sábado, 31 de dezembro de 2016
Nº. 1870 - Fim de Semana 74
1. "Cada vez o teu Reino é menos deste mundo! Mas vimos, com as mãos cheias dos nossos pomos, festejar-te, - do fundo da miséria que somos".
2. No Reino de Portugal, a extrema-esquerda procura aplicar o esquema do duende nórdico sacando dinheiro aos magnates (que há muito tempo já puseram os seus haveres em paraísos fiscais); agravando a dívida pública sem ter em vista hipóteses de razoável pagamento; beneficiando sectores improdutivos a troco de favores eleitorais.
3. Satisfazendo as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, a gestão das células cooperativas é realizada através do voto unipessoal e intransmissível, responsabilizador e verdadeiramente democrático.
4. Bom igualmente salientar que os princípios da doutrina cooperativa encontram-se difundidos por todo o Planeta Azul, logo uma boa via para a consolidação da paz e democracia nos cinco continentes.
5. Porém, o aumento do controlo da comunicação social pelo poder político ao serviço da plutocracia é manifesto. Logo, só a multiplicação das células cooperativas por todo o globo terrestre poderá conter tal perversa investida.
6. Embora muitos de nós possam sentir como suas as palavras de Bocage - "Meu ser evaporei na luta insana do tropel das paixões que me assustava: ah, cego, eu cria, ah mísero eu sonhava em mim quase mortal a essência humana!" - claro que a luta popular pressupõe o desalentado grito da massa ignara.
7. Cabe a todos nós, particularmente aos cooperativistas, garantir - através do voto unipessoal, voto responsável - uma sólida Democracia no Reino de Portugal.
Nau
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Nº. 1869 - Luta Popular
1. A pessoa do rei é a referência de várias comunidades, mesmo quando estas patenteiam comportamentos e modos de pensar fora do comum.
2. Sempre que tal figura é presumidamente afastada, o soberano a prazo, de génese partidária, carece do amparo da pátria mítica e da bandeira de recurso.
3. A pátria - nem sempre coincidindo com o sítio onde cada qual nasce - abarca todos aqueles que nela procuram o indispensável à sua existência.
4. Por outro lado, a bandeira que serve de distintivo da nação é acordo entre parceiros do mesmo jaez - emblema clubístico de arregimentação compulsiva.
5. Claro que a luta popular pressupõe o grito da massa ignara, esta encabeçada por demagogos, contra a minoria que se encontra no poder, permitindo uma renovação na continuidade.
6. Os quadros da burguesia dominante entram por uma porta, saindo em contramão os antigos quadros da mesma burguesia, garantindo ambos uma estrita observação dos ditames dos plutocratas internacionais - e satisfação dos respectivos serventuários.
7. Este é o esquema da chamada democracia republicana em que a liberdade é regalo apenas da burguesia dominante.
Nau
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Nº. 1868 - Prelo Real
Meu Ser Evaporei
Do tropel de paixões que me arrastava:
Ah! cego, eu cria, ah! mísero eu sonhava
Em mim quase mortal a essência humana!
De que inúmeros sóis a mente ufana
Existência falaz me não dourava!
Mas eis sucumbe Natureza escrava
Ao mal, que a vida em sua origem dana.
Prazeres, sócios meus, e meus tiranos!
Esta alma, que sedenta em si não coube,
No abismo vos sumiu dos desenganos.
Deus, ó Deus!... quando a morte a luz me roube,
Ganhe um momento o que perderam anos,
Saiba morrer o que viver não soube.
Bocage
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Nº. 1867 - RAC
1. Todo o mundo tem consciência que a comunicação social é (potencialmente) o último reduto da liberdade.
2. Em 1831 Faraday demonstrou que as vibrações de um metal podiam ser convertidas em impulsos eléctricos, dando origem ao telégrafo (Morse, 1834) e ao telefone (Bell, 1832/85).
3. A primeira transmissão sem fios de mensagens através dos impulsos eléctricos foi realizada por Marconi/Brandly, em Paris, da Torre Eiffel para o Panteão.
4. Claro que a nova tecnologia foi de imediato utilizada para fins comerciais, bem como meio de posicionar operações militares e, sobretudo, para fins propagandísticos.
5. A partir de 1920, as emissoras radiofónicas ganham larga audiência, transformando-se no "jornal sem papel e sem fronteira" acalentada por Lenine, para arregimentar os seus sequazes.
6. Passo a passo a miniaturização levada a cabo pelos transístores (1947) permite a disseminação dos aparelhos de comunicação móveis - som e imagem - além de microprocessadores, i.e., os minicomputadores universais.
7. O aumento do controlo da comunicação social pelo poder político ao serviço dos plutocratas é manifesto. Só a multiplicação das células cooperativas poderá conter tal perversa investida.
Nau
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Nº. 1866 - Doutrina Cooperativista
1. Ao continuado desaforo plutocrata e à fome de poder da burguesia republicana dominante urge contrapor os princípios da doutrina cooperativa.
2. O sistema associativo com base nas cooperativas - estas destinadas a libertar os seus associados dos encargos respeitantes a lucros dos intermediários ou dos capitalistas - é, sem dúvida, a resposta adequada.
3. Satisfazendo as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, a gestão das células cooperativas é realizada através do voto unipessoal e intransmissível, responsabilizador e verdadeiramente democrático.
4. Por outro lado, a solidariedade, a autogestão, o autofinanciamento, assim como o bem-estar colectivo são bandeira do cooperativismo e timbre deste espaço de inspiração monárquica.
5. Não sendo admissíveis discriminações raciais, políticas ou religiosas nas células cooperativas, estas jamais poderão ser instrumentalizadas como diapasão de forças sectárias - liberais, socialistas, sociais-fascistas e quejandas.
6. Bom igualmente salientar que os princípios da doutrina cooperativa encontram-se difundidos por todo o Planeta Azul, logo uma boa via para a consolidação da paz e democracia nos cinco continentes.
7. Aqui continuamos a apelar ao consenso de todos os cooperativistas uma vez que as redes de comunicação social - particularmente a Internet - poderão escapar da tutela da burguesia republicana dominante.
Nau
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Nº. 1865 - Portal Comunalista
1. Segundo uma lenda nórdica, um lenhador, ao socorrer na floresta uma rena ferida, foi surpreendido pelo facto de esta ser um poderoso duende que, deveras reconhecido, se prontificou a recompensá-lo munificientemente.
2. O esforçado lenhador, desiludido pelos magros resultados pecuniários conseguidos, durante longas horas de trabalho, logo manifestou o desejo de ser tão rico como o magnate lá das redondezas, sendo tal aspiração de imediato assegurada pelo grato duende.
3. Ainda combalido por tão grande ventura, meteu pernas ao caminho de casa para relatar o auspicioso encontro à sua mulher, não dispensando uma breve visita à estalagem da proximidade onde procuraria refrescar a sua abrasada garganta com néctar da melhor qualidade que, até então, nunca lhe passara pelos lábios.
4. Feliz acaso deu ensejo ao encontro com o famoso magnate lá do sítio que, estranhando os ares perdulários do lenhador, jocosamente lhe propôs um jogo de cartas em que o vencedor pagaria copiosas rodadas à numerosa e sedenta assistência.
5. Surpresa, surpresa foi que, aceite o desafio, a cada partida de cartas o lenhador saía vitorioso obrigando o magnate abrir os cordões à bolsa até esta ficar completamente vazia, tal como a do lenhador, de acordo com a promessa garantida pelo duende.
6. Em Portugal, a extrema-esquerda procura aplicar o esquema do duende nórdico sacando dinheiro aos magnates (que há muito tempo já puseram os seus haveres em paraísos fiscais); agravando a dívida pública sem ter em vista hipóteses de razoável pagamento; beneficiando sectores improdutivos a troco de favores eleitorais.
7. Claro que a uma perdulária democracia republicana segue-se uma ditadura republicana, assegurando o continuado regabofe dos plutocratas por via da burguesia dominante.
Nau
domingo, 25 de dezembro de 2016
Nº. 1864 - Psyche
Mais uma vez, cá vimos
Festejar o teu nascimento,
Nós, que, parece, nos desiludimos
Do teu advento!
Cada vez o teu Reino é menos mundo!
Mas vimos, com as mãos cheias dos nossos pomos,
Festejar-te, - do fundo
Da miséria que somos.
Os que à chegada
Te vimos esperar com palmas, frutos, hinos,
Somos - não uma vez, mas cada -
Teus assassinos.
À tua mesa nos sentamos
Teu sangue e corpo é que nos mata a sede e a fome;
Mas por trinta moedas te entregamos;
E por temor, negamos o teu nome.
Sob escárnios e ultrajes,
Ao vulgo te exibimos, que te aclame;
Te rojamos nas lages;
Te cravamos numa cruz infame.
Depois, a mesma cruz erguemos,
Como um farol de salvação,
Sobre as cidades em que ferve extremos
A nossa corrupção.
Os que em leilão a arrematamos
como sagrada peça única,
Somos os que jogámos,
Para comércio, a tua túnica.
Tais somos, os que, por costume,
Vimos, mais uma vez,
Aquecer-nos ao lume
Que do teu frio e solidão nos dês.
Como é que ainda tens a infinita paciência
De voltar, - e te esqueces
de que a nossa indigência
Recusa tudo que lhe ofereces?
Mas, se um ano tu deixas de nascer,
Se de vez nos cala a tua voz,
Se enfim, por nós desistes de morrer,
Jesus recém-nascido!, que será de nós?
José Régio
in "Obra Completa"
sábado, 24 de dezembro de 2016
Nº. 1863 - Fim de Semana 73
1. A comunidade é o conjunto de pessoas, de diferentes etnias e diferentes credos, mas civilização comum, estruturada como Reino em que as partes são dependentes do todo e, por conseguinte, solidárias umas das outras.
2. Claro que a ameaça de confrontos religiosos é ronhentosamente cultivada pelos diferentes credos a fim de consolidar a sua habitual clientela, chamando a si as tresmalhadas ovelhas que vacilam entre a dúvida e a insegurança.
3. A Roma Antiga não soçobrou pelo excesso de diferentes etnias e variados credos, mas pela determinação dos bárbaros em terem acesso a uma riqueza material que há muito cobiçavam, papel hoje assumido pela plutocracia apátrida.
4. Sem dúvida que a luta contra a mentalidade burguesa tem que ser por nós, meros cooperativistas, levada a cabo, em guerra aberta aos capitalistas e aos republicanos concertados.
5. "O cooperativismo é um movimento de ascensão moral, de reforma social, que se serve, como instrumento, das necessidades económicas dos homens". António Sérgio dixit.
6. Transcrevemos, de novo, o poema "Presépio" de José Travaços Santos no qual este sublinha que a magia volta, não apenas como uma reminiscência, mas como continuidade.
7. O regime económico assente na grande produção e no progressivo aumento do consumo exige a conquista de novos mercados, razão dos conflitos internacionais do século passado, bem como daqueles que se avizinham.
Nau
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Nº. 1862 - Luta Popular
1. 1. O regime económico assente na grande produção e no aumento do consumo exige a conquista de novos mercados.
2. Já em finais do século XIX os Estados Unidos controlam Cuba e as Filipinas, anexando Porto Rico, melifluamente defendendo uma doutrina de "Porta Aberta".
3. A dita doutrina norte-americana afirmava que a liberdade do comércio internacional era um passo de gigante na promoção da paz e da democracia universal.
4. Claro que ao neocolinialismo estadunidense, o Governo de Sua Majestade Britânica acicatava o conflito entre a França e a Alemanha a fim de eliminar dois poderosos concorrentes comerciais.
5. Porém, só início do século XX é que a guerra aberta entre germanos e francos foi despoletada pelo assassinato do arquiduque herdeiro Francisco Fernando em Serajevo.
6. Enquanto o conflito europeu se mundializava com a participação dos Estados Unidos, a Rússia, aliada da França, é sacudida por duas revoluções, uma popular, em Fevereiro, e um golpe de Estado bolchevique, em Outubro, ambas no ano de 1917.
7. Nos Estados beligerantes, os poderes públicos intervieram, cada vez mais, nas actividades económicas, dando azo a um incontornável voluntarismo.
Nau
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Nº. 1861 - Prelo Real
Presépio
Cada ano
ficou mais sumido
o sapatinho na chaminé
e já não é
o Menino
que chega na estrela da manhã.
Sobrepôs-se aos dias da infância
a crueza dos dias que haviam de vir
e deliu-se a inocência na distância.
Mas regressaram nos olhos dos meus netos
as imagens do passado.
Renasceu o Menino.
E voltou a magia
ao Presépio Renovado.
José Travaços Santos
in "No princípio era o Verbo"
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Nº. 1860 - RAC
"O cooperativismo é um movimento de ascensão
moral, de reforma social, que serve, como
instrumento, das necessidades económicas dos homens".
António Sérgio
in "Sobre o socialismo de Oliveira Martins"
tomo VIII, pag. 235
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Nº. 1859 - Doutrina Cooperativista
1. A apatia dos monárquicos (ou daqueles que ainda não se assumiram como tal) foi lamentada no apontamento de ontem.
2. Hoje resta-nos a ladainha dos cooperativistas inveterados que vivem porque a vida dura - sem rei e sem norte - igualmente pouco dados ao diálogo.
3. Sem dúvida que a luta contra a mentalidade burguesa tem que ser por nós, meros cooperativistas, levada a cabo, em guerra aberta a capitalistas e republicanos concertados.
4. Ao consolidar uma rede de células cooperativas destinada a satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus empreendedores, estamos a reduzir o espaço para manobra da burguesia dominante.
5. Cultivando o poder de decisão individual - em vez de delegar este a demagogos comprometidos - tornamos as comunidades mais robustas, aplanando o caminho para o regresso do rei, uma vez que este reina, mas não governa.
6. Logo, o soberano hereditário e vitalício - obviando disputas partidárias no topo da comunidade - reina mas não governa porquanto a todos nós cabe zelar pelos interesses comuns - por sorteio, por voto electrónico, etc. - uma vez que aos os partidos cabe formular meras propostas na Casa da Democracia.
7. Sendo a célula cooperativa uma escola democrática urge a multiplicação desta dando força ao CMC.
Nau
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Nº. 1858 - Portal Comunalista
1. O silêncio continua sepulcral e, embora de portadas abertas, as correntes de ar aqui não têm lugar, entrando e saindo em bicos de pé os visitantes a fim de não comprometerem as suas pessoas.
2. Surpresa, surpresa vem de França onde a geração de emigrantes mais instruída guarda uma certa curiosidade por estas coisas, enquanto a velha guarda, exercitada num franciú elementar, dá uma no cravo e outra na ferradura.
3. A ameaça de confrontos religiosos é ronhentemente cultivada pelos diferentes credos a fim de consolidar a sua habitual clientela, chamando a si tresmalhadas ovelhas que vacilam entre a dúvida e a insegurança.
4. No caso da França, sempre que o império germânico se consolida, à cautela os corifeus franceses aproximam-se da Rússia, uma vez que os anglicanos - à semelhança dos estadunidenses - ora estimulam as crises, ora coçam para dentro.
5. Claro que a Roma Antiga não sucumbiu pelo excesso de diferentes etnias e variados credos, mas pela determinação dos bárbaros em terem acesso a uma riqueza material que há muito tempo cobiçavam, papel hoje assumidos pela plutocracia apátrida.
6. Porém, a nova ordem castrense não virá do oriente europeu - almejada pelo inseguro Stalin - mas pelo sul, esta mascarada de etnia africana, mas basicamente de inspiração amarela e tecnologia robotizada, dispensando botões de accionamento e alavancas para ser posta em marcha.
7. Dialogar? Para quê, pois a coisa marchará em fila indiana e será evidente na chegada ao destino! Raios partam estes pseudo-monárquicos que nem o caminho marítimo para a Índia tentam descobrir.
Nau
domingo, 18 de dezembro de 2016
Nº. 1857 - Psyche
1. A hereditariedade (herança física) e o ambiente (meio social em que se vive) moldam o indivíduo.
2. O comportamento do ser humano é adequado à comunidade (espaço geográfico onde vive um povo) em que se encontra integrado.
3. As frustrações evidenciadas por cada um resultam de goradas expectativas, desequilíbrios emocionais ou casos psíquicos.
4. Os comportamentos incoerentes daqueles que se dizem monárquicos são o espelho da sua impreparação política.
5. Idêntica coisa se poderá dizer dos assumidos antimonárquicos que, embora de sinal contrário, são tão preconceituosos como os fideístas compulsivos.
6. A comunidade é o conjunto de pessoas, de diferentes etnias e diferentes credos, mas civilização comum, estruturada como Reino em que as partes são dependentes do todo e, por conseguinte, solidárias umas das outras.
7. O cooperativismo tem por base o consenso e o voto responsável - bandeira do comunalismo monárquico.
Nau
sábado, 17 de dezembro de 2016
Nº. 1856 - Fim de Semana 72
1. Muitas são as dores provadas para além dos diagnósticos. Só para a provada estupidez humana não existem lenimentos adequados.
2. Não há qualquer dúvida que o apelo de Paulo Especial para melhor clarificação do ideário monárquico (ver transcrição no apontamento 1834, de 25 do mês findo) está a ser profundamente estudado pelos opinantes e os opiniáticos habituais.
3. Tão profunda é a azáfama lá para as bandas das causas sem efeito - reais, tradicionais e quejandas - que das cinco partes do Planeta Azul se ouve o ressonar dos doutos mestres do pensamento luso que, entretidos nas habituais guerras de lana-caprina, aguardam resposta dos oráculos consultados.
4. Claro que a persecução doentia do lucro é objectivo final para o capitalismo - tanto liberalista, como socialista centralizador - financiando os plutocratas a produção em função do consumo, pelo que, dentro em breve, o Império Amarelo controlará larga fatia da produção global, tal como do sector financeiro.
5. Os cérebros dos partidos políticos entram para a administração pública impolutos e dão de frosques com mácula; os altos cargos da República são assistidos por conselheiros de renome, entrando estes de pé leve e saindo pesadamente.
6. Logo "Chorai arcadas do violoncelo, convulcionadas, pontes aladas do pesadelo" por esta República corrupta e pela burguesia governante que a manipula.
7. A luta popular deverá ser orientada para a cooperação sob a trilogia da liberdade, equidade e solidariedade, jamais aceitando a republicana trafulhice de actos eleitorais em que a "maioria" incontornavelmente consagra a corrupta burguesia dominante.
Nau
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Nº. 1855 - Luta Popular
1. O conjunto de habitantes de um espaço geográfico politicamente definido é designado como povo.
2. Logo, o povo é a massa ignara de uma significativa extensão territorial - cidade, vila, lugar, etc. - onde os habitantes procuram satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais o mais confortavelmente possível.
3. Claro que as pessoas não são todas iguais - em físico e em capacidades - pelo que o conjunto diverso perfaz o equilíbrio necessário à existência da comunidade, apesar da fome de poder das minorias viciosas.
4. Sintomaticamente, as minorias articulam-se por consensos enquanto a parte menos numerosa na comunidade apenas se satisfaz através das regras por si estabelecidas, garantindo estas o poder de decisão sobre os mais.
5. A luta que convem ao povo não será delegar, por via do voto anódino, o seu poder de decisão a terceiros, uma vez que as minorias agem para protecção dos seus interesses particulares.
6. Por conseguinte, a luta popular deverá ser orientada para a cooperação sob a trilogia da liberdade, equidade e solidariedade, jamais aceitando a republicana trafulhice de actos eleitorais em que a maioria incontornavelmente consagra a burguesia dominante.
7. Somos cooperativistas, monárquicos e comunalistas.
Nau
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Nº. 1584 - Prelo Real
Violoncelo
Chorai arcadas
Do violoncelo!
Convulcionadas,
Pontes aladas
de pesadelo...
De que esvoaçam,
Brancos, os arcos...
Por baixo passam,
Se despedaçam,
No rio, os barcos.
Fundas, soluçam
Caudais de choro...
Que ruínas, (ouçam)!
Se se debruçam,
Que sorvedouro!...
Soidões lacustres...
- Lemes e mastros...
E os alabastros
Dos balaústres!
Urnas quebradas!
Blocos de gelo...
- Chorai arcadas,
Despedaçadas,
Do violoncelo.
Camilo Pessanha
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Nº. 1853 - RAC
1. Os CEO's são munificentemente pagos a fim de realizarem um trabalho de grande qualidade e saem com rabos-de-palha.
2. Os banqueiros atribuem a si mesmos prémios de produtividade de manhã e à tarde recorrem aos fundos públicos devido a dificuldades bancárias.
3. Os cérebros dos partidos políticos do arco governamental entram para a administração pública impolutos e dão de frosques com mácula emprazada.
4. Os altos cargos da República são assistidos por conselheiros de renome, isto é, amigalhaços de fina-flor, entrando ligeiros e afastando-se pesadamente.
5. Os jornalistas afectos à comunicação social rodam de acordo com a cor predominante no governo, funcionando como diapasão do mesmo.
6. Os prevaricadores de alto coturno são levados até ao lugar das audiências judiciais onde aguardam a prescrição dos seus impudicos actos.
7. Os fideputas alfaquis dos autos de Gil Vicente continuam por aí.
Nau
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Nº. 1852 - Doutrina Cooperativista
1. Ao contrário do liberalismo que propõe uma liberdade cívica e económica, de consciência do cidadão, presumindo que a mera procura estabelece uma produção equilibrada.
2. Por outro lado, ao invés do socialismo que preconiza a direcção e domínio do Estado nos bens de produção e consumo, por mero recurso à classe burguesa dominante.
3. O cooperativismo motiva o espírito associativo e consensual através da autogestão e do autofinanciamento a fim de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados.
4. Claro que a persecução doentia do lucro é objectivo final para o capitalismo; os plutocratas financiam o consumo a fim de escoar a produção que igualmente financiaram.
5. O esquema de investimentos capitalistas é amoral, orientados para a lucrativa indústria farmacêutica, bem como para a produção de transgénicos que, alegadamente destinada a solucionar os problemas da fome ao nível global, envenenam a saúde pública.
6. Bom é ter presente que o neocolonialismo, não impondo uma administração directa nos mercados que domina, destrói os recursos produtivos destes aumentando a dependência por via do clientelismo.
7. Dentro em breve, o Império Amarelo controlará uma larga fatia da produção global, bem como do sector financeiro.
Nau
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Nº. 1851 - Portal Comunalista
1. Não há qualquer dúvida que o apelo de Paulo Especial para melhor clarificação do ideário monárquico (ver transcrição em apontamento nº. 1834, de 25 do mês findo) está a ser profundamente estudado pelos opinantes e os opiniáticos habituais.
2. Tão profunda é a azáfama pelas bandas das causas sem efeito - reais, tradicionais e quejandas - que das cinco partes do Planeta Azul se ouve o ressonar dos doutos mestres do pensamento luso que, entretidos nas guerras de lana-caprina, aguardam a resposta dos oráculos consultados.
3. Fala-se de Monarquia como de um partido político se tratasse; fala-se de tolerância religiosa pretendendo impor um credo religioso que, semelhante a todos os outros, é mera fraude e nefasto à inteligência humana; fala-se de tudo excepto do fundamento e das práticas para conter a plutocracia e respectivos serventuários, i.e., a burguesia republicana dominante.
4. Embora o modo de ver deste espaço - e aqui trabalha-se por consensos - tenha sido expresso ao longo de vários anos, considera-se seriamente a hipótese de apresentar uma resenha do mesmo no "monarquicos.com public group", paulatinamente, de acordo com a disponibilidade cá da malta.
5. Segundo as estatísticas apuradas no "CECIM - Cooperativismo Monárquico" apenas os temas relativos à nobreza tem tido larga audiência, embora nos tenhamos limitado a uma definição e tentativa de esclarecimento de uma família brasileira que, por ser muito numerosa, tem vindo, diariamente, inteirar-se da matéria singelamente dada.
6. A toleima dos descendentes de Dom Brúcio de Brebúcio e Yça de Porra Rastaparta e Chiça é grande, coadjuvada por pretendentes espúrios, fadistas hidrófobos e cripto-republicanos que, pela sua insegurança mental, não fazem jogo claro, sendo nobres no sentido pejorativo e cidadãos no amesendar-se burguês.
7. Este portal continua aberto para todos os temas, excepto para as cretinices useiras e vezeiras.
Nau
domingo, 11 de dezembro de 2016
Nº 1850 - Psyche
1. Sentir uma dor física (ou moral), embora subjectiva, é sempre desagradável.
2. Por todo o corpo os receptores especiais da dor transmitem a informação de tais fenómenos através de impulsos eléctricos.
3. A medula espinhal ao longo das vias nervosas, e depois o cérebro, processam e interpretam a dor, dando conta a consciência individual.
4. Múltiplos são os tipos de dor - neuropática; pós-operatória; cancerígena; psicológica, etc. - susceptíveis de observação e acompanhamento por técnicos qualificados.
5. Os fármacos que aliviam a dor poderão ser analgésicos não opiáceos e analgésicos adjuvantes, todos eles relacionados com um alcalóide derivado do ópio.
6. Alguns antidepressivos, como analgésicos adjuvantes, são usados no tratamento de dores crónicas - lombares, cefaleias e neuropáticas - suceptíveis de criar dependências.
7. Muitas são as dores provadas por diagnóstico. Só para a provada estupidez humana não existem lenimentos adequados.
Nau
sábado, 10 de dezembro de 2016
Nº. 1849 - Fim de Semana 71
1. O ser humano permanece como animal carente ao longo da vida, em função de necessidades motivadoras.
2. As necessidades de auto-realização, de auto-estima, de pertença, de segurança e, sobretudo, as puramente fisiológicas determinam os comportamentos.
3. Diferentes etnias, diferentes civilizações, diferentes credos religiosos (e sempre foi assim!) pelo que a mítica tradição agora propalada é bundo castiço.
4. O homem dos nossos dias, deambulando pela Internet, mantém instintos cavernícolas e rabisca a sua frustração algures. Contudo, pensar cordatamente sem abdicar do direito de opção, procurando satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais é exercício salutar.
5. VERGONHOSO será não dar a divulgação - a mais alargada possível - ao libelo de Adriano Moreira onde este expôe o comportamento da corrupta burguesia republicana dominante.
6. Parodiando Fernando Pessoa, afirmamos: "E assim nas calhas da roda gira, a entreter a razão, esse comboio de corda que se chama coração", digo, a republicana Administração.
7. E o mal impunemente continua - a República não tem cura.
Nau
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Nº. 1848 - Luta Popular
1. As notícias voam céleres, veículadas pelo som, pela imagem ou pelo correr da pena, padronizando comportamentos.
2. Os bens essenciais - aquilo que é útil para a sanidade física e mental do homem - são controlados pela minoria plutocrata ao nível do Planeta Azul.
3. A fome de imortalidade - característica do ser humano - é cultivada pelos sacerdotes das diferentes religiões que assim justificam a sua actividade profissional.
4. O sentimento que leva a crer na existência de entes supremos como causa e fim - inculcado pela insegurança e tendência para viver em conjunto - foi a conformidade das gentes na noite dos tempos.
5. A fome de poder - dominar outrem em benefício próprio pela acumulação de cabedais ou pelo exercício político - só é viável às minorias com falta de pudor e, sobretudo, aventureiras.
6. Logo, o controlo da produção dos bens essenciais e da riqueza da comunidade é levado a cabo pelos plutocratas através de demagogos - tanto liberais, como socialistas - manipulando a produção e o consumo, bem como os meios da comunicação social.
7. Só a multiplicação das células cooperativas - destinadas a satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados - poderá pôr cobro às manobras dos plutocratas, bem como dos serventuários da burguesia republicana dominante.
Nau
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Nº. 1847 - Prelo Real
Autopsicografia
O poeta é um fingidor,
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Nº 1846 - RAC : Honeste vivere, alterum non laedere
"especialmente
dedicada aos "ministros" Poiares Maduro e Maria Luís Albuquerque
pelas suas "brilhantes" declarações proferidas acerca da sustentabilidade das
reformas...
VERGONHA é comparar a Reforma de um Deputado com a
de uma Viúva.
VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 40 ou mais
anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme
o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do
Juramento de Posse.
VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos
Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS…e
reformarem-se com 100% enquanto os trabalhadores se reformam na base de 80%...
VERGONHA é pôr na Administração milhares de
Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais
Qualificados.
VERGONHA é a enorme quantidade de Dinheiro
destinado a apoiar os Partidos, aprovados pelos mesmos Políticos que vivem
deles.
VERGONHA é que a um Político não se exija a mínima
prova de Capacidade para exercer o Cargo (e não falamos em Intelectual ou
Cultural).
VERGONHA é o custo que representa para os
Contribuintes a sua Comida, Carros Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª
Classe), Cartões de Crédito.
VERGONHA é que s. exas. tenham quase 5 meses de
Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se
declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
VERGONHA é s. exas. quando cessam um Cargo manterem
80% do Salário durante 18 meses.
VERGONHA é que ex-Ministros, ex-Secretários de
Estado e Altos Cargos da Política quando cessam são os únicos Cidadãos deste
País que podem legalmente acumular 2 Salários do Erário Público.
VERGONHA é que se utilizem os Meios de Comunicação
Social para transmitir à Sociedade que os Funcionários só representam encargos
para os Bolsos dos Contribuintes.
VERGONHA é ter Residência em Sintra e Cobrar Ajudas
de Custo pela deslocação à Capital porque dizem viver em outra Cidade.
Esta deveria ser uma dessas correntes que não
deveriam romper-se pois só nós podemos remediar TUDO ISTO.
ALÉM DISSO, SERÁ UMA VERGONHA SE NÃO REENVIAREM.
" Não fazemos agravo a "ninguém, salvo o
escândalo de termos princípios, e História, e coragem, e razão."
Adriano Moreira"
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Nº. 1845 - Doutrina Cooperativista
1. A falar é que a gente se entende, porém a maioria faz-se de desentendida, agarrada a meros preconceitos.
2. Sendo prioritária a segurança, o homem refugia-se na sua caverna, riscando na estrutura desta mensagens que o eternizam.
3. O homem dos nossos dias, deambulando pela Internet, mantém instintos cavernícolas e rabisca algures a sua frustração - a prima do Chico é puta!.
4. Claro que os meios de comunicação social funcionam como o diapasão da classe burguesa dominante, padronizando comportamentos; impondo o esquema de consumo/produção adequado.
5. Demagogos vendem a banha de cobra que tudo satisfaz, cultivando a ilusão que apenas os direitos se justificam e a redistribuição da riqueza por si só gizada é incontornável.
6. Pensar cordialmente, sem abdicar do direito de opção, procurando satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais é exercício salutar.
7. Dispensamos prescrições sectárias; procuramos consensos.
Nau
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Nº. 1844 - Portal Comunalista
1, Voltamos à vaca fria. A comunidade portuguesa é formada por muitas e desvairadas gentes.
2. Diferentes etnias, diferentes civilizações, diferentes credos religiosos, e sempre assim foi, pelo que a mítica tradição agora propalada é bundo castiço.
3. Tanto a direita, como a esquerda portuguesas são incorrigíveis, persistindo ambas nos erros por mero sectarismo; falando de valores que apenas reflectem interesses pessoais.
4. Claro que a burguesia dos fartos cabedais aposta no consumismo, dado que a produção requer cada vez mais tecnologia e bestunto, este muito arredado por estas bandas.
5. Por outro lado, a burguesia de esquerda aposta na redistribuição da riqueza com o olho na prata da casa, porquanto o ouro já se encontra seguro em paraísos fiscais.
6. Dado que a riqueza acumulada resulta do consumismo imposto pelos plutocratas internacionais, a classe política dirigente contenta-se em auferir reformas confortáveis, almejando por um empregosito nas instâncias estrangeiras.
7. Logo, investimos na formação de quadros para exportação; produzimos betão para o turismo e procuramos veranear lá por fora; insistimos em políticas - tanto de esquerda, como de direita - desadequadas...
Nau
domingo, 4 de dezembro de 2016
Nº. 1843 - Psyche
1. Os impulsos básicos podem ser determinados tanto pelos genes como pela experiência adquirida.
2. Logo, os genes - como factores de transmissão de caracteres hereditários - não padronizam, forçosamente, comportamentos.
3. Por outro lado, a experiência, como conhecimento de uma realidade objectiva, resulta de uma necessidade.
4. Desta sorte, a necessidade activa o motivo e este o comportamento padronizável.
5. Comportamentos motivados por drogas viciantes alteram as faculdades cognitivas podendo aumentar ou diminuir as manifestações objectivas.
6. O ser humano permanece como animal carente ao longo da vida, em função de necessidades motivadoras.
7. As necessidades de auto-realização, de auto-estima, de pertença, de segurança e, sobretudo, as fisiológicas determinam os comportamentos.
Nau
sábado, 3 de dezembro de 2016
Nº. 1842 - Fim de Semana 70
1. Socialmente inconsequentes, alguns monárquicos capricham por uma tradição parada no tempo e por um credo religiosos formalista, embora alegadamente tolerantes com outras confissões, sem qualquer vinculação aos problemas relativos à produção e consumo de bens e serviços, da circulação da riqueza e da redistribuição do rendimento.
2. Viajando pela Internet facilmente se conclui que há mais blogs monárquicos do que planetas no céu, cada um com uma população superior a 10 milhões de almas, mas nenhum capaz de definir a Estrada Real que se aventuram a palmilhar.
3. De entre os excertos colhidos na Internet, que me foram recentemente facultados, consta uma definição do cooperativismo que não me deixa qualquer dúvida acerca dos conhecimentos do autor em tal matéria.
4. "Uma cooperativa permite reforçar a capacidade competitiva das empresas agrícolas através da partilha dos recursos, dos riscos e das oportunidades ou capacidades de intervenção dos profissionais agrícolas na sociedade." !!!
5. Abdicar do poder de decisão a favor de demagogos através do voto anódino será continuar no regabofe postergador republicano, pelo que urge a multiplicação das células cooperativas - autogestionárias e autofinanceiras - a fim de dirimir o pantagruelismo capitalista.
6. " da Raça e mais da Terra tu vieste, parente das raízes, em quem passa toda a rijeza duma noite agreste, ó filho das levadas e dos ventos acode ao teu rebanho tresmalhado!".
7. A falta de cultura de responsabilidade e compromisso fomenta a corrupção, a ganância e a solidariedade social, numa dinâmica de consumo desbragado, sem lei e sem norte.
Nau
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Nº. 1841 - Luta Popular
Mensagem de S.A.R. Dom Duarte
1. Congratula-se Dom Duarte por Portugal não ser uma região do país vizinho porquanto, se tal tivesse ocorrido, provavelmente a CPLP nunca seria uma realidade.
2. Sublinha igualmente o herdeiro da Coroa Portuguesa o facto dos representantes dinásticos serem um factor de identidade, partilhada por outros povos em comunidades de interesses.
3. A crise de natalidade em Portugal, o decréscimo populacional e os desequilíbrios sociais - com um acentuado aumento do trabalho precário - fragilizam as famílias e penalizam os mais idosos.
4. Por outro lado, a falta de cultura de responsabilidade e compromisso fomenta a corrupção, a ganância e a solidariedade social, numa dinâmica de consumo desbragado, sem lei e sem norte.
5. Regozija-se Dom Duarte pela eleição de António Guterres para secretário-geral da O.N.U. e confirma a sua disponibilidade para participar em negociações de paz internacional, baseada na sua experiência em situações similares em Timor, Síria e países africanos.
6. O afastamento entre governantes e governados acentua-se por todo o globo, particularmente na Europa em que a mudança de atitude individual é urgente, apesar dos apelos de intelectuais e membros das confissões religiosas.
7. O texto integral da mensagem do herdeiro da Coroa Portuguesa está a ser divulgado pelos meios da comunicação social e pela Internet.
Nau
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