1. No turbilhão de ideias dos nossos colaboradores, foi sugerida a redacção de uma carta aberta aos monárquicos portugueses.
2. Todavia, o excesso plumitivo de uns e a radicalização agressiva de outros, obriga ao redactor de serviço a sumarizar as posições, sobretudo as mais consensuais.
3. A mistificação do passado é mera ficção alegórica, com força criadora e até mágica, impregnado no povo, regendo a sua vida e conduta.
4. Ora a vivência da Monarquia portuguesa sempre foi fundamentada na realidade das suas gentes, à beira Atlântico plantadas.
5. A figura do Rei de Portugal sempre foi apoiada por um escol de gente que intrigava entre si, tal como a burguesia republicana dos nossos dias.
6. Porém, o consensual rei, hereditário e vitalício, não participava no jogo sectarista da dita burguesia, embora esta, no final da primeira década do século transacto, maçónicamente cativasse o poder absoluto.
7. Caminhando para uma produção de bens essenciais e uma administração pública eficaz, ambas digitalizadas, o anarco-comunalismo monárquico será a realidade irrefutável.
Nau
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