1. Aqueles que argumentam ser a competição a estrada real que desemboca no progresso, enganam-se redondamente.
2. Sem dúvida que a escassez não satisfaz as necessidades das comunidades, todavia a arrecadação viciosa de bens essenciais, aumenta a procura, bem como os preços destes.
3. Obviamente que não é a competição que regula os mercados, mas sim a iniciativa e a cooperação dos interessados que providencia a satisfação das suas necessidades.
4. De facto, a competição vicia, tal como a centralização dos ordenamentos que, à mercê de minorias useiras e vezeiras na corrupção, desequilibram as decisões tidas como democráticas.
5. Por outro lado, a competição entre as grandes potências mundiais num mercado global agrava os desequilíbrios sem vantagens reais.
6. A produção e distribuição de bens essenciais através de sistemas digitalizados são a única hipótese para a satisfação das necessidades de todo o mundo.
7. O anarco-comunalismo monárquico tem por fundamento a cooperação e liberdade responsável do bicho-homem.
Nau
Nenhum comentário:
Postar um comentário