendencialmente mistificadoras.
3. A comunicação social, como é óbvio, privilegia os seus apaniguados, sendo a rotação dos jornalistas da cor no poder mais visível na TV, tornando-se miraculosamente apartidários os restantes a fim de salvarem o seu posto de trabalho.
4. As cooperativas promovem a educação, e formação dos seus membros, dos representantes eleitos, dos dirigentes dos trabalhadores, de modo a que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento das suas cooperativas.
5. Os jogos de guerra continuam para gáudio das inteligências militares; dos investidores em armamentos sofisticados; dos caudilhos com fome de poder.
6. "Junto do Mar canta a Cigarra. Canta, p'ra iludir a fome e a solidão; p'ra fingir, que tem pão e p'ra fingir que está acompanhada." Sebastião da Gama, in "Campo Aberto".
7. A autogestão e o autofinanciamento é a alternativa aos excessos em curso - quer dos liberais, quer dos socialistas - rumo a uma Economia Social.
Nau
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Nº. 2086 - Luta Popular
1. Quando se almeja por uma modificação no estado ou modo de ser na comunidade - uma mudança para bem melhor; uma nova forma de agir; novo efeito; modificação da ordem existente - apela-se com fervor por uma luta popular.
2. Vezes sem conta tem sido lembrado que a comunidade é o espaço geográfico onde reside um conjunto de pessoas com hábitos ou usanças transmitidas de geração em geração e uma vontade de ser comum.
3. Tal comunidade, por englobar muitas e diversas gentes - multidão de pessoas com aptidões, qualidades, modos de estar variegados, sujeitos às mesmas leis - é colectivamente designado por povo.
4. Logo, toda a reforma social tem que ser assumida pelo povo - motivação explícita, clara expressão de um sentimento colectivo de solidariedade, de observação dos valores de justiça, de livre determinação - rumo ao futuro.
5. Claro que os doentios oportunistas da estirpe do venezuelano Maduro (na gíria portuguesa, com propriedade, designado por tolo, pateta, idiota e maníaco) atidos como iluminados caudilhos estão sempre disponíveis para postergar soluções.
6. Em nome do povo, sempre para o bem do povo. Porém, cegos pela fome de poder assenhoreado, Maduros provocam excessos lamentáveis e adiam o futuro.
7. A autogestão e o autofinanciamento é a alternativa aos excessos em curso - quer dos liberais, quer dos socialistas - rumo a uma Economia Social.
Nau
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Nº. 2085 - Prelo Real
Alegoria
Junto do Mar canta a Cigarra
Canta, p'ra iludir
a fome e a solidão;
p'ra fingir que tem pão
e p'ra fingir que está acompanhada.
Tremeluzem os Astros no céu nítido;
Dona Cigarra faz serão.
Como há-de ela dormir, se a vida é curta?
-: Cigarra que se preza, quando morre
não deve estar a meio da canção.
Ninguém pára a saber por que é que canta.
Ninguém lhe dá ouvidos nem conforto.
Melhor, assim: assim não perde tempo
quem não pode cantar depois de morto.
A parte que lhe coube por destino,
tem de morrer deixando-a já cantada.
Que faz que a não escutem nem lhe acudam?
É preciso é sentir que se está vivo.
É preciso é que as asas que sosseguem
o tenham merecido.
Canta a Cigarra à sombra da montanha
e a sua voz a solidão alastra,
deixei-a mais longe, sempre, dos que dormem.
Só a noite a entende e agasalha.
Mas a voz não acusa nem se cansa
nem laiva de azedume ou amargura.
Ei-la crucificada de indiferença.
Serve-lhe a Noite de mortalha.
Morno ainda do Canto,
sem coração evola-se em ternura
que vai precisar no sonho dos que dormem...
Sebastião da Gama
in "Campo Aberto"
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Nº. 2084 - RAC
1. Os jogos de guerra continuam para gáudio das inteligências militares; dos investidores em armamentos sofisticados; dos caudilhos com fome de poder.
2. Claro que o neocolonialismo do Tio Sam está muito complicado uma vez que a norte se depara com uma emulação de índole salutar; porém respinga o sul com graves problemas sociais.
3. Também do lado do Império Amarelo as coisas não estão fáceis. O maior exército do Planeta Azul encontra-se num estado de prontidão jamais visto, aguardando o ensaio de ultramodernos equipamentos bélicos.
4. Como é óbvio, o Tio Sam enfrenta graves problemas a sul com intrincadas questões de drogas viciantes; de máfias duronas e de um plutocratismo acéfalo; o Império Amarelo volta-se para idêntico ponto cardeal, regurgitando de antemão Taiwan.
5. A Rússia, paulatinamente, estuda o modo de proteger os seus estratégicos satélites artificiais a fim de, incólume, acompanhar a luta de titãs e decidir qual o campo que oferece melhores perspectivas, sem grandes precipitações.
6. Certo é o Velho Continente, embora eventualmente espectador, também apanhar a sua borrifadela, uma vez que, grande parte dos ditos satélites artificiais, fazendo parte do consórcio norte-americano, serão irremediavelmente destruídos.
7. Resignadamente, a babilónia europeia aprenderá a falar mandarim pela via Internet.
Nau
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Nº. 2083 - Doutrina Cooperativista: Princípios
1. Adesão voluntária e livre.
2. Gestão democrática pelos membros.
3. Participação económica dos membros.
4. Autonomia e independência.
5. Educação, formação e informação.
As cooperativas promovem a educação e formação dos seus membros, dos representantes eleitos, dos dirigentes e dos trabalhadores, de modo a que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento das suas cooperativas. Elas devem informar o grande publico e particularmente os jovens e os líderes de opinião sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
6. Intercooperação.
7. Interesse pela comunidade.
Nau
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