ACRACIA
Nas águas daquela fonte
Lavei
Minha alma juvenil,
Que já não volta.
Águas inquinadas
Recusei...
Por não serem águas
Cristalinas
Daquela fonte
Que abracei.
Artur Modesto
ACRACIA
Nas águas daquela fonte
Lavei
Minha alma juvenil,
Que já não volta.
Águas inquinadas
Recusei...
Por não serem águas
Cristalinas
Daquela fonte
Que abracei.
Artur Modesto
1. Face ao Atlântico, configurando um rectângulo geográfico na parte mais ocidental da península Ibérica, comunas outrora lusas medram ao sabor dos tempos.
2. Há mais de oito séculos estabelecidas, as ditas comunas lá foram singrando por mar e recolhimento em terras estrangeiras, mercadejando para sustento pessoal e dos seus que continuavam em solo pátrio a fazer pela vida.
3. Segundo alguns historiadores, Portus Cale era uma cidade da Galécia romana onde se acolhiam os mercadores da Roma Antiga que, durante a Idade Média, se diferenciaram mais ao norte como Reino da Galiza; ao sul, entre o Tejo e o Minho, como Condado Portucalense.
4. Provavelmente, o nome Portugal teve origem no dito Condado, tendo por referência o porto mais relevante do rio Douro, o terceiro mais extenso da península Ibérica, designado pelos romanos por Portus Cale.
5. Certo é Portugal, durante vários séculos, ter sido invadido por celtas, gregos, romanos, visigodos, bárbaros, mouros e outros. Embora a independência do Reino de Portugal se tenha verificado em 1143, ainda hoje verificamos a influência da barbárie, sobretudo na classe política.
6. Boas esperanças se visualizam no horizonte através da produção de bens essenciais que satisfarão as necessidades do colectivo, estas orientadas por uma administração pública, ambas digitalizadas.
7. O anarco comunalismo monárquico é a expressão do IA na vida colectiva das comunidades portuguesas.
Nau
1. Cooperação: concorrência de auxílio, de forças e de meios para algum interesse comum.
2. Cooperar: Trabalhar com alguém para o mesmo fim.
3. Cooperativa: associação de produtores ou consumidores tendo por objectivo libertar os seus associados de lucros de intermediários, ou de capitalistas.
4. Cooperativismo: conceito social que opõe o apoio mútuo à competitividade.
5. Cooperativo: Acção de várias pessoas interessadas em determinado fim em trabalho comum.
6. Comunalismo: doutrina social que fundamenta a autonomia da comuna.
7. Comunalismo acrata: doutrina que exige a eliminação de toda a autoridade, substituindo a soberania do 'estado' pela assaz convivência.
Nau
1. Os "AT", i.e., os agarrados ao tacho votam, manifestando as suas presenças nas arruaças eleitoralistas.
2. Em Lisboa, nos bairros populares outrora de esquerda, presentemente nas mãos dos nacionais-socialistas, vulgo nazistas, uma grande interrogação paira no ar.
3. Empurrado à direita, o PSD afoga-se no Rio; nas margens, apenas esfarrapados náufragos se resignam ao futuro tripudiar nas assembleias.
4. O Costinha foi bem claro quando sublinhou ter a massa à mão pelo que as obras sem a sua tutela serão in extremis adiadas.
5. Este panorama é deveras sombrio. Certo é, se o centralismo burocrático se mantiver, pouca diferença faremos de Cuba ou de belicosas repúblicas democráticas africanas.
6. A incorporação militar obrigatória na Europa poderá ser o rastilho para novas incursões militares e o rescrever da história pátria, eventualmente meras chinesices.
7. O amanhã ao anarco comunalismo monárquico pertence.
Nau
1. Resultado eleitoral do nacional-socialismo, i.e., nazismo, nas eleições autárquicas será um mau augúrio para os próximos dois anos.
2. Dinâmicas capitalistas e sectarismos políticos são o prato do dia impondo tortuosas as via para a aprovação de projectos que se avolumam.
3. A produção industrial de bens essenciais e a administração pública, ambas digitalizadas, estão para breve, tal como o anarco comunalismo monárquico.
4. Numa economia de mercado, a competição é mera "alocação de recursos produtivos que assegura os seus mais valiosos usos e encoraja a eficiência".
5. A democracia consiste na delegação do poder a desconhecidos, estes indigitados por caudilhos sectaristas da burguesia republicana dominante.
6. "Amo tudo o que foi...: Eu amo tudo o que foi, tudo que já não é — a dor que já me não dói; a antiga e errónea fé; o ontem que a dor deixou; o que deixou alegria, só porque foi, e voou, e hoje é já outro dia". Fernando Pessoa dixit.
7. Por enquanto, a Inteligência Artificial não dá para tais aventuras.
Nau
1. A paródia continua até à nova face da lua, i.e., quando a nova lua chega.
2. Muito são os que se deixam ficar em casa alegando haver mar e mar, há o de ir e o de voltar.
3. Recentemente, lá pelo clube, apareceu um visionário que, de entre outras coisas fantásticas, prevê o desaparecimento do Algarve,
4. De facto, o Alentejo está a ficar despovoado, mas daí a não se conseguir descortinar o extremo sul é bico-de-obra!
5. A Europa concedeu grande parte da sua tecnologia de ponta ao extremo-oriente, de modo a debelar conflitos laborais "chez elle".
6. Hoje Boris Johnson, o tricky boy dos anos 80, procura reforçar o decadente império, com o reforço do Tio Sam.
7. Por enquanto, a IA não dá para tantas aventuras.
Nau
Amo tudo o que foi
Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já não dói
A antiga e errónea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa
1. As cautelas aumentam as inseguranças.
2. Por outro lado, as seguranças exigem mais poder.
3. O poder, para se afirmar, descamba em autoritarismos.
4. A centralização da autoridade é o recurso do nacional-socialismo, i.e., nazismo/comunismo.
5. O acesso às cadeiras do poder resultam de votos encomendados, tal como na Rússia.
6. Uma incontestável mentira, vira mera realidade.
7. A democracia consiste na delegação do poder a desconhecidos, estes indigitados por caudilhos sectaristas.
Nau
1. Cooperar ou competir, alternativa jacente.
2. Recursos alargados pela hipótese primeira; determinação em superar os mais por conveniência.
3. O fim é certo, inexoravelmente renovado no espaço que partilhamos; os avanços ou recuos são apenas a vida.
4. Grandes e pequenos se arredam das memórias, por mais altas que as referências sejam apresentadas.
5. Os princípios que servem de base à cooperação resultam do facto de se actuar em simultâneo, e para o mesmo fim.
6. Numa economia de mercado, a competição é mera "alocação de recursos produtivos que assegura os seus mais valiosos usos e encoraja a eficiência".
7. Tanto a produção de bens essenciais, como a administração pública, ambas digitalizadas, dispensam a competição, sobrelevando a cooperação.
Nau
1. A força do capitalismo, como sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, consolidou-se através de um conjunto de aparelhos que, alimentados por adequada energia, transformam matérias-primas em bens intermédios ou finais.
2. Os investimentos em numerário corrente, mercadorias, imóveis, acções ou quaisquer outros valores destinados à produção de novos valores, são o capital adequado para a realização de novos títulos, necessários para a consolidação da riqueza, propriedade de pessoas com grandes cabedais e dinheiro para negociar e aumentar os seus rendimentos.
3. A relação entre o preço de venda do artigo produzido e o preço de custo do mesmo, quando levado ao mercado onde se compram e vendem mercadorias — até consciências! — é designado por ganho, provento ou mero lucro obtido na actividade económica.
4. Obviamente que parte do dito lucro é arrecadada como prestação pecuniária requerida pelo 'estado', reduto da burguesia republicana dominante, alegadamente para atender às necessidades públicas e, sobretudo, satisfazer a voracidade de insaciáveis corruptos.
5. A influência excessiva dos funcionários públicos, fazendo estes parte do grupo de empresários que, em conluio com os "manga de alpaca" que desempenham tarefas administrativas e organizativas, alegadamente caracterizadas pela racionalidade e tendência rotineira, impõem a centralização da autoridade.
6. Dinâmicas capitalistas e sectarismos políticos são o prato do dia, impondo tortuosas as vias para a aprovação de projectos que se avolumam nas secretarias e gabinetes técnicos do 'estado' aguardando a água benta, i.e., luvas, das partes interessadas.
7. A produção industrial de bens essenciais e a administração pública, ambas digitalizadas, estão para breve, tal como o anarco comunalismo monárquico.
Nau
1. O transtorno do deficit de atenção com hiperactividade (TDAH) tanto se manifesta em crianças como em adultos.
2. Segundo os oráculos, o 13 é dia de azar pela simples razão de não ser múltiplo de sete; apenas os dias 14, 21 e 28, além do 7, seriam uma provável folga para o género humano.
3. O anarca elimina o 'estado', reduto da burguesia republicana dominante; robustece a cooperação o espírito comunalista que assenta na multiplicação das unidades cooperativas.
4. Erradicado o 'estado' lamentável que nos assiste, cabe ao homem a faculdade de exercer a actividade - física, intelectual, artística, etc. — sem qualquer restrição, defendendo as suas próprias ideias.
5. "Identidade: Matei a lua e o luar difuso (...) em vez de ruínas, uso as consonâncias que há no sofrimento (...) mas como as inscrições nas penedias têm maior duração, gosto das horas e dos dias a endurecer a forma de emoção." Miguel Torga dixit.
6. A luta popular, para o acrata, é naturalmente aclassista, dado que o conceito de classe resulta de simples motivações económicas, políticas e ideológicas.
7. Sem dúvida que a multiplicação das unidades cooperativas, fundamentadas nas comunidades afins, corresponde ao anarco comunalismo monárquico.
Nau
1. A luta popular, para o acrata, é naturalmente aclassista, dado que o conceito de classe resulta de simples motivações económicas, políticas e ideológicas.
2. Obviamente que a crescente burocratização das sociedades dos nossos dias será apenas sustada pela iminente produção de bens essenciais e a administração pública, ambas digitalizadas.
3. Ao longo da história universal sempre se verificaram conflitos sociais relativos ao género, etnias e geracionais em que o autoritarismo dos mais velhos se opunha às aspirações autonómicas da juventude.
4. O sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção jamais será abolido por sectarismos espúrios, procurando estes, tão-somente, catapultar os seus cabecilhas para as cadeiras do poder.
5. Quando se pretende que uma classe de numerosas proles, teoricamente, se candidate à gestão dos bens públicos, apenas se omite o facto dos ditos proletários se contentarem com meros subsídios e nada querem fazer.
6. Todavia o sistema político que arvora o acratismo procura apenas exercitar a faculdade do homem agir por seu livre arbítrio, tendo presente que o planeta Terra a todos os seus habitantes pertencer, devendo o homem orientar-se pelo bem-estar comum.
7. Sem dúvida que a multiplicação das unidades cooperativas, fundamentadas nas comunidades afins, corresponde ao anarco comunalismo monárquico aqui preconizado.
Nau
IDENTIDADE
Matei a lua e o luar difuso.
Quero os versos de ferro e de cimento.
E em vez de ruinas, uso
As consonâncias que há no sofrimento.
Universal e aberto, o meu instinto acode
A todo o coração que se debate aflito.
E luta como sabe e como pode:
Dá beleza e sentido a cada grito.
Mas como as inscrições nas penedias
Têm maior duração,
Gosto das horas e dos dias
A endurecer a forma de emoção.
Miguel Torga
1. Operando no sistema capitalista, o comunalismo robustece-se através da multiplicação das unidades cooperativas.
2. Tanto a produção de bens essenciais, como a administração pública, ambas progressivamente digitalizadas, fundamentam-se em comunidades autogestionárias.
3. Assegurada a assistência individual daqueles que fazem da sua residência optativa num determinado espaço tradicional, é neste que mor parte das suas actividades terão lugar.
4. Obviamente arredado das funções do que é necessário para sustentar a vida — produtos alimentares, assistência, cuidados na saúde, desenvolvimento das faculdades intelectuais, habitação e quejandos — o homem é livre de agir por seu livre arbítrio.
5. Erradicado o 'estado' lamentável que nos assiste — reduto da burguesia republicana dominante — cabe ao homem a faculdade de exercer a actividade — física, intelectual, artística, etc. — sem qualquer restrição, defendendo as suas próprias ideias, respeitando as opções, eventualmente, contraditórias.
6. Tudo que pertence à comunidade em que se encontra integrado é indivisível, espelhando esta, tradições locais, manifestadas na autogestão das comunidades afins.
7. A figura consensual do rei, hereditário e vitalício, espelha Portugal, acervo de um património histórico.
Nau
1. O "cucu" do anarcocomunalismo não agrada a gregos, nem tão-pouco a troianos.
2. Claro que o travessão, embora os separe, mantém a desagradável cacofonia, pois as alternativas pouco ajudam.
3. Anarquista Comunalista, tem muito de crista e pouca simpatia da malta cá do sítio quando prepara os textos para serem publicados.
4. Finalmente parece o acordo ter aliviado o escriba das mensagens, tudo convertido em anarco comunalismo monárquico.
5. Obviamente que o fundamento de tal teoria político/filosófica é a cooperação, opondo-se esta aos sectarismos implementados pela burguesia republicana dominante.
6. Em suma: O anarca elimina o 'estado', reduto da dita burguesia; robustece a cooperação o espírito comunalista que assenta na multiplicação das unidades cooperativas.
7. As hegemonias continentais/regionais aumenta os conflitos, mas a produção industrial e a administração pública, ambas digitalizadas, robustece o Comunalismo.
Nau
1. O dia 13,segundo os oráculos, é dia de azar pela simples razão de não ser múltiplo de sete.
2. Sendo esta teoria incontornável, apenas os dias 14, 21 e 28, além do 7, seriam uma provável folga para o género humano.
3. Ora, graças ao nacional-socialismo (vulgo nazismo) que nos rege, todos os outros dias do mês passaram a ser louvados, com excepção dos quatro supracitados.
4. Com uma folga tão grande, o "graças a deus" deixou de vir à baila, contentando-se a maioria silenciada, digo silenciosa, a escutar múltiplas cabritadas.
5. Após a paródia, digo as eleições autárquicas que, devido ao 'Covid', se resumirão ao clubismo do costume, a relíquia soviética, provavelmente, se extinguirá.
6. Resta, do "31 da Armada", por vezes, a intervenção de Rodrigo Moita de Deus, dando sinais de vida. Os outros blogues apenas falam do passado e/ou de picardias entre si.
7. Neste escancarado portal comunalista, os curiosos entram mudos e saem à socapa.
Nau
1. O transtorno do déficit de atenção com hiperacticidade (TDAH) tanto se manifesta em crianças como em adultos.
2. No adulto são frequentes as dificuldades de concentração, bem como de completar tarefas, oscilando entre o humor e a impaciência ocasional.
3. A criança manifesta dificuldade em prestar atenção quando alguém fala com ele; frequente desarruma do espaço que lhe é facultado, correndo ou subindo em coisas pouco estáveis, além de falar mais do que é habitual.
4. Dificuldade de aguardar a sua vez, a criança interrompe qualquer pessoa de modo a chamar a atenção para algo que lhe ocorreu, em desarmonia ou precipitação arrebatada.
5. Tanto as crianças, como os adultos, embora estes possam tornar-se, progressivamente, menos hiperactivos, i.e., mais organizados e produtivos, pela força das circunstâncias, sobretudo o meio onde se encontram integrados.
6. Mágoas e descontentamentos são normais ocorrer, tanto a crianças, como a adultos, mas a rápida percepção e compreensão daqueles que os rodeiam é uma mais-valia.
7. A tendência gregária humana dispensa o recurso a produtos químicos, todavia o acompanhamento psicológico, sobretudo na tenra idade, é indispensável.
Nau
1. A tontura, não sendo por causas políticas, é a sensação de que a cabeça move-se ou anda à roda, embora esteja imóvel.
2. O anarquismo nada tem que ver com a opolência da burguesia de fartos cabedais, nem tão-pouco com a vida miserável de certos trabalhadores.
3. As comunas multiplicam-se graças às novas tecnologias que, discretamente, satisfazem os apetites do grande capital.
4. O anarco cooperativismo apoia-se em ideais humanistas, éticos e filosóficos, fundamentados na prática cooperativa, única via para o progresso pessoal e social da comuna autogestionária.
5. Assegurada a subsistência singular através de uma produção industrial e administração pública, ambas digitalizadas, a cada um de nós cabe o livre arbítrio.
6. "Minha Coragem: Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite". Clarisse Lispector dixit.
7. Obviamente que a luta popular aqui preconizada tem a cooperação como fundamento e o anarco comunalismo monárquico como agente demolidor do 'estado', reduto da burguesia republicana dominante.
Nau
1. O sistema capitalista, numa estrutura piramidal, do topo para a base, segue a convenção de alta, média e baixa.
2. A classe alta minoritária, senhora de fartos cabedais, ora dispõe de rendimentos próprios, ora investe em projectos rentáveis, gozando de venerável veneração pública.
3. Por outro lado, a classe média é um extracto com formação profissional elevada, exercendo cargos na administração pública, com um suporte financeiro equilibrado.
4. A classe baixa corresponde à maioria da população e, sem recursos próprios, presta serviços directamente aos grupos mais ricos.
5. Da classe média provem a maioria dos dirigentes, tanto políticos como administrativos, acumulando uma minoria com funções académicas, o ensino, a investigação e quejandos.
6. A burguesia republicana dominante provém, sobretudo, da classe média e, embora fracccionda em grupos antagónicos, o seu objectivo é ter acesso às cadeiras do poder.
7. Obviamente que a luta popular aqui preconizada tem a cooperação como fundamento e o anarco comunalismo monárquico como agente demolidor do 'estado', reduto da burguesia republicana dominante.
Nau
Minha Coragem
Sim, Minha força está na solidão.
Não tenho medo nem de chuvas
tempestivas, nem das grandes
ventanias soltas, pois eu também sou
o espírito da noite.
Clarisse Lispector
1. A real actividade cooperativa tem lugar à beira da távola redonda onde os amesendados companheiros deliberam os seus programas.
2. Os esboços dos programas são apresentados, todavia a votação é dispensada porquanto o que apenas interessa aos aderentes cabe a estes desfrutar.
3. De facto, assegurada a subsistência singular através de uma produção industrial e administração pública, ambas digitalizadas, a cada um de nós cabe o livre arbítrio.
4. A escolha autónoma realizada pela vontade humana assenta na capacidade de cada um de nós efectuar o que mais lhe apraz, sem prejuízo do próximo.
5. Chama-se a atenção, uma vez mais, para o facto de o homem nascer, crescer, reproduzir-se e morrer, como as várias espécies neste planeta Terra que a todos pertence.
6. Sensatamente, cooperar em projectos destinados ao bem-estar geral, sem exacerbados sectarismos e/ou clubismos doentios, escusa investidas desastrosas.
7. O anarco comunalismo monárquico é previsão do grande dia, almejado para breve.
Nau
1. O anarco cooperativismo apoia-se em ideais humanistas, éticos e filosóficos, fundamentados na prática cooperativista, única via para o progresso pessoal e social da comuna autogestionária.
2. Sendo a comuna o espaço geográfico de residência optada, a vizinhança da unidade cooperativa que melhor corresponde aos seus interesses culturais, justifica o nexo da preferência.
3. Racionalmente, a multiplicação das unidades cooperativas nas comunas de menor expressão populacional justifica-se pela diversidade das opções artísticas, científicas ou meramente da ética desportiva.
4. Mor parte da divisão territorial em que as diferentes comunas tradicionais se consolidam, resulta das características geográficas e das continuadas práticas ancestrais.
5. O avanço tecnológico que, progressivamente, condicionam a administração pública e a produção de bens essenciais indispensáveis para a subsistência humana, robustece não extingue memórias.
6. A cooperação — concorrência de auxílio, de forças, de meios para um bem-estar comum — robustece a almejada liberdade do homem agir por seu livre arbítrio, na natural condição gregária.
7. O conjunto de princípios em que se baseia a doutrina cooperativista tem por fundamento o anarco comunalismo monárquico.
Nau
1. O anarquismo nada tem que ver com a opulência da burguesia de fartos cabedais, nem tão-pouco com a vida miserável de certos trabalhadores.
2. As comunas multiplicam-se graças às novas tecnologias que, discretamente, satisfazem os apetites do grande capital.
3. Insistir na tecla que os trabalhadores não tinham dias de descanso, nem assistência médica ou assegurada aposentação, impressiona por bater no ceguinho, mas nada tem que ver com o anarquismo.
4. Coitadinhos são alguns pobres de espírito que herdam fortunas incríveis e passam o tempo amedrontados, sem coragem de pôr os pés fora de casa.
5. Hoje em dia existem equipamentos fabulosos que permitem a construção de casas, bem confortáveis, em escassas semanas, e técnicas científicas que permitem prolongar a vida humana.
6. Apenas as pessoas de abastados recursos, ainda no início do século passado, tinham o privilégio de se deslocarem em carruagens particulares, enquanto a maioria marcava o passo pelas extensas calçadas.
7. Bom é ter presente que o anarquismo prognostica o fim do 'estado' lamentável que nos rege, mesmo não estando cabritas na assistência social.
Nau
1. A tontura, não sendo por causas políticas, é a sensação de que a cabeça move-se ou anda à roda, embora esteja imóvel.
2. Muitas vezes associada a enjoos e vómitos, a tontura poderá ser desencadeada pelo receio de queda, sempre que se encontra num lugar elevado.
3. A vertigem também poderá ser causada por problemas no ouvido interno e/ou enjoo em algum movimento brusco, puramente acidental, inevitável ao ouvir os discursos da geringonça.
4. Também podem resultar do síndroma de Menière, associado a zumbidos nos ouvidos, bem como a uma crescente surdez de causas desconhecidas.
5. As vertigens e a surdez são raramente causadas por uma excrescência benigna no nervo acústico ou acidente vascular cerebral em pessoas idosas.
6. A tensão arterial, o endurecimento das artérias e distúrbios nos ouvidos carecem de uma investigação do problema que uma TAC permitirá esclarecer.
7. Obviamente que a TAC não será um bicho-de-sete-cabeças, apenas uma tomografia axial computorizada, semelhante à radiografia convencional.
Nau
1. Todos os seres humanos nascem, crescem, reproduzem-se e morrem, tal como os animais, as plantas, os fungos, as algas e as bactérias.
2. Certo é o planeta Terra existir para ser partilhado por todos os seres vivos enquanto a vida desta perdura, conservando-se numa almejada qualidade de vida.
3. Portugal, nome de uma comunidade de tradições comuns é referência própria. O aumento populacional e a centralização do poder deram azo à burguesia republicana dominante usar da sua prepotência para apoiar familiares, amigos e afilhados.
4. O sistema associativo fundamentado no princípio cooperativo não dá tréguas ao capitalismo, tanto liberal como socialista. A cooperação é uma porta aberta, havendo sempre aqueles que na compita se alçam para o poleiro, açambarcando-o.
5. Tanto liberais como socialistas, defendem o 'estado', reduto da burguesia republicana dominante, como nação politicamente organizada. A cooperação é uma porta aberta, havendo sempre aqueles que na compita se alçam ditatorialmente para o poleiro.
6. "Dentro de mim cai a pedra que me arrasta para o fundo. As pistolas inundadas deste amor de que me imundo só me pesam. Punhais de aço o que podem contra a água? De tudo quanto era garra me desentrego e desfaço. Ficam os olhos no espaço e o coração por guitarra". Antero Vera Ramirez dixit.
7. Monarquia significa uma só autoridade, i.e., a do colectivo; a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, obviará disputas sectárias nas comunidades afins.
Nau
1. Opondo-se a toda a categoria hierárquica — política, económica, social — o anarco-comunalismo monárquico pugna pela liberdade integral do homem, baseado na autogestão cooperativa.
2. Propugnador da descentralização administrativa, o anarco-comunalismo prevê, na multiplicação das unidades cooperativas, o diálogo e o apoio mútuo para a almejada transformação social.
3. O mutualismo radical de Pierre-Joseph Proudhon, na segunda metade do século XIX, foi o impulso para os movimentos revolucionários opostos ao tenebroso centralismo burocrático.
4. A burguesia republicana dominante, na parceria com o predomínio do grande capital, favorece a aquisição ilimitada deste por uma minoria insaciável e sem rosto.
5. Fundamentado em mercados onde tudo se compra e todos se vendem, o investimento de grande massa de bens e propriedade inimputável, soçobrará pela extinção do capital.
6. Inexoravelmente caminhando para uma administração e produção industrial, ambas digitalizadas, bens essenciais serão providos ao homem, segundo as necessidades individuais.
7. Monarquia significa uma só autoridade, i.e., a do colectivo; a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, obviará disputas sectárias nas comunidades afins.
Nau
Dentro de mim cai a pedra...
Dentro de mim cai a pedra
Que me arrasta para o fundo.
As pistolas inundadas
Deste amar de que me imundo
Só me pesam. Punhais de aço
O que podem contra a água?
De tudo quanto era garra
Me desentrego e desfaço.
Ficam os olhos no espaço
E o coração por guitarra.
António Vera Ramirez
1. Tanto liberais, como socialistas, defendem o 'estado', reduto da burguesia republicana dominante, como nação politicamente organizada.
2. As ditas doutrinas, caracterizadas por um sistema baseado na propriedade privada dos meios de produção, e pela existência de um mercado onde se compram e vendem artigos vários, além de casas, apartamentos e terrenos.
3. Define-se a corrente liberal como um sistema político que, propondo a não intervenção estatal na economia, apoia um organismo político-administrativo tido como pessoa jurídica de direito público, internacionalmente reconhecido.
4. O socialismo luta pela gradual propriedade colectiva dos meios de produção, da supressão das classes sociais e da distribuição mais igualitária das riquezas, num centralismo burocrático autoritário.
5. Liberais e socialistas são controlados por uma burguesia republicana dominante, servos do grande capital, este tido como valores acumulados por uma minoria que multiplica a produção de novos valores.
6. Tanto a timocracia norte-americana, como o regime imperial amarelo, apenas procuram subornar os mercados internacionais através de projectos que coarctam a independência das nações.
7. Só a produção de bens essenciais e projectos de interesse do planeta Terra poderão sustentar a segurança deste, através de um sistema global digitalizado.
Nau