domingo, 30 de junho de 2019
Nº. 5780 - Psyche
1. Os sintomas depressivos do ser humano denunciados no final da semana transacta emparelham com a crispação política do Planeta Azul.
2. A perda de vitalidade, a diarreia mental dos quadros dirigentes e as ideias suicidas de alguns corifeus de nomeada manifestam uma doença mental grave.
3. Mesmo compreendendo políticos com larga experiência no fórum internacional, os potenciais conflitos poderão, eventualmente, levar anos sem rápidas soluções, e operações vergonhosas varridas para debaixo do tapete.
4. Possíveis nos ditos quadros dirigentes manifestarem-se doenças cerebrais por esgotamento, por factores constitucionais ou provocados por drogas próximas do poder político, tal como se verifica no comportamento de figuras gradas do regime norte-americano.
5. A perda de vergonha de algumas figuras do topo do quadro político da Arábia Saudita, da política Indiana de má vizinhança, dos radicalismos ao norte do continente africano, bem como dos cultivados ódios tribais pelo mesmo continente, parecem não ter fim.
6. O prolongamento de tais conflitos e o confronto de interesses de politicóides democráticos nem com prescrição de medicamentos ansiolíticos e hipnóticos, basicamente antidepressivos, farão qualquer efeito.
7. Hospitalizar tal gente é desperdício manifesto, restando mandá-los à fava enquanto a ervilha enche.
Nau
sábado, 29 de junho de 2019
Nº. 5779 - Fim de Semana 26
1. O estado mental mórbido, caracterizado pela falta de interesse pela vida, embora não exista um motivo psicologicamente compreensível, é sintoma depressivo.
2. Como é óbvio, no caso de políticos com funções administrativas e/ou governamentais o internamento hospitalar é urgente, excepto nas situações de manifesto risco de suicídio.
3. Os "cookies", alegada memória ou arquivos da Internet para o registo de endereços e local onde cada cibernauta está conectado, são o fim da liberdade de expressão dos nossos dias.
4.Destinada a satisfazer as necessidades dos cooperadores - económicas, sociais e culturais - a unidade cooperativa não tem por objecto a partilha de lucros pelos coadjuvantes.
5. Os jogos da burguesia republicana dominante continuam pelo que nos resta será pugnar pela cooperação versus a competição doentia, aguardando a administração pública electrónica integral que porá fim a todos os tipos de colonialismos deprimentes.
6. "O jovem brioso deve aceitar o encontro com a sombria morte, nunca praguejar perante acervos vilãos". Al-Mutanabbi dixit.
7. O cooperativismo monárquico comunalista (auto-organização e autogestão) bem como o soberano consensual, hereditário e vitalício, são a fórmula ideal para uma incontornável administração pública electrónica.
Nau
sexta-feira, 28 de junho de 2019
Nº. 5778 - Luta Popular
1. O antagonismo de interesses, de ideias, de esforço para atingir certos objectivos dá azo a quiproquós, congeminando eventualmente as partes o fundamento das suas intenções.
2. Sem dúvida que a luta popular será o confronto entre grupos de pessoas afins, de um dado espaço geográfico, pressupondo-se de antemão uma maioria contra minorias alcandoradas nas cadeiras do poder.
3. Claro que a maioria só emocionalmente partilha uma muralha comum pois à boca das urnas eleitorais corre para os braços das várias facções políticas, estas orquestradas pelos corifeus ao serviço da burguesia republicana dominante.
4. O sistema político fundamentado no princípio que toda a autoridade emana do povo e se materializa na participação deste na gestão administrativa estatal resvala para um centralismo burocrático asfixiador da auto-organização e autogestão de génio cooperativo.
5. Quem manda é o grande capital sem rosto que financia a produção e o consumo, estimulando a venalidade de dirigentes políticos e governantes, tanto sob a capa liberal - campeã da liberdade civil e política - como do socialismo piramidal em que as bases reverenciam o vértice.
6. A supremacia de um Estado sobre outros Estados nos aspectos político e militar são ensaiados por mentecaptos com fome de poder para os quais o povo - sobretudo a parte mais numerosa e mais carente da população - apenas serve... para satisfazer e apagear cretinos de má-morte.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista (auto-organização e autogestão) bem como o soberano consensual, hereditário e vitalício, são a fórmula ideal para uma incontornável administração pública electrónica.
Nau
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Nº. 5777 - Prelo Real
Ser ou Estar
1. Os instrumentos da vida são o vigor e a juventude: quando ambos abandonam o homem, a vida se vai.
2. Morrer e sofrer é preferível à inacção.
3. Antiquíssima será a terra mas o mundo é sempre do vencedor.
4. Evita aos teus olhos tudo que é de ver; ao fim e ao cabo, o tempo passa e o que os teus olhos despertos vêem é mero sonho.
5. A miséria da minha vida seria perder a honra; porém, perder a riqueza não significa miséria.
6. O jovem brioso deve aceitar o encontro com a morte, nunca fraquejar perante acervos vilãos.
7. Não se alcança a imunidade da morte aguardando-a com o coração trémulo de espanto.
Al-Mutanabi
913 - 965
quarta-feira, 26 de junho de 2019
Nº. 5776 - RAC
1. Em terras de cegos, quem tem um olho é rei, no sentido de indivíduo que se distingue entre outros.
2. Porém, em terras do Tio Sam, quem desfrutar de fartos cabedais, embora não tenha os cinco alqueires bem medidos, vira a presidente da república.
3. A tradicional virulência do populoso Velho Continente sempre atirou ao mar as minorias descontentes e aventureiras que, desembarcando algures, procuravam fixar-se usando a experiência adquirida no ingrato berço.
4. O grito de minas de ouro à vista mexeu com a imaginação dos mais audazes que, mancomunados com revolucionários desvalidos, ateus impudentes e/ou perseguidos pela Santa Inquisição, embarcaram para a aventura do Novo Continente.
5. Embora os braços dos Torquemadas se encontrassem espalhados por tudo que era sítio, o castelhano esmorecia e os interesses da burguesia liberal refugiavam-se na maçonaria, com traços evidentes na independência norte-americana, na Revolução Francesa e nas independências hispano-americanas.
6. Sem dúvida que a Velha Britânia, após a Revolução Industrial, procurou dominar o mercado europeu lançando franceses contra germanos, envolvendo na contenda o Tio Sam que, com um sólido calo adquirido na política neocolonialista a sul do seu continente, de modo periclitante, ambiciona uma hegemonia global.
7. Os jogos da burguesia republicana dominante continuam pelo o que nos resta será pugnar pela cooperação versus a competição doentia, aguardando a administração pública electrónica integral que porá fim a todos os tipos de colonialismos deprimentes.
Nau
terça-feira, 25 de junho de 2019
Nº. 5775 - Doutrina Cooperativista
1. A unidade cooperativa distingue-se de qualquer sociedade ou associação por ser uma empresa sem motivo rendível.
2. Destinada a satisfazer as necessidades dos cooperadores - económicas, sociais e culturais - a unidade cooperativa não tem por objecto a partilha de lucros pelos coadjuvantes.
3. Logo, o excedente económico das actividades dos cooperadores será partilhado no âmbito social e cultural - convizinhança; valorização técnica e espiritualidade.
4. A adesão voluntária e livre do eventual cooperador é decidida pelo órgão administrativo da unidade cooperativa, tendo este por objecto executar as funções burocráticas e articular as actividades e projectos comuns.
5. Sendo o capital social da unidade cooperativa variável em função das participações e quotizações dos cooperadores, o mesmo poderá ser realizado por bens, direitos, trabalhos e serviços.
6. Na qualidade de membro da unidade cooperativa, o cooperador adquire um acervo de direitos e deveres, legal ou estatutariamente estabelecidos, tanto do foro administrativo, como das actividades fundamentais.
7. Sem dúvida que a unidade cooperativa é distinta de quaisquer outras pessoas colectivas - sociedades comerciais e associações.
Nau
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Nº. 5774 - Portal Comunalista
1. A rede global de computadores interligados, i.e., a Internet, está a ser alvo do assalto de burocratas ao serviço do grande capital.
2. Originalmente, qualquer homo faber poderia ter acesso aos serviços disponibilizados pela Internet, ora para colher informações, ora para simplesmente postar as suas mensagens, debatendo assuntos de mutuo interesse com eventuais internautas.
3. Cedo as grandes marcas comerciais se aperceberam da importância da rede da Internet para a divulgação dos seus produtos, tal como se verifica nas emissões televisivas de todo o mundo.
4. Assim os programas de interesse recreativo, cultural ou do foro científico são regularmente intervalados por anúncios relativos a marcas comerciais, estimulando o apetite do grande público.
5. O circo para a divulgação dos jogos futebolísticos, juntando a imagem do espectáculo aos doutos pareceres dos respectivos comentadores, não aniquilou a imprensa desportiva tradicional por esta salvar a cara aos dirigentes dos grandes clubes na política da intriga e suborno de árbitros e jogadores.
6. Por outro lado, tanto as facções políticas como as seitas religiosas não procuram esclarecer as suas posições mas esbater as contrárias, aceitando de bom grado a burocratização da Internet, posto que severamente penalizados pela vulgarização comercial.
7. Os 'cookies', alegada memória ou arquivos da Internet para o registo de endereços e local onde cada cibernauta está conectado, são o fim da liberdade de expressão dos nossos dias.
Secretariado CECIM
N.B.: A futura administração pública electrónica nada tem que ver com o centralismo burocrático sectário imposto pelos 'cookies'.
Nau
domingo, 23 de junho de 2019
Nº. 5773 - Psyche
1. O estado mental mórbido, caracterizado pela falta de interesse pela vida, embora não exista um motivo psicologicamente compreensível, é sintoma depressivo.
2. A perda de vitalidade, a falta de apetite e/ou problemas gástrico, de obstipação prolongada, além de dificuldade em conciliar o sono durante a noite e ideias de suicídio, manifestam uma doença mental grave.
3. Tais sintomas, mesmo com o acompanhamento de técnicos de saúde qualificados, poderão prolongar-se por alguns dias, meses e, eventualmente, anos, havendo também casos de melhoramento rápido, sem aparente causas graves.
4. Possível é nos quadros depressivos manifestarem-se doenças cerebrais orgânicas no decurso de qualquer doença somática por esgotamento, por factores constitucionais ou provocados por medicamentos incorrectamente administrados.
5. Nos casos moderados e em que existe um motivo desencadeante (perda de um ente querido, desgosto súbito, vida desmotivadora e/ou uma solidão intensa) urge encorajar o enfermo a continuar uma vida normal, fazendo-o sentir-se útil, necessário e amado.
6. O prolongamento dos sintomas negativos por mais de duas semanas sem que se registem melhoras aparentes, o diagnóstico do tipo de depressão e a prescrição de medicamentos ansiolíticos e hipnóticos, basicamente antidepressivos, tornam-se indispensáveis.
7. Como é óbvio, no caso de políticos com funções administrativas e/ou governamentais o internamento hospitalar é urgente, excepto nas situações de manifesto risco de suicídio.
Nau
sábado, 22 de junho de 2019
Nº. 5772 - Fim de Semana 25
1. Os sons harmoniosos de instrumentos ou vozes, ou de ambos simultaneamente, são o espelho de qualquer comunidade. Porém, a música oferecida pela burguesia republicana dominante fere os ouvidos de qualquer ser humano.
2. Polulam os blogues monárquicos na Internet, ora como Boletim da Casa Real, ora como sítio electrónico dos simpatizantes da referida instituição. Contudo, alguns dos ditos blogues, embora evidenciando as opções políticas dos seus autores, não passam de diários pessoais que se vão estiolando com o tempo.
3. Aristocretinos, indubitavelmente descendentes de Dom Brúcio de Brebúcio e Iça de Porra Rastaparta e Chiça, sonham participar em governos em que o poder (domínio para fazer nada e muito abichar) é exercido por pessoas notáveis, sendo estas tão reles como a mais baixa burguesia capitalista dos nossos dias.
4. A união de pessoas com fins e interesses comuns poderá fundamentar-se em objectivos cooperativos, filantrópicos, recreativos ou meramente lucrativos. Porém, o que importa é a multiplicação das unidades cooperativas uma vez que estas têm a função de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos associados.
5. Claro que, assegurada a satisfação das necessidades fisiológicas e de subsistência individual, as comunidades continuarão a ser a távola redonda onde amesendarão os naturais e os que dela se aproximam.
6. "Fraus Electoralis: Costa, posta bosta espiralada". Anonimus dixit.
7. A impreterível administração pública electrónica permitirá a progressiva redistribuição da riqueza global, de acordo com as necessidades da população, ficando os problemas sociais e culturais acalentados por irredutível movimento cooperativista.
Nau
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Nº. 5771 - Luta Popular
1. A vida humana dura enquanto dura e até os imortais (embalsamados, cadáveres ou em pó) na terra ficam a par dos outros animais.
2. Certo é a maioria dar o sangue, o suor e lágrimas por uma existência aleatória, obrigados a satisfazer as suas necessidades fisiológicas, sobretudo as de subsistência, esforçadamente.
3. Minorias caprichosas, ora por consensos alargados ora por sacerdócio profissional, impunham regras de conduta ou de subserviência a deuses veneráveis de pau carunchoso.
4. A revolução burguesa, entre o séc. XVI e o séc. XIX, progressivamente estabeleceu moderado equilíbrio social, acabando com um feudalismo baseado na apropriação do excedente da produção dos trabalhadores rurais.
5. Os descobrimentos geográficos e o novo papel da ciência e do comércio motivou a cultura renascentista na Europa, ingressando os mais notáveis na aristocracia de forjados pergaminhos.
6. A mecanização fabril e dos transportes; as emigrações do campo para os grandes centros populacionais; a aplicação da ciência e conhecimentos empíricos na produção associado a um capitalismo usurário alicerçou a burguesia republicana dominante.
7. Porém, a impreterível administração pública electrónica permitirá a progressiva redistribuição da riqueza global de acordo com as necessidades da população, ficando os problemas sociais e culturais acalentados por um irredutível movimento cooperativista.
Nau
quinta-feira, 20 de junho de 2019
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Nº. 5769 - RAC
1. No último apontamento salientámos o reduto dos cooperativistas na incontornável era da progressiva administração pública electrónica integral.
2. Demos um simples toque no associativismo filantrópico uma vez que o amor pelo semelhante e pelas obras em favor da humanidade ser pura redundância.
3. Por outro lado, o associativismo recreativo terá lugar dentro das unidades cooperativas uma vez que as competições doentias serão pouco espectaculares em campeonatos isentos de campeões.
4. O trabalho intelectual com funda meditação não procura qualquer tipo de lucro ou vantagem sobre os mais, apenas mero prazer aos seus indefectíveis praticantes.
5. Assegurada a satisfação das necessidades fisiológicas e de subsistência individual, as comunidades voltarão a ser a távola redonda onde amesandarão os naturais e os que dela se aproximam.
6. Uma vez que a convivência não carece de esquemas legislativos mas pura cooperação, as normas jurídicas tornar-se-ão letra morta, isto é, obsoletas.
7. Claro que o paraíso não é um vasto parque onde todos os prazeres desejáveis são disponibilizados, nem tão-pouco uma visão infernal de todas as calamidades.
Nau
terça-feira, 18 de junho de 2019
Nº. 5768 - Doutrina Cooperativista
1. A união de pessoas com fins e interesses comuns poderá fundamentar-se em objectivos cooperativos, filantrópicos, recreativos ou meramente lucrativos.
2. Claro que outras actividades decadentes poderão ter lugar no foro associativo tais como o impulso bélico, o bando criminoso e a partidocracia.
3. O belicismo resulta de uma competição extrema e/ou criminalidade por desejos imoderados de riquezas, glórias, honrarias e fome de poder.
4. Decidir-se a favor de uma parte, isto é, de uma facção política é o esquema implementado pelos plutocratas ao financiar a produção de bens, como o consumo destes.
5. Quer o capitalismo liberal (mercados desregulados), quer o capitalismo socialista (centralismo burocrático) privilegiam o lucro alegando uma eventual redistribuição equitativa.
6. Porém, o que importa é a multiplicação das unidades cooperativas uma vez que estas têm a função de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos associados.
7. Sem dúvida que a administração pública electrónica integral que se avizinha, suplantará as necessidades económicas, restando as outras duas funções nobres sublinhadas no parágrafo interior.
Nau.
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Nº. 5767 - Portal Comunalista
1. Pululam os blogues monárquicos na Internet ora como Boletim da Casa Real, ora como sítio electrónico dos simpatizantes da referida instituição.
2. Alguns dos ditos blogues, embora evidenciem as opções políticas dos seus autores, não passam de diários pessoais que se vão estiolando com o tempo.
3. Outros veiculam ideias bolorentas acerca de opções religiosas, alardeando patriotismos descabidos e/ou defendendo pretendentes "à coroa" de conveniência pessoal ou origem mafiosa.
4. Como é óbvio, o herdeiro da Coroa Portuguesa - soberano consensual, hereditário e vitalício - há muito tempo já que é conhecido, sendo a minoria contestatária peões de xadrez da burguesia republicana dominante.
5. Aristocretinos, indubitavelmente descendentes de Dom Brúcio de Brebúcio e Iça de Porra Rastaparta e Chiça, sonham participar em governos em que o poder (domínio para nada fazer e muito abicar) é exercido por pessoas notáveis, sendo estas tão reles como a mais baixa burguesia capitalista dos nossos dias.
6. Jovens académicos - arrogando-se patriotas convictos; proclamando que a fé suplanta a razão; dando "vivas ao rei em assembleias restritas - lançam desafios em fugazes blogues que duram enquanto a respectiva verve dura , fechando-se em copas (ou copos?) nas jantaradas habituais,
7. Porém a vida continua e a administração pública electrónica avizinha-se, robustecendo a ideia sublime cooperativa, eficaz tanto para o sector social como para as progressivas comunidades do futuro.
Nau
domingo, 16 de junho de 2019
Nº. 5766 - Psyche
1. Sobretudo a voz materna tem o condão de acalmar a criança receada.
2. A intonação moderada do pai produz idêntico efeito, transmitindo a adequada segurança.
3. Sensibilidades auditíveis variam de criança para criança, mesmo em grupos normalmente saudáveis.
4. Logo, a música é um factor muito importante na educação auditiva das crianças de qualquer idade.
5. Mesmo as crianças autistas que manifestam regular indiferença às modulações da voz humana tornam-se hipersensíveis a sons contínuos.
6. Os sons harmoniosos de instrumentos ou vozes, ou de ambos simultaneamente, são espelho de qualquer comunidade.
7. Porém a música oferecida pela burguesia republicana dominante fere os ouvidos de qualquer ser humano racional.
Nau
sábado, 15 de junho de 2019
Nº. 5765 - Fim de Semana 24
1. Alijar no próximo a carga das responsabilidades assumidas (tanto de subsistência como de existência) é refrigério comum.
2. Logo, a origem terá que ser divina e os apologistas da canalhice - meio ciganas vaticionadoras, meio psicólogas na berra social - fazem interpretações de conveniência.
3. A Europa das comunidades só ganhará firmeza com a manutenção das fronteiras abertas; com o poder de decisão ser individual que não delegado a terceiros; com uma administração pública electrónica.
4. Sem dúvida que no 3º cartel do séc.XIX o Reino de Portugal encontrava-se na linha da frente do associativismo com a preocupação de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais da população mais carenciada.
5. Composta por todos os habitantes de uma determinada região, a partir de outras comunidades afins, formam a ideia sublime de Reino, tendo por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício, símbolo das comunidades autónomas.
6. "Voando vai para a praia Leonor na estrada preta vai na brasa de lambreta. Leva calções de pirata, vermelho de alizarina, modelando a coxa fina, de imaciente nervura, como guacho lustroso, amarelo de idantreno, blusinha de terileno desfraldada na cintura...". António Gedeão dixit.
7. Como é óbvio, os partidos políticos funcionam como meros clubes desportivos, sendo as respectivas bandeirolas, insígnias das associações, cores simbólicas, etc., usadas para assegurar a diversidade da comunidade entre as partes em confronto.
Nau
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Nº. 5764 - Luta Popular
1. A administração pública electrónica integral progressivamente eliminará o centralismo burocrático e o facciosismo político.
2. Baseado no controlo administrativo e político de todo o país através do poder central da burguesia republicana dominante reveza-se esta à cabeça do governo na dinâmica de um vulgar campeonato desportivo.
3. Tanto liberais como socialistas carecem dos favores dos plutocratas pois são estes que financiam a produção e o consumo dos quais auferem substanciais proventos, sobretudo na conquista de novos mercados.
4. Como é óbvio, os partidos políticos funcionam como meros clubes desportivos sendo as respectivas bandeirolas, insígnias das associações, cores simbólicas, etc., usadas para assegurar a diversidade entre as partes em confronto.
5. Logo, com uma administração pública integral os governos tornam-se obsoletos; a produção de bens essenciais orientada de acordo com as reais necessidades da comodidade; a acção produtiva assegurada por sofisticados autómatos.
6. Aos membros das várias comunidades - singulares, irmanadas, autónomas, etc. - cabe o exercício e prática cooperativa a fim de responsavelmente satisfazerem de modo harmonioso as suas necessidades sociais e culturais.
7. A luta popular não é o objectivo mas a via adequada para os nossos dias.
Nau
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Nº. 5763 - Prelo Real
Poema da Auto-estrada
Voando vai para a praia
Leonor na estrada preta
Vai na brasa de lambreta.
Leva calções de pirata,
vermelho de alizarina,
modelando a coxa fina,
de impaciente nervura,
como guache lustroso,
amarelo de idantreno,
blusinha de terileno
desfraldada na cintura.
Fuge, fuge, Leonoreta:
Vai na brasa, de lambreta.
Agarrada ao companheiro
na volúpia da escapada
pincha no banco traseiro
em cada volta da estrada.
Grita de medo fingido,
que o receio não é com ela,
mas por amor e cautela
abraça-o pela cintura.
Vai ditosa e bem segura.
Com um rasgão na paisagem
corta a lambreta afiada,
engole as bermas da estrada
e a rumorosa folhagem.
Urrando estremece a terra,
bramir de rinoceronte,
como um punhal que se enterra.
Tudo foge à sua volta,
O céu, as nuvens, as casas,
e com os bramidos que solta
lembra um demónio com asas.
Na confusão dos sentidos
já nem percebe Leonor
se o que lhe chega aos ouvidos
são ecos de amor perdidos
se os rugidos do motor.
Fuge, fuge Leonoreta
Vai na brasa, de lambreta.
António Gedeão
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Nº. 5762 - RAC
1. A totalidade das pessoas que vivem em determinado espaço geográfico como naturais e/ou residentes, irmanados por uma mesma herança cultural e história, delineiam a comunidade.
2. Partilhando elementos fundamentais em comum - laços familiares, idioma, hábitos tradicionais, etc. - mantêm ao longo dos tempos características locais e expressões culturais que os diferenciam de outras comunidades.
3. Mesmo quando tido como agrupamento social caracterizado no consenso expontâneo das pessoas que o constituem, a comunidade não é definida pela sua dimensão, mas pelos hábitos adquiridos, bem como do modo de estar na vida.
4. Composta por todos os habitantes de uma determinada região, a partir de outras comunidades afins, formam a ideia sublime de Reino, tendo por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício, símbolo das comunidades autónomas.
5. Desenvolvendo competências partilhadas por outras comunidades mantem a sua característica regional, na multiplicação de famílias que respeitam o conceito de vizinhança.
6. Em suma: a comunidade é um modo de produção de conhecimento com base na experiência, i.e., existência em determinado espaço geográfico.
7. A comunidade robustece-se pela cooperação e definha pela competição doentia.
Nau
terça-feira, 11 de junho de 2019
Nº. 5761 - Doutrina Cooperativista
1. O conjunto de princípios que servem de base ao cooperativismo em Portugal saiu da pena de Andrade Corvo, tendo estes entrado em vigor a 2 de Julho de 1867.
2. Sem dúvida que no 3º cartel do séc.XIX, o Reino de Portugal encontrava-se na linha da frente do associativismo com a preocupação de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais da população mais carenciada.
3. Porém, a burguesia republicana, amparada por uma maçonaria alegadamente filantrópica, passou a defender os interesses da classe liberal, associando a ideia do progresso à grande produção e rápido consumo, ambos financiados pelos capitalistas.
4. Claro que o sistema económico caracterizado pela propriedade privada e pela multiplicação de mercados onde se compram e vendem mercadorias, sobretudo a força de trabalho, aparentemente libertava o trabalhador rural assalariando-o nas grandes urbes.
5. Ao homem comum era retirado o poder de decisão através de esquemas partidocráticos em que demagogos prometiam a liberdade, igualdade e fraternidade tendo apenas por objecto alçapremarem-se às cadeiras do poder.
6. Dentro em breve a gestão da administração pública substituirá o centralismo burocrático por sofisticados e eficientes sistemas electrónicos, permitindo estes a distribuição da riqueza de acordo com as necessidades individuais.
7. O sistema associativo fundamentado no princípio cooperativo será a mesa redonda onde os problemas sociais e culturais serão amplamente partilhados nas várias comunidades.
Nau
segunda-feira, 10 de junho de 2019
Nº. 5760 - Portal Comunalista
1. O apontamento de ontem (emaranhado em conceitos) dá muito pano para mangas.
2. Aliás, qualquer texto, por mais elementar que seja, na prática parlamentar enche bem páginas e páginas de qualquer boletim oficial.
3. Ser radical nos dias de hoje não tem futuro de qualquer espécie pois ao verdadeiro génio político basta fazer promessas e derrapar em despesas pois serão os outros a pagar.
4. Com tantas religiões e tantos deuses, os milagres saem muito caros pelo que a melhor solução será impor a fé através de equipamentos com capacidade altamente destruidora.
5. A Europa das comunidades só ganhará com a manutenção das fronteiras abertas; com o poder de decisão individual e intransmissível, jamais delegado a terceiros; com uma administração pública electrónica.
6. Os soberanos consensuais, hereditários e vitalícios, voltarão a ser o espelho das diferentes comunidades; provavelmente a Europa ultrapassará os Urais, pois as hegemonias, embora regionais, não serão antagónicas.
7. A robotização porá fim ao trabalho penoso; as necessidades da população serão satisfeitas de acordo com as urgências individuais; demagogos e a minoria republicana dominante não terão futuro.
Nau
domingo, 9 de junho de 2019
Nº. 5759 - Psyche
1. Alijar no próximo a carga das responsabilidades assumidas (tanto de subsistência como de existência) é refrigério comum.
2. Logo, a origem terá que ser divina e os apologistas da canalhice - meio ciganas vaticinadoras, meio psicólogos na berra social - fazem interpretações de conveniência.
3. Os homens são todos iguais como espécie mas diferentes no modo de ser e estar pelo que as comunidades onde residem espelham diferenças entre os grupos afins.
4. Literalmente, educação significa guia para o exterior, entendendo-se este como os primeiros passos da criança sob a desvelada atenção maternal e das pessoas ligadas por vínculos de consanguinidade.
5. Fora da intimidade maternal e daqueles que estão próximo existe a vizinhança, formando o conjunto destas a comunidade, com regras próprias adquiridas culturalmente.
6. A lei é uma norma geral obrigatória estabelecida na comunidade - instrução de conduta para todas as pessoas que vivem em determinado espaço geográfico.
7. Embora o Reino defina a comunidade ou conjunto de comunidades culturalmente representadas por um soberano consensual, hereditário e vitalício, o Estado foi a alternativa imposta pela burguesia repulicana dominante.
Nau
sábado, 8 de junho de 2019
Nº. 5758 - Fim de Semana 23
1. A alma é mera reflexão em si, mesmo com asas não passa de gato-sapato.
2. Somos cooperativistas pois as facções políticas, orientadas por corifeus profissionais, apenas servem os interesses particulares, mormente orientados pelo grande capital.
3. Com ou sem experiência na actividade cooperativa, muitos são os opinativos preconceituosos. Grave são aqueles que, caprichando pela posse e mando, assonhereiam-se da unidade cooperativa como firma unipessoal.
4. Há já algum tempo John Bull faz o jogo do Tio Sam para maior secundarização da Europa ocidental.
5. A visita do rico plebeu norte-americano ao paço real britânico não é apenas novo-riquismo mas aviso para este se afastar de compromissos para lá dos Urais.
6. "Há um navio afundado com todo o passado à proa". Albano dias Monteiro dixit.
7. Urgente é participar na multiplicação das unidades cooperativas como vanguarda da administração pública electrónica que se avizinha.
Nau
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Nº. 5757 - Luta Popular
1. Não cruzar os braços e enfrentar a burguesia republicana dominante é a razão da luta popular.
2. Denunciar a corrupção política e o compadrio no topo da administração pública é o motivo da luta popular.
3. Estar atento às coalizações entre políticos, industriais, empórios do comercio, etc., é o leitmotiv da luta popular.
4. Criteriosamente ver, escutar, ler as redes de comunicação social (TV, rádio, imprensa, por norma ao serviço do grande capital) elegendo como antídoto destas a luta popular.
5. Despir-se de preconceitos acerca das minorias de estadão económico, político, académico, sacerdotal, etc., envolvendo-se na luta popular.
6. Participar na multiplicação das unidades cooperativas como vanguarda da administração electrónica na fase da luta popular.
7. Estugar o passo deixando para trás liberais, socialistas, neo-colonialistas, etc., é a lógica da luta popular.
Nau
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Nº. 5756 - Prelo Real - 6/6/2019
Há um navio
afundado
com todo passado à proa
Albano Dias Martins
6/8/1930 - 6/6/2018
Nº. 5755 - RAC
1. Embora o homem seja um animal gregário, medra o antagonismo no seu meio.
2. Viver em grupos restritos ou grandes comunidades, regras constantes terão que ser observadas.
3. Ora imposta pela lei do mais forte, ora por norma jurídica geral e obrigatória é sempre contingencial.
4. Legítimo ou disposição da classe dominante, a preponderância resulta de aspectos políticos ou função militar.
5. Há já algum tempo John Bull faz o jogo do Tio Sam para maior secundarização da Europa ocidental.
6. A visita do rico plebeu norte-americano ao paço real britânico não é apenas novo-riquismo mas aviso para esta se afastar de compromissos para lá dos Urais.
7. Porém, a hegemonia não virá do leste europeu mas do império amarelo.
Nau
terça-feira, 4 de junho de 2019
Nº. 5754 - Doutrina Cooperativista
1. Com ou sem experiência na actividade cooperativa, muitos são os opinativos preconceituosos.
2. Os mais esforçados alinham em qualquer projecto, sem egocentrismos recalcados e/ou exibicionismos deploráveis.
3. Claro que todo aquele que gosta dar nas vistas ou ser apreciado tem doutos pareceres, mas pouco empreendimento.
4. Outros são de uma ignorância enciclopédica mais dados para questionar do que para executar qualquer tarefa.
5. Académicos peroram sapientemente com teses ilustradas por meio de comentários, de exemplos, com muita presença de espírito e carência de acção.
6. Grave é aqueles que capricham pela posse e mando, assenhorando-se da unidade cooperativa como firma unipessoal
7. Cooperar é jeito de concorrer para a realização de algo de interesse comum.
Nau
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Nº. 5753 - Portal Comunalista
1. Este portal mantém-se permanentemente aberto aos vossos comentários e/ou sugestões.
2. Somos cooperativistas porquanto, face à competitividade doentia entre as pessoas, opomos a cooperação e o apoio mútuo.
3. Somos comunalistas pois no espaço geográfico onde habitamos, subsistindo de acordo com as necessidades próprias - económicas, sociais e culturais - não delegamos o poder de decisão individual a terceiros.
4. Somos monárquicos dado que a Coroa Real toda a comunidade ou comunidades abraça, e o soberano consensual, hereditário e vitalício, reina mas não governa.
5. Somos ateus e anticlericalistas uma vez que a religião (antigo elo forte da comunidade) foi tomada de assalto por profissionais indecorosos que moldaram esta aos seus tortuosos e egoísticos planos.
6. Somos apartidários visto que as facções políticas, orientadas por corifeus profissionais, apenas servem interesses sectaristas, mormente orientadas pelos capitalistas e plutocratas.
7. Em suma: somos cooperativistas, monárquicos e comunalistas.
Nau
domingo, 2 de junho de 2019
Nº. 5752 - Psyche
1. O idílio entre a alma (espírito da vida) e o desejo carnal não tem fim.
2. Platónica ou realisticamente o humano pouca diferença faz dos solitários ou gregários.
3. Tudo o resto é literatura académica e/ou de cordel, estafada em séries televisivas.
4. Sempre o humano procura em histórias fabulosas o lado penoso da sua existência.
5. Claro que a alma é mera reflexão em si e, mesmo com asas, não passa de gato-sapato.
6. Os profissionais que exploram o espírito e os desejos carnais da turbamulta são meros sacerdotes.
7. Cupido e Psyche sobem aos altares e deixam larga descendência na esteira de um deus incrível.
Nau
sábado, 1 de junho de 2019
Nº. 5751 - Fim de Semana 22
1. Radicais e opositores a qualquer tipo de mudança, são ambos da mesma igualha, produto da burguesia republicana dominante em vias de extensão, graças à reforma administrativa electrónica que se avizinha.
2. Sempre uma minoria audaciosa procurou ganhar vantagens sobre a maioria pela força... das circunstâncias, fanatismos religiosos, assenhoreamento de riquezas naturais e espírito tribal em que o idoso é pragmático.
3. O fim da burguesia republicana dominante aproxima-se, tal como as castas da Índia, uma vez que a função administrativa das comunidades será, progressivamente, computadorizada.
4. Claro que o futuro não está no trabalho penoso robotizável, mas no trabalho criativo, de inspiração cooperativa.
5. "Num atalho da montanha, sorrindo, uma violeta". Maturo Basho dixit.
6. A luta popular é mero serrabulho.
7. A luta cooperativa, obviar intermediários; combater o capitalismo; desenvolvimento social e cultural.
Nau
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