1. Diferentes partes dos cérebros exercem funções psicológicas, chegando a estimular áreas susceptíveis de produzir o movimento involuntário de uma parte do corpo humano, quiçá uma actividade política trapalhona, característica portuguesa.
2. O comunalismo aqui defendido nada tem que ver com o comunalismo religiosos, nem tão-pouco com o comunismo, este baseado na comunidade de bens e na abolição da propriedade privada.
3. Na prática, todo o mundo recorre a soluções ligeiras, deixando os percalços para os amanuenses costumeiros, pois o que importa é a cooperação - concorrência de auxílio, de forças, de meios - mantendo-se solidário, interdependente.
4. Acrates somos todos nós, almejando pela liberdade de agir por livre-arbítrio; comunalistas porquanto a cooperação tende a superar a desbragada competição; monárquicos, visto que toleramos uma só autoridade, i.e., as necessidades do colectivo.
5. "Pequeno Esclarecimento: Os poetas não são azuis nem nada, como pensam alguns supersticiosos, nem sujeitos a ataques súbitos de levitação. O de que eles mais gostam é estar em silêncio - um silêncio que subjaz a quaisquer escapes motorísticos e declamatórios. Um silêncio... Este impoluível silêncio em que escrevo e tu me lês". Mário Quintana dixit.
6. Esperançosamente, a produção de bens essenciais para a subsistência humana, a apar de uma administração pública, ambas digitalizadas, avança a passos de gigante.
7. O anarco-comunalismo monárquico é o camartelo adequado para a erradicação da burguesia republicana dominante.
Nau
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