1. Preconceito, ideia formada antecipadamente, sem fundamento sério; e qualquer noção de absoluto inacessível ao entendimento humano, são ambas meras teorias fenomenológicas.
2. Todavia, o preconceito obriga a uma obediência a certas normas de procedimento, convencional ou tradicionalmente estabelecido, hábitos ou usanças transmitidos de geração em geração.
3. O absoluto, por outro lado, não admite contestação, sendo o atributo de sacerdotes seculares ou regulares que, tanto na religião como na política, mandam fazer coisas, meras súplicas, além de contributos de bens via intermediários, ou puras intransigências sectárias aos opositores.
4. Monarquia significa comunidades regidas pela pessoa do rei, hereditário e vitalício, do qual emana uma "autoridade" de origem providencial pelos melhores e necessários resultados, visto que os interessados expõem as suas ambições publicamente.
5. A deturpação de costumes tradicionais resultam da desvirtuação do sentido ou interpretação equivocada dos objectivos atidos aos interesses meramente sectários, esquecendo estes que Portugal (Comunidade de comunidades) está localizado na Península Ibérica, limitado ao norte pela Galiza, num rectângulo face ao Atlântico, olhos enxergando as ilhas dos Açores e da Madeira.
6. Obviamente que o arrotear e cultivar de terras além-mar foram jornadas dos tempos idos, porquanto hoje, tanto a produção de bens essenciais, como a administração pública, ambas digitalizadas, reconhecem o bicho-homem como residente da comuna optativa, dialogando este com todo o mundo, graças às novas tecnologias de ponta.
7. Viver em paz, enquanto a vida dura, será possível através do anarco-comunalismo monárquico, dado que a faculdade do homem agir por livre arbítrio é não controvertível, graças à Inteligência Artificial, autómato capaz de reproduzir competências superiores às humanas — raciocínio, aprendizagem e planeamento eficazes.
Nau
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