1. A dor ou o mal-estar, nada tem a ver com o próximo acto eleitoral, visto a primeira ser mais psiquiátrica do que o administrativo.
2. Obviamente que a pandemia sectária não tem cura, à semelhança da burocrática administração pública, regendo-se esta pela mão de deus padre todo-poderoso, i.e., o primeiro-ministro.
3. Claro que os afectados por qualquer indisposição poderão sempre recorrer a medicamentos farmacêuticos, picadas de agulhas, na tradição chinesa, e/ou exercícios físicos.
4. Todavia, nada das aventadas receitas correntes poderão atenuar a crescente mendicidade da população lusa que vive num Portugal de oportunistas, sempre sem rei e sem norte.
5. Urge abertamente confrontar a burguesia republicana dominante porquanto a comunidade do extremo ocidental da península Ibérica não carece de pretores, mas liberdade incondicional.
6. Certo é uma administração pública e uma produção de bens essenciais, ambas digitalizadas, serão a adequada solução, porquanto o planeta Terra a todos os seres, animais e plantas pertence.
7. O anarco-comunalismo monárquico apela ponderação que não formação de quadros clubísticos, i.e., sectários.
Nau
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