1. Hoje, dá-se início ao debate acerca da bandeira que, de facto, representa o Portugal dos nossos dias.
2. Começamos pelo vermelho que, sem dúvida, representa o sangue que a escumalha republicana infligio à população; o verde, o pasto com que se tem alimentado; a bola ao centro, o espírito futebolístico de coice à política.
3. Sem dúvida que o azul e branco do Reino de Portugal subsiste no espírito da população, isto é, a totalidade dos indivíduos portugueses espalhados pelo planeta Terra, subsistindo na esperança do regresso do Rei.
4. Obviamente que o dito Rei é a peça consensual mais importante que reina, mas não governa, figura providencial que obvia o sectarismo dos presidentes a prazo, estes no conjunto mais dispendiosos que o próprio Rei.
5. Claro que ao azul e branco é mister ser adicionado a cor preta do anarquismo, porquanto esta é a doutrina político-social destruidora da autoridade republicana dominante.
6. Todos os regimenes políticos republicanos argumentam ser o trabalhador aquele que trabalha para agenciar a vida, contudo o esforço físico humano, dentro em breve, será arredado pela robótica.
7. Monárquicos somos, além de comunalistas, dado que a destreza é a essência até ao fim dos nossos dias.
Nau
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