terça-feira, 22 de novembro de 2016
Nº. 1831 - Doutrina cooperativista
1. Não basta a presunção de ser monárquico uma vez o que importa é agir criteriosamente de acordo com tal princípio.
2. Pelas mesmas razões é displicente afirmar-se cooperativista apenas por ser sócio de uma unidade cooperativa sem observação dos fundamentos.
3. Insensato será arrogar-se intelectualmente brilhante pelos cabedais possuídos ou canudos granjeados de modo leviano, bastado ter presente as palavras de Agostinho da Silva.
4. Abro aqui um parêntesis para citar o dito filósofo/poeta: "... e não (vejam) como génio todo aquele que é doutor sobretudo se o próprio... sabendo ler, o que lê entende mal".
5. Monárquico não será o sequaz da Monarquia porquanto esta é uma instituição, nunca uma unidade política ou de desfaçatez clubista.
6. A comunidade portuguesa consiste de muitas e variadas espécies humanas, caldeadas por indígena proveniente das cinco partes do Planeta Azul.
7. Logo, monárquico e cooperativista será todo aquele que se revê na figura do rei - por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade - procurando satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais, abjurando a tacanhez burguesa.
Nau
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