segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Nº. 7945 - Portal Comunalista 21/2/2022

1. O espírito sectário apenas serve os interesses da burguesia republicana dominante.

2. Dividir para governar, expressão maquiavélica eventualmente inspirada no "divide et vinces" de Júlio César, ambas são estratégia adoptada pela supracitada burguesia.

3. Obviamente que o sectarismo é uma das feições da democracia, assentando esta como uma luva, tanto na timocracia do Tio Sam, como na tirania norte-coreana.

4. Democracia é pau para toda a obra, chegando ao ridículo de se eleger um elemento do campo sectário como representante, a curto prazo, do plurissectarismo.

5. Nomes próprios definem populações e países autónomos, todavia o representante destas terá que ser "democraticamente" eleito num jogo de palavras inconsistentes.

6. A tradição consagra nomes e práticas ancestrais pelo que a figura do rei consensual, hereditário e vitalício, é sinónimo do respectivo povo, logo Rei de Portugal, é o adequado termo.

7. Por outro lado, a administração pública, a par de uma produção de bens essenciais, ambas digitalizadas, permitirão ao homem agir por livre arbítrio.

Nau

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