terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Nº. 1859 - Doutrina Cooperativista
1. A apatia dos monárquicos (ou daqueles que ainda não se assumiram como tal) foi lamentada no apontamento de ontem.
2. Hoje resta-nos a ladainha dos cooperativistas inveterados que vivem porque a vida dura - sem rei e sem norte - igualmente pouco dados ao diálogo.
3. Sem dúvida que a luta contra a mentalidade burguesa tem que ser por nós, meros cooperativistas, levada a cabo, em guerra aberta a capitalistas e republicanos concertados.
4. Ao consolidar uma rede de células cooperativas destinada a satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus empreendedores, estamos a reduzir o espaço para manobra da burguesia dominante.
5. Cultivando o poder de decisão individual - em vez de delegar este a demagogos comprometidos - tornamos as comunidades mais robustas, aplanando o caminho para o regresso do rei, uma vez que este reina, mas não governa.
6. Logo, o soberano hereditário e vitalício - obviando disputas partidárias no topo da comunidade - reina mas não governa porquanto a todos nós cabe zelar pelos interesses comuns - por sorteio, por voto electrónico, etc. - uma vez que aos os partidos cabe formular meras propostas na Casa da Democracia.
7. Sendo a célula cooperativa uma escola democrática urge a multiplicação desta dando força ao CMC.
Nau
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