terça-feira, 2 de novembro de 2021

Nº. 7734 - Doutrina Cooperativista 2/XI/2021

1. A revolta, como levantamento em massa contra a autoridade estabelecida, mor parte das vezes, nada tem a ver com o sistema de opiniões, pelas quais se procura um futuro melhor, isto é, a Revolução.

2. Sendo a Economia a ciência que lida com a escassez, grande parte das nossas decisões pessoais consistem em retirar o máximo dos recursos limitados numa sociedade onde a competição sobreexceda a cooperação.

3. O capitalismo é o grande beneficiário da evolução técnica (automatização, informática, etc.) emprestando fundos aos empreendedores de sucesso, acumulando através destes grande massa de bens do qual o poder político fica dependente.

4. Claro que o direito à propriedade de bens duráveis que satisfação as necessidades individuais estão fora de questão, visto que estes são cabedais fungíveis de cada geração, transmissíveis por adequado compromisso.

5. Obviamente que a comunidade não expropria, fundamentado no princípio cooperativo que reúne a acção de várias pessoas interessadas no bem-estar comum, combatendo o capitalismo estrutural, assim como o centralismo burocrático da burguesia republicana dominante.

6. Sem dúvida que o anarco comunalismo monárquico assenta no cooperativismo e na autogestão comunitária, tendo por referência a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, que reina, mas não governa.

7. Delegar o poder de decisão a terceiros, estes indigitados por chefes sectários, extinguir-se-à dentro em breve, através de uma produção de bens essenciais e de uma administração pública, ambas digitalizadas.

Nau

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