1. O real anarco-comunalismo monárquico avança inexoravelmente.
2. Real por ter existência verdadeira, amplificando a importância do homem consciente, activo, que sabe o que faz.
3. Anarquista por promover a liberdade total do indivíduo, empenhando-se este em uma doutrina político-social destruidora da autoridade imposta pela burguesia republicana dominante.
4. Comunalista por se opor a um sistema administrativo público que, supostamente, promovendo a descentralização da administração bairrista, esta degenera em meras disputas sectárias.
5. As comunas são espaços geográficos de residência optativa em que a cooperação paulatinamente supera e erradica a competição por esta ser vicioso estratagema da supramencionada burguesia.
6. Monárquico por reconhecer uma só autoridade, a autoridade do colectivo, que se orienta individualmente pelo livre-arbítrio.
7. Portugal é um espaço geográfico localizado na parte mais ocidental da península Ibérica, rect^ngulo frontal ao Atlântico, representada por um soberano providencial, obviando este disputas sectárias da burguesia republicana dominante.
Nau
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