sábado, 22 de janeiro de 2022

Nº. 7815 - Fim de Semana 4 22/1/2022

1. A pandemia coarcta a mobilidade das pessoas e dá largas aos disparates administrativos. Por outro lado, a endemia do sectarismo político cega a população que vai tacteando o esterco da diarreia verbal.

2. Certo é o Costinha refugiar-se na Europa, caso não atinja uma maioria relativa e tudo continuará como dantes, nova Troyca para os medicantes. Previsões: aumento do custo dos bens essenciais; aumento dos impostos; aumentos da dívida pública e dos respectivos juros.

3. Obviamente que a real cooperação apenas terá lugar numa produção de bens essenciais e na administração pública, ambas digitalizadas. 

4. A Inteligência Artificial, sobretudo a robótica de perfil humano, é a única via para um anarco-comunalismo monárquico.

5. Aos mais jovens foi lembrado que o azul da bandeira do Real Anarco-Comunalismo Monárquico identifica o planeta Terra visto do espaço sideral. O branco, realçando o brasão de armas de Portugal coroado, sem a esfera armilar de implicação futebolística. No extremo da bandeira, agitado pelo vento que anima os nossos corações, o negro acrata é sinónimo de liberdade que persistimos cultivar.

6. "Biografia: Se depois de eu morrer quiserem ver a minha biografia, não há nada mais simples, tem só duas datas — a da minha nascença e da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus". Alberto Caeiro dixit. 

7. Rei, hereditário e vitalício, é aquele que se identifica com uma determinada região de vivência tradicional, dispensando a eleição de chefes a prazo, estes meramente sectários.

Nau

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