1. Conjecturando acerca da luta em que nos consumimos dia-a-dia, tudo se resume na existência e subsistência individuais.
2. Todos nós somos trabalhadores e senhores optando pela acção e liberdade de agir por iniciativa própria, sem coacções ou subserviência inermes, mas como grei pensante.
3. A comuna (espaço geográfico de residência optativa) não carece de competição mas tão-somente de engenhosa cooperação, dado que a liberdade é a faculdade de agir por livre arbítrio.
4. Competir apenas servirá para desequilibrar o espírito comunal, em que uns se alçapremam como senhores, enquanto a maioria condescende em baixar a testa, limitando a visão ao seu redor.
5. Grei, todos somos, pelas múltiplas gerações das quais proviemos, acumulando hábitos tradicionais que de um conjunto de grãos uma pátria real cnsolidamos.
6. O rosto dessa pátria é a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, que na multiplicação das comunas robustece o espírito e as tradições consagradas nas ditas comunas.
7. "Grei, Pátria, Rei" é a triologia que no anarco-comunalismo monárquico vislumbramos, fundamentado no progresso de uma produção de bens essenciais e uma administração pública, ambas diatlizadas.
Nau
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