domingo, 27 de novembro de 2016
Nº. 1836 . Psyche
1. Grande número de monárquicos tem um funcionamento cognitivo, social e auto controlo deficiente.
2. Tais características resultam ansiedades, raiva e tristeza manifestadas em paranóias, isto é, sobrestima de si mesmo, com o delírio de grandezas aristocráticas e outras da mesma sorte.
3. Claro que tais distúrbios também se verificam nos anti-monárquicos, mas estes são devidos ao preconceito burguês de classe dominante que do poder tem fome desmesurada, tal como se verifica no actual primeiro-ministro.
4. Para muito boa gente perceber que a figura do rei -hereditário e vitalício - obvia disputas sectárias no topo da comunidade resulta de um preconceito cultivado pelo regime político vigente, tanto no campo doutrinário, como na lei fundamental que regula os direitos e garantia dos cidadãos.
5. Logo, o soberano a prazo - eleito por colégio restrito ou por sufrágio alegadamente universal - tem por objectivo apoiar ou contrariar a função governativa de acordo com a cor política da sua afeição, tal como se verifica na maioria dos regimes republicanos, tanto os ditos democráticos, como os de alçado ditatorial.
6. Socialmente inconsequentes, alguns monárquicos capricham por uma tradição parada no tempo e por um credo religioso formalista, embora alegadamente tolerantes com outras confissões, sem qualquer vinculação aos problemas relativos à produção e consumo de bens e serviços, da circulação da riqueza e da redistribuição do rendimento.
7. Nós, como cooperativistas e monárquicos, preocupamo-nos com a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais de todos os membros do Reino de Portugal, sugerindo a multiplicação das células cooperativas onde a prática da autogestão e do autofinanciamento prenunciam uma comunidade mais sã e justa.
Nau
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