1. A fatiga incapacitante não decorre de exercício físico ou mental persistência.
2. O repouso ou a pausa mitiga excessos, mas, quando constante, resulta de uma diminuição das actividades ocupacionais, educacionais ou sociais.
3. Persistindo os sintomas por muito tempo (seis ou mais meses consecutivos) a fatiga agrava-se e a enfermidade carece de observação qualificada.
4. A faculdade psíquica que permite reter ou recordar experiências e factos passados não permite a concentração, expressando um deficit de memória.
5. Dor da parte anterior do pescoço; gânglios linfáticos cervicais ou auxiliares dolorosos; mialgias ocasionais; cefaleias de um padrão de gravidade novos, são constantes.
6. Exames físicos e exames laboratoriais criteriosos são indispensáveis para exclusão de outras causas a partir dos sintomas manifestados pelo paciente.
7. Aqueles que sofrem com o distúrbio de ansiedade generalizada, caracterizam a maioria dos nossos governantes.
Nau
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