1. Das correntes antinómicas, revolucionárias, mas não disruptivas ou reformistas, optamos pela radical, isto é, o anarquismo.
2. A propriedade capitalista visa um atomismo individual, em que sociedade é mera conjunta de indivíduos que trabalham sob a batuta da minoria dirigente.
3. Por outro lado, o sindicalismo e o socialismo alegadamente reformistas, apenas acalentam sectarismos espúrios do agrado da burguesia republicana dominante que tem no 'estado' de direito o abrigo para as suas tropelias.
4. Os federalismos e/ou regionalismos, tanto da direita como da esquerda, apenas disputam poleiros do agrado de mandantes, induzindo ou incentivando o colectivo a meras adesões futebolísticas.
5. Claro que a alegada revolução permanente dá azo ao culto de individualidades com fome de poder, tanto do comunismo ditatorial, como do nacional-socialismo, isto é, nazismo das circunstâncias.
6. Obviamente que o progresso na produção de bens essenciais para a subsistência do homem, como na administração pública, ambas digitalizadas, porá cobro a tais quezílias.
7. Atento, o anarco-comunalismo monárquico pugna pelo condomínio comunalista acrata e no cultivo das tradições regionais.
Nau
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