segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Nº. 7754 - Portal Comunalista 22/XI/2021

1. Colegas e amigos, verbalmente ou por mensagens de ocasião, fazem os seus breves comentários — ora apoiando, ora comentando apressadamente — estimulando uma mais agressiva compostura.

2. Inveterados e eventuais visitantes entram mudos e saem calados, apenas detectados pelo sistema que dos estóicos apenas regista um dialogante caseiro; um académico opinativo; uma proposta de intercâmbio editorial no estrangeiro.

3. No pressuposto de anarco comunalistas monárquicos, somos tidos como arautos de uma doutrina política que rejeita toda a intervenção do 'estado', este assumido como reduto da burguesia republicana dominante.

4. O comunalismo aqui preconizado e assente na multiplicação das unidades cooperativas, autogestionárias e apartidárias, coadunando-se a produção de bens essenciais e uma administração pública, ambas digitalizadas.

5. A monarquia que a supracitada burguesia define como o governo de um 'estado' regido por um só chefe, apenas se verifica nos países republicanos e democratas da Coreia do Norte e da própria China, em que os respectivos chefes são vitalícios.

6. Todavia, o anarco comunalismo monárquico defende tão-somente a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, i.e., Dom Duarte Pio, por este obviar disputas sectárias no topo das comunidades afins — Portugal.

7. Dentro em breve, a Inteligência Artificial assegurará o livre arbítrio a toda a população do Planeta Azul, permitindo a esta usufruir a comunidade tradicional de residência optativa.

Nau

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