1. Real porque tem existência verdadeira, não é imaginário ou fictício, próprio de um rei.
2. Defende o anarquismo o fim de qualquer forma de dominação política, económica, social e religiosa.
3. O comunalismo exige a exclusão da figura estatal, reduto da burguesia republicana dominante, através de uma autogestão de condomínios anarcas.
4. Monárquico aquele que identifica o poder político com a pessoa do rei, do qual emana uma autoridade de origem providencial em que o rei manda mas não governa.
5. Permanecendo como uma instituição sem poder executivo nem legislativo, a figura do rei é o rosto de tradições seculares.
6. Obviamente que caminhamos para uma produção de bens essenciais destinados à subsistência do homem, bem como de administração pública, ambas digitalizadas.
7. Certo é o anarco-comunalismo monárquico espelhar o Portugal de sempre.
Nau
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