1. Frequentemente, os temas programados para cada dia da semana, perdem-se nas urgências dos assuntos que nos são apresentados.
2. Também a realidade da política portuguesa, doentiamente sectária, pouco real se apresenta, maculada por desafios e crimes à majestade lusa.
3. Obviamente que o anarquismo fundamenta-se na necessidade do homem agir por seu livre arbítrio, numa perspectiva cooperativista e, sobretudo, anarco-comunalista.
4. Sublinhamos uma vez mais, que o comunalismo robustece-se no espaço geográfico tradicional de residência optativa, avesso ao lamentável 'estado', recreio da burguesia republicana dominante.
5. Sustentada por uma produção de bens essenciais, bem como por uma sofisticada administração pública digitalizada, ao homem cabe viver enquanto a vida dura.
6. A competição, alegadamente tida como a melhor via para o sucesso universal, apenas suscita o confronto sectário e o predomínio de minorias com a doentia fome de mandar, i.e., o poder sectário.
7. Monarquia mais robusta significa mais autoridade do colectivo, tendo por referência a figura do rei consensual, hereditário e vitalício, dispensando chefes sectários a prazo no Reino de Portugal.
Nau
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