domingo, 22 de agosto de 2021

Nº. 7662 - Psyche 22/08/2021

 1. Aqueles que argumentam ser a competição a estrada real que desemboca no progresso, enganam-se redondamente.

2. Sem dúvida que a escassez não satisfaz as necessidades das comunidades, todavia a arrecadação viciosa de bens essenciais, aumenta a procura, bem como os preços destes.

3. Obviamente que não é a competição que regula os mercados, mas sim a iniciativa e a cooperação dos interessados que providencia a satisfação das suas necessidades.

4. De facto, a competição vicia, tal como a centralização dos ordenamentos que, à mercê de minorias useiras e vezeiras na corrupção, desequilibram as decisões tidas como democráticas.

5. Por outro lado, a competição entre as grandes potências mundiais num mercado global agrava os desequilíbrios sem vantagens reais.

6. A produção e distribuição de bens essenciais através de sistemas digitalizados são a única hipótese para a satisfação das necessidades de todo o mundo.

7. O anarco-comunalismo monárquico tem por fundamento a cooperação e liberdade responsável do bicho-homem.

Nau

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