1. Regras, preceitos, normas jamais condicionarão a prática anarco-cooperativista.
2. Colaborar, actuar ao mesmo tempo e para o mesmo fim é real tendência comunalista.
3. A comuna é a nova forma de organização social fundamentada na cooperação acrata.
4. Logo, a faculdade do homem agir por livre-arbítrio, permite a este ter e propagar as suas ideias, sem condicionamentos prévios.
5. Certo é a habilidade natural ou resultante de conhecimentos adquiridos, variando estes de indivíduo para indivíduo e, sobretudo, do bom-senso.
6. A vontade do anarco-comunalista é motivar causas que permitem o diálogo com vista a solução de problemas.
7. Doutrinas são o conjunto de princípios que servem os interesses da burguesia republicana dominante.
Nau
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