1. Ano novo e a vida nova continuam, mais robustecidas na prática comunalista.
2. O próximo acto eleitoral nada de novo trará nas disputas sectárias da burguesia republicana dominante.
3. Urge continuar a fortalecer o espírito comunalista porquanto é este que poderá conduzir à almejada liberdade sem limites.
4. Caminhamos para uma produção de bens essenciais destinados à subsistência humana, bem como para uma administração pública, ambas digitalizadas.
5. Todavia as comunas, espaços geográficos de residência optativa, serão a expressão das tradições locais no foro do Reino de Portugal.
6. Obviamente que as comunas são condomínios acratas administrados pelos seus residentes, sendo a cooperação e a solidariedade o leitmotiv.
7. A figura que espelha o Portugal de sempre é o primogénito da Casa de Bragança, hereditário e vitalício, tal como ocorreu desde 1640.
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