1. Para a maioria dos políticos portugueses, a memória é curta e selectiva, recorrendo apenas àquilo que lhes convém.
2. Outros pararam no tempo e repetem os erros do passado, com a única preocupação de se manterem no poleiro por largos anos.
3. Deturpam-se os resultados havidos em tempos idos martelando a cabeça dos mais distraídos, deliberadamente envenenando a informação pública pelo controlo das respectivas fontes.
4. Mas afinal o que é a memória? Será a capacidade de reter os elementos de experiências havidas, podendo fazer o uso destas posteriormente?
5. Estudada na periferia da filosofia e da psicologia, hoje, no âmbito do seu significado, deu um grande passo em frente, com o desenvolvimento da computação electrónica.
6. Na perspectiva médica, a memória pode também ser aplicada no estudo de códigos genéticos ou outros sistemas de informação presentes no organismo humano.
7. Pavlov preocupou-se com o estudo do condicionamento; a escola freudiana envereda pelo arsenal mnésico e respectivas motivações: os políticos são apenas amnésicos.
Nau
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